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MPRJ diz que policiais da segurança de Rogério Andrade tinham escala, salário, folgas e até receberam aumento nos vencimentos

Redação Por Redação
11 de março de 2026
Em Notícias
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MPRJ diz que policiais da segurança de Rogério Andrade tinham escala, salário, folgas e até receberam aumento nos vencimentos
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



MPRJ diz que policiais da segurança de Rogério Andrade tinham escala, salário, folgas e até receberam aumento nos vencimentos
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MPRJ prendeu 15 policiais que fizeram a ‘segurança’ do bicheiro Rogério de Andrade Uma operação do Ministério Público estadual (MPRJ) prendeu, na manhã desta terça-feira (10), 15 policiais, entre militares, penais e civis. A operação foi conduzida com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar, da Secretaria de Administração Penitenciária e da Polícia Civil. De acordo com a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPRJ, os policiais tinham escala, salário, folgas e até aumentos de pagamentos pelo bicheiro Rogério Andrade. Eles são suspeitos de bater ponto como seguranças do contraventor e em suas bancas do jogo do bicho. A operação representa o avanço sobre a rede de proteção de Rogério Andrade. Além dos policiais, a 1ª Vara Especializada de Crime Organizado, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, decretou um novo mandado de prisão contra Rogério, que já está preso. Segundo o MP, só com segurança pessoal, Rogério Andrade gastou R$ 207 mil mensais em 2022. “Aqui somos funcionários 24 horas por dia 7 dias na semana Só temos duas coisas mais prioritárias do que nosso compromisso aqui” As investigações do MP listaram as funções dos envolvidas no esquema. Os policiais tinham a função de garantir a segurança dos pontos de jogo do bicho. Também colete o dinheiro desses pontos e entregue no escritório de Rogério Andrade, na Barra da Tijuca. Além disso, distribua a própria nas unidades onde foram lotadas. Rogério de Andrade, maior bicheiro do Rio, é preso na manhã desta terça-feira, 29, no Rio de Janeiro JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO Segundo promotores, os policiais combinavam o pagamento de propina em troca de mensagens. Washington Ferreira dos Santos, o “WT”, diz a seu superior no esquema, o policial Ademir Rodrigues Pinheiro que entregou uma “encomenda” ao patrão, no caso, Rogério Andrade. O bicheiro também é chamado de “tio”. Ademir chefiava a segurança dos pontos do bicho em Bangu, na Zona Oeste, e ganhava R$ 50 mil mensais de Rogério Andrade. Ademir, segundo as investigações, gerenciou uma equipe numerosa e lembrou seus feitos: “Desde que assumi a liderança do nosso grupo, já consegui aumentar o salário de sete pessoas do grupo e ainda quero fazer mais”, explicou o policial em mensagem. Em outra conversa, o policial Sergio Luiz Pereira Ferreira, o TK, pede dispensa na escala do jogo do bicho. TK – “Amanhã é meu aniversário e eu iria comemorar no meu barracão somente à noite. Seria possível ser dispensado? Se não der tá tranquilo”. Ademir: “Ok. Está dispensado.” Segundo o MP, os investigados trabalharam na Subsecretaria de Gestão de Pessoas e nos batalhões da Polícia Militar de São Cristóvão, Tijuca, Leblon, Complexo da Maré, Irajá, Bangu e Vias Expressas, na Vila Kennedy. Na operação desta terça-feira, na casa do subtenente da PM Moacir Rosa dos Santos Júnior, o Moa, os agentes apreenderam uma carabina com silenciador. Moa foi preso. O Ministério Público afirma que o militar se colocou à disposição do esquema, mesmo nos dias em que completou, estava de serviço na PM. Os 20 suspeitos responderam por organização criminosa armada e corrupção. A Justiça retirou os policiais de suas funções e suspendeu a porta de entrada de todos os acusados. Quatro dos procurados são considerados foragidos. Os PMs Leandro Oliveira da Silva e Rafael Dias Vaz Alves; o policial penal aposentado Paulo Batista da Silva e o policial civil aposentado Francisco Carlos Cardozo. O que disseram os denunciados As Polícias Civil e Militar declararam que não compactuaram com desvios de conduta. As duas corporações e a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) disseram que vão abrir processos internos contra os suspeitos.
