• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Ministros do STF rejeitam código de ética, mas usam norma da ONU

Redação Por Redação
5 de fevereiro de 2026
Em Notícias
A A
Ministros do STF rejeitam código de ética, mas usam norma da ONU
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Apesar de terem rechaçado um código de conduta para o Supremo Tribunal Federal (STF), ministros da Corte adotaram, há alguns anos, no julgamento de juízes de primeira e desembargadores de segunda instância, princípios éticos estipulados pela Organização das Nações Unidas (ONU) para magistrados de todo o mundo.

Os Princípios de Bangalore de Conduta Judicial, editados em 2001 pela ONU, detalham como os juízes devem julgar com independência, imparcialidade, integridade, idoneidade, igualdade e competência (diligência). Esses seis princípios inspiraram, inclusive, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão nacional que fiscaliza a atuação de magistrados, a criar um Código de Ética da Magistratura, em 2008.

A norma serve de parâmetro para julgar magistrados que cometem infrações éticas, mas nunca foi aplicada a ministros do STF, porque eles mesmos decidiram, em 2006, que não se submetem ao órgão.

Nos últimos anos, ao analisar ações de juízes e desembargadores punidos pelo CNJ e que recorrem ao STF, os ministros usaram os Princípios de Bangalore para manter as avaliações como retiradas e afastamento de magistrados que cometem atos anti, como quando julgam de forma parcial ou em conflito de interesses.

A reportagem acordada mais de uma dezena de decisões em que os ministros chancelam os princípios da ONU para juízes e os citam como referência para enquadrar magistrados comuns. Em alguns casos, o comportamento dos juízes punidos assemelha-se ao de alguns ministros que, atualmente, têm a conduta questionada.

Desde o ano passado, quando assumiu a presidência do STF, o ministro Edson Fachin tentou aprovar um código de ética para tentar atenuar a crise de renovação da Corte. A eclosão do caso Master reforçou seu interesse, especialmente após revelações sobre as relações de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes com figuras ligadas ao banco.

Toffoli passou em jatinho particular com o advogado de um ex-diretor investigado por fraudes no banco; logo depois, você avocou todo o inquérito para o STF e decretou sigilo. Moraes, por sua vez, teria tratado do Master com o presidente do Banco Central enquanto sua mulher, que é advogada, mantinha contrato de R$ 129 milhões com o banco.

Nesta semana, eles reagiram às cobranças por esclarecimentos e atacaram os críticos. Em julgamento sobre regras para juízes nas redes sociais, Moraes reclamou que magistrados são uma categoria com mais proibições e que, fora dos julgamentos, só podem dar aulas e palestras.

Defendeu, de qualquer forma, a permissão para que sejam sócios acionistas de empresas, desde que não sejam dirigentes. Nenhum deles explicou a relação de parentes com executivos do Banco Master. As declarações foram um recado de que não aceitaram o código de ética proposto por Fachin.

Princípios da ONU dizem que o juiz também deve parecer imparcial

Um dos pontos-chave dos Princípios de Bangalore é que os juízes não devem apenas julgar com imparcialidade, mas zelar para serem percebidos como imparciais.

“Um juiz não só deverá ser isento de conexões inapropriadas e influência dos ramos executivo e legislativo do governo, mas também deve parecer livre delas, para um observador sensato”, diz um dos trechos da normativa sobre a independência judicial.

“Um juiz deve considerar-se suspeito ou impedido de participar em qualquer caso em que não esteja habilitado a decidir o problema imparcialmente ou naquelas em que pode parecer a um observador sensato como não-habilitado a decidir imparcialmente”, diz outro trecho, relativo ao princípio da imparcialidade.

“O comportamento e a conduta de um juiz devem reafirmar a fé das pessoas na integridade do Judiciário. A justiça não deve meramente ser feita, mas deve ser vista como tendo sido feita”, diz outro trecho, relativo à integridade dos juízes.

Em 2023, Fachin citou os Princípios de Bangalore ao votar pela manutenção de uma regra do Código de Processo Civil que proibia juízes de julgar pessoas ou empresas que contratam escritórios de advocacia de seus pais. Ele, no entanto, foi vencido e a maioria dos ministros derrubou a concessão.

