Moradores de Queimados enfrentam falta d’água enquanto reservatórios que custaram milhões não são usados
[/gpt3]Moradores de Queimados enfrentam falta d’água enquanto reservatórios que custaram milhões não são usados Moradores de Queimados, na Baixada Fluminense, enfrentam uma falta d’água que se arrasta há anos e se intensifica no verão. O município tem dois reservatórios que foram revelados há quase 10 anos e custaram milhões, mas que nunca foram usados. A promessa era de que as estruturas abastecessem o bairro inteiro. Um condomínio foi inaugurado na região na mesma época e, hoje, depende de caminhão pipa. “Desde que a gente veio pra cá, a gente já tinha essa dificuldade de água nesse período de novembro a fevereiro, que é o período de estiagem, mas nunca chegou à situação que estamos hoje”, afirma a síndica Priscila Gama. Nesse verão a situação ficou tão complicada nesse condomínio que os moradores tiveram que usar a água da piscina. Eles encheram os baldes para levar para os banheiros de suas casas para dar descarga porque as artérias não saíram nada. Os reservatórios estão distantes cerca de três quilômetros do outro. De acordo com a Cedae, o Reservatório I foi inaugurado em 2016, custou R$ 75 milhões. O Reservatório II, inaugurado três anos depois, custou R$ 52 milhões. A promessa, na época, era beneficiária de mais de cem mil pessoas. Até hoje nenhum deles foi eficaz integrado ao sistema de distribuição de água. Em setembro de 2023, a Águas do Rio elaborou o plano de verão que começaria em poucos dias. Uma das ações operacionais previstas, para garantir a continuidade da operação, era a operação da operação dos nunca reservatórios Camburi e Queimados I. Um ano antes, em visita técnica, a mesma Águas do Rio atestou que o reservatório estava desativado, sem ter sido utilizado. A vereadora Cintia Batista manteve as autoridades responsáveis por fiscalizar o abastecimento de água para cobrar uma solução para um problema que já poderia ter sido resolvido há muito tempo. A Agenersa, – Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do estado disse que instaurou um processo regulatório e que vai enviar uma equipe técnica ao local para apurar os fatos. A agência cobrou uma posição da concessionária Águas do Rio, que pode ser multada caso sejam constatadas irregularidades. A Águas do Rio disse que os dois reservatórios foram recuperados pela rota inoperante, sem conexão ao sistema de abastecimento e que, desde então, a empresa vem realizando investimentos para permitir a utilização desses equipamentos. A Cedae informou que concluiu as obras dos reservatórios em 2018 e 2019 e que, em 2021, repassou a operação pra Águas do Rio. A prefeitura de Queimados informou que cobra constantemente a Águas do Rio para resolver o problema de abastecimento em Queimados.Moradores de Queimados enfrentam falta d’água enquanto reservatórios que custaram milhões não são usados Moradores de Queimados, na Baixada Fluminense, enfrentam uma falta d’água que se arrasta há anos e se intensifica no verão. O município tem dois reservatórios que foram revelados há quase 10 anos e custaram milhões, mas que nunca foram usados. A promessa era de que as estruturas abastecessem o bairro inteiro. Um condomínio foi inaugurado na região na mesma época e, hoje, depende de caminhão pipa. “Desde que a gente veio pra cá, a gente já tinha essa dificuldade de água nesse período de novembro a fevereiro, que é o período de estiagem, mas nunca chegou à situação que estamos hoje”, afirma a síndica Priscila Gama. Nesse verão a situação ficou tão complicada nesse condomínio que os moradores tiveram que usar a água da piscina. Eles encheram os baldes para levar para os banheiros de suas casas para dar descarga porque as artérias não saíram nada. Os reservatórios estão distantes cerca de três quilômetros do outro. De acordo com a Cedae, o Reservatório I foi inaugurado em 2016, custou R$ 75 milhões. O Reservatório II, inaugurado três anos depois, custou R$ 52 milhões. A promessa, na época, era beneficiária de mais de cem mil pessoas. Até hoje nenhum deles foi eficaz integrado ao sistema de distribuição de água. Em setembro de 2023, a Águas do Rio elaborou o plano de verão que começaria em poucos dias. Uma das ações operacionais previstas, para garantir a continuidade da operação, era a operação da operação dos nunca reservatórios Camburi e Queimados I. Um ano antes, em visita técnica, a mesma Águas do Rio atestou que o reservatório estava desativado, sem ter sido utilizado. A vereadora Cintia Batista manteve as autoridades responsáveis por fiscalizar o abastecimento de água para cobrar uma solução para um problema que já poderia ter sido resolvido há muito tempo. A Agenersa, – Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do estado disse que instaurou um processo regulatório e que vai enviar uma equipe técnica ao local para apurar os fatos. A agência cobrou uma posição da concessionária Águas do Rio, que pode ser multada caso sejam constatadas irregularidades. A Águas do Rio disse que os dois reservatórios foram recuperados pela rota inoperante, sem conexão ao sistema de abastecimento e que, desde então, a empresa vem realizando investimentos para permitir a utilização desses equipamentos. A Cedae informou que concluiu as obras dos reservatórios em 2018 e 2019 e que, em 2021, repassou a operação pra Águas do Rio. A prefeitura de Queimados informou que cobra constantemente a Águas do Rio para resolver o problema de abastecimento em Queimados.[/gpt3]











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