MPRJ prendeu 15 policiais que fizeram a ‘segurança’ do bicheiro Rogério de Andrade Uma operação do Ministério Público estadual (MPRJ) prendeu, na manhã desta terça-feira (10), 15 policiais, entre militares, penais e civis. A operação foi conduzida com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar, da Secretaria de Administração Penitenciária e da Polícia Civil. De acordo com a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPRJ, os policiais tinham escala, salário, folgas e até aumentos de pagamentos pelo bicheiro Rogério Andrade. Eles são suspeitos de bater ponto como seguranças do contraventor e em suas bancas do jogo do bicho. A operação representa o avanço sobre a rede de proteção de Rogério Andrade. Além dos policiais, a 1ª Vara Especializada de Crime Organizado, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, decretou um novo mandado de prisão contra Rogério, que já está preso. Segundo o MP, só com segurança pessoal, Rogério Andrade gastou R$ 207 mil mensais em 2022. “Aqui somos funcionários 24 horas por dia 7 dias na semana Só temos duas coisas mais prioritárias do que nosso compromisso aqui” As investigações do MP listaram as funções dos envolvidas no esquema. Os policiais tinham a função de garantir a segurança dos pontos de jogo do bicho. Também colete o dinheiro desses pontos e entregue no escritório de Rogério Andrade, na Barra da Tijuca. Além disso, distribua a própria nas unidades onde foram lotadas. Rogério de Andrade, maior bicheiro do Rio, é preso na manhã desta terça-feira, 29, no Rio de Janeiro JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO Segundo promotores, os policiais combinavam o pagamento de propina em troca de mensagens. Washington Ferreira dos Santos, o “WT”, diz a seu superior no esquema, o policial Ademir Rodrigues Pinheiro que entregou uma “encomenda” ao patrão, no caso, Rogério Andrade. O bicheiro também é chamado de “tio”. Ademir chefiava a segurança dos pontos do bicho em Bangu, na Zona Oeste, e ganhava R$ 50 mil mensais de Rogério Andrade. Ademir, segundo as investigações, gerenciou uma equipe numerosa e lembrou seus feitos: “Desde que assumi a liderança do nosso grupo, já consegui aumentar o salário de sete pessoas do grupo e ainda quero fazer mais”, explicou o policial em mensagem. Em outra conversa, o policial Sergio Luiz Pereira Ferreira, o TK, pede dispensa na escala do jogo do bicho. TK – “Amanhã é meu aniversário e eu iria comemorar no meu barracão somente à noite. Seria possível ser dispensado? Se não der tá tranquilo”. Ademir: “Ok. Está dispensado.” Segundo o MP, os investigados trabalharam na Subsecretaria de Gestão de Pessoas e nos batalhões da Polícia Militar de São Cristóvão, Tijuca, Leblon, Complexo da Maré, Irajá, Bangu e Vias Expressas, na Vila Kennedy. Na operação desta terça-feira, na casa do subtenente da PM Moacir Rosa dos Santos Júnior, o Moa, os agentes apreenderam uma carabina com silenciador. Moa foi preso. O Ministério Público afirma que o militar se colocou à disposição do esquema, mesmo nos dias em que completou, estava de serviço na PM. Os 20 suspeitos responderam por organização criminosa armada e corrupção. A Justiça retirou os policiais de suas funções e suspendeu a porta de entrada de todos os acusados. Quatro dos procurados são considerados foragidos. Os PMs Leandro Oliveira da Silva e Rafael Dias Vaz Alves; o policial penal aposentado Paulo Batista da Silva e o policial civil aposentado Francisco Carlos Cardozo. O que disseram os denunciados As Polícias Civil e Militar declararam que não compactuaram com desvios de conduta. As duas corporações e a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) disseram que vão abrir processos internos contra os suspeitos.[/gpt3]

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