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MPRJ denuncia PMs por invadir e arrombar casas durante megaoperação no Alemão: imagens mostram agentes retirando objetos em cobertor

Redação Por Redação
11 de março de 2026
Em Notícias
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MPRJ denuncia PMs por invadir e arrombar casas durante megaoperação no Alemão: imagens mostram agentes retirando objetos em cobertor
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



MPRJ denuncia PMs por invadir e arrombar casas durante megaoperação no Alemão: imagens mostram agentes retirando objetos em cobertor
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MPRJ denuncia PMs por invadir e arrombar casas durante megaoperação no Alemão O Ministério Público denunciou 10 policiais militares por invadirem residências durante uma megaoperação no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, que terminou com 122 mortos em outubro do ano passado. A ação se tornou a operação policial mais letal já registrada no país. Os agentes denunciados pelo MP junto à Auditoria da Justiça Militar são do Batalhão de Ações Com Cães (BAC): um subtenente, seis sargentos, um cabo e dois soldados. O uso de ferramentas para abrir portas fez o pesquisador do MP desconfiar que a ação foi premeditada. Um vídeo de uma câmera corporal mostra um dos policiais usando uma chave micha, uma ferramenta capaz de abrir portas sem a chave original. Ele insiste por cerca de um minuto. “Você conseguiu abrir esse portão ai?”, pergunta um policial, na gravação. “Só consegui dar meia volta”, responde um agente, que logo em seguida resolve pegar um facão para conseguir entrar em casa. Enquanto isso, uma outra equipe acessa mais uma residência na Vila Cruzeiro. A casa estava arrumada e não havia moradores no momento. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça “Foram denunciados pelo crime de violação de domicílio e pelo crime de negativa de conformidade, que se refere a tentativa de introdução das câmeras corporais”, afirmou o promotor Paulo Roberto Mello Cunha Júnior. “Ordinariamente ninguém pode entrar na casa de ninguém sem que haja uma ordem judicial. A não ser em duas hipóteses: em flagrante de delito ou numa situação de defesa legítima”, explicou o promotor. Tentativas de bloqueio de câmeras Mesmo com o uso obrigatório das câmeras corporais, pelo menos, cinco dos 10 PMS envolvidos no caso impediram que o trabalho deles fosse registrado durante a operação. “A equipe tá com câmera”, diz um policial, tocando a lente. A câmera também foi retirada do uniforme e deixada no chão por cerca de três minutos. “Esse é um procedimento, infelizmente, que é bastante comum quando o policial se apresenta a praticar atos ilícitos. O Ministério Público entende que é uma conduta grave, porque indicia a intenção de praticar outros crimes”, indicou o promotor. No dia 23 de fevereiro, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, deu um prazo de mais 20 dias para o Rio de Janeiro enviar as imagens das câmeras da megaoperação. Mortos em megaoperação no Alemão e na Penha, no dia 28 de outubro Reprodução/TV Globo Leia também: Corregedoria da PM prende 5 policiais do Batalhão de Choque Comissão da OEA cobra multas e peças por mortes no Alemão Relatório enviado ao STF apresenta divergências PMs bebidas levam e outros itens Um dos vídeos mostra PMs, ao invadir a casa na Vila Cruzeiro, abrindo a geladeira e consumindo bebidas, com deboche e ironia. OEA pede investigação federal sobre megaoperação policial que deixou 122 mortos no Rio “Com todo o respeito”, diz o policial ao abrir a geladeira e antes de tomar água gelada. Depois, ele pega uma energia com a mão, enquanto outro PM se serve da água. Outro vídeo mostra que um PM saiu de uma casa carregando várias coisas enroladas em um cobertor. O que havia lá dentro ainda é um mistério para os investigadores, mas foi dividido entre os policiais logo depois. “Vamos dividir, pô, um pouco de mochila e um pouco de saco”, diz um dos agentes. “Parece um Papai Noel, cara”, disse outro agente. Os policiais ficaram em silêncio Durante as investigações, a maioria dos policiais ficou em silêncio ao prestar depoimentos. Quem não falou conseguiu explicar os motivos de usar uma chave micha para ingressar em qualquer casa. “É preciso repensar, reanalisar, talvez recondicionar os policiais nas práticas cotidianas, durante essas operações, sobretudo agora que temos as câmeras corporais que vão registrar todos os movimentos que são feitos”, lembrou o promotor Paulo Roberto. O que diz a PM Segundo a PM, partiu da Corregedoria-Geral da corporação a iniciativa de investigar a conduta dos agentes. Segundo a Polícia Militar, a investigação foi concluída com o indiciamento dos envolvidos e encaminhada para o Ministério Público. A corporação disse ainda que aguardava a decisão da justiça para a adoção das medidas cabíveis. O RJ2 questionou se os policiais continuaram nas ruas ou foram afastados temporariamente das funções, mas não houve resposta até a publicação da reportagem.