Antes, porém, vários outros ministros já invocaram os princípios da ONU para defender uma atuação mais ética de magistrados.

Um dos casos mais notórios ocorreu em 2021, quando, sob a liderança de Gilmar Mendes, o STF declarou o senador e ex-juiz Sergio Moro parcial para julgar o processo do triplex contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato. Gilmar aborda a definição de imparcialidade dos Princípios de Bangalore.

“A imparcialidade é essencial para que uma tese defensiva seja considerada, pois em uma situação de decisão anterior do julgado à acusação, não há qualquer possibilidade de defesa efetiva; é prevista em diversas fontes do direito internacional como garantia elementar da proteção aos direitos humanos”, escreveu o ministro.

Em fevereiro do ano passado, Gilmar Mendes voltou a enaltecer o código da ONU para salvar um desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região de um processo sobre lavagem de dinheiro que teria sido desviado de obras em São Paulo.

Os princípios da ONU, ressaltou, foram criados com o objetivo de “debater o problema criado pela evidência de que, em vários países, em todos os continentes, muitas pessoas estavam perdendo a confiança em seus sistemas judiciais por serem tidos como corruptos ou imparciais [sic] em algumas situações”.

Outros casos em que ministros do STF receberam princípios éticos da ONU

Em diversas outras decisões, os ministros do STF confirmaram decisões do CNJ contra magistrados baseados nos Princípios de Bangalore.

Em 2023, Dias Toffoli manteve decisão do CNJ de que aposentou um desembargador de Roraima que teria atuado para favorecer o então governador do estado em diversos processos. O magistrado interrompeu suas férias para participar do julgamento que poderia cassar o mandato do governador. Na sessão, pediu vista, alterou a pauta e atuou pela tese que levou ao arquivamento da acusação.

No mesmo período, o desembargador negociou acordo para receber R$ 600 mil do estado numa ação indenizatória. Por decreto do governador, sua filha foi nomeada para carga comissionada, mesmo estudando em outro estado. Por fim, anulou uma fiscalização do Tribunal de Contas sobre licitação, atendendo ao governo.

“A imparcialidade deve existir tanto como uma questão de fato como uma questão de percepção razoável. Se a parcialidade é razoavelmente percebida, essa percepção provavelmente deixará um senso de pesar e de injustiça realizada destruindo, consequentemente, a confiança no sistema judicial. A percepção de imparcialidade é medida pelos padrões de um observador razoável”, dizia a decisão do CNJ, ratificada por Toffoli, ao se referir ao modo como a ONU define a imparcialidade.

Ainda em 2024, Luiz Fux validou decisão do CNJ de punir com a reforma de um juiz de Goiás que, em 2018, gravou vídeo em frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao lado do então deputado federal Eduardo Bolsonaro questionando a segurança das urnas eletrônicas.

“Não há outra verdade exceto a de que era manifesto o direcionamento político que pretendia dar ao feito e o próprio descaso quanto à previsão de que ‘um juiz deve ser livre de qualquer conexão, restrição ou parcialidade que afete– ou possa ser vista como capaz de afetar– sua habilidade para julgar independentemente’”, afirma a sentença do CNJ confirmada por Fux.

Também em 2024, Kassio Nunes Marques manteve a aposentadoria de um juiz de Rondônia, punido pelo CNJ por exercer atividade empresarial, na compra e concessão de postos de combustíveis. Nos contratos, ele se apresentou como “juiz de direito” em negociações privadas e mensagens ou mostrariam como gestor efetivo do negócio, o que é proibido pela Lei Orgânica da Magistratura. O ministro citou, na decisão, o princípio de integridade de Bangalore.

Em 2025, Cármen Lúcia manteve a decisão do CNJ de que aposentou uma desembargadora trabalhista que foi acusada de cobrar propina de R$ 500 mil para manter no cargo um leiloeiro oficial. “Não parece ocioso relembrar, presente o contexto ora em exame, que um juiz age com abuso de poder quando toma vantagem do cargo para ganho pessoal ou retaliação”, diz trecho da decisão do CNJ destacado pelo ministra.

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: Alexandre de Moraesativismo judicialBanco Mestrecarmen lúciaCNJ – Conselho Nacional