MPRJ denuncia PMs por invadir e arrombar casas durante megaoperação no Alemão O Ministério Público denunciou 10 policiais militares por invadirem residências durante uma megaoperação no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, que terminou com 122 mortos em outubro do ano passado. A ação se tornou a operação policial mais letal já registrada no país. Os agentes denunciados pelo MP junto à Auditoria da Justiça Militar são do Batalhão de Ações Com Cães (BAC): um subtenente, seis sargentos, um cabo e dois soldados. O uso de ferramentas para abrir portas fez o pesquisador do MP desconfiar que a ação foi premeditada. Um vídeo de uma câmera corporal mostra um dos policiais usando uma chave micha, uma ferramenta capaz de abrir portas sem a chave original. Ele insiste por cerca de um minuto. “Você conseguiu abrir esse portão ai?”, pergunta um policial, na gravação. “Só consegui dar meia volta”, responde um agente, que logo em seguida resolve pegar um facão para conseguir entrar em casa. Enquanto isso, uma outra equipe acessa mais uma residência na Vila Cruzeiro. A casa estava arrumada e não havia moradores no momento. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça “Foram denunciados pelo crime de violação de domicílio e pelo crime de negativa de conformidade, que se refere a tentativa de introdução das câmeras corporais”, afirmou o promotor Paulo Roberto Mello Cunha Júnior. “Ordinariamente ninguém pode entrar na casa de ninguém sem que haja uma ordem judicial. A não ser em duas hipóteses: em flagrante de delito ou numa situação de defesa legítima”, explicou o promotor. Tentativas de bloqueio de câmeras Mesmo com o uso obrigatório das câmeras corporais, pelo menos, cinco dos 10 PMS envolvidos no caso impediram que o trabalho deles fosse registrado durante a operação. “A equipe tá com câmera”, diz um policial, tocando a lente. A câmera também foi retirada do uniforme e deixada no chão por cerca de três minutos. “Esse é um procedimento, infelizmente, que é bastante comum quando o policial se apresenta a praticar atos ilícitos. O Ministério Público entende que é uma conduta grave, porque indicia a intenção de praticar outros crimes”, indicou o promotor. No dia 23 de fevereiro, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, deu um prazo de mais 20 dias para o Rio de Janeiro enviar as imagens das câmeras da megaoperação. Mortos em megaoperação no Alemão e na Penha, no dia 28 de outubro Reprodução/TV Globo Leia também: Corregedoria da PM prende 5 policiais do Batalhão de Choque Comissão da OEA cobra multas e peças por mortes no Alemão Relatório enviado ao STF apresenta divergências PMs bebidas levam e outros itens Um dos vídeos mostra PMs, ao invadir a casa na Vila Cruzeiro, abrindo a geladeira e consumindo bebidas, com deboche e ironia. OEA pede investigação federal sobre megaoperação policial que deixou 122 mortos no Rio “Com todo o respeito”, diz o policial ao abrir a geladeira e antes de tomar água gelada. Depois, ele pega uma energia com a mão, enquanto outro PM se serve da água. Outro vídeo mostra que um PM saiu de uma casa carregando várias coisas enroladas em um cobertor. O que havia lá dentro ainda é um mistério para os investigadores, mas foi dividido entre os policiais logo depois. “Vamos dividir, pô, um pouco de mochila e um pouco de saco”, diz um dos agentes. “Parece um Papai Noel, cara”, disse outro agente. Os policiais ficaram em silêncio Durante as investigações, a maioria dos policiais ficou em silêncio ao prestar depoimentos. Quem não falou conseguiu explicar os motivos de usar uma chave micha para ingressar em qualquer casa. “É preciso repensar, reanalisar, talvez recondicionar os policiais nas práticas cotidianas, durante essas operações, sobretudo agora que temos as câmeras corporais que vão registrar todos os movimentos que são feitos”, lembrou o promotor Paulo Roberto. O que diz a PM Segundo a PM, partiu da Corregedoria-Geral da corporação a iniciativa de investigar a conduta dos agentes. Segundo a Polícia Militar, a investigação foi concluída com o indiciamento dos envolvidos e encaminhada para o Ministério Público. A corporação disse ainda que aguardava a decisão da justiça para a adoção das medidas cabíveis. O RJ2 questionou se os policiais continuaram nas ruas ou foram afastados temporariamente das funções, mas não houve resposta até a publicação da reportagem.[/gpt3]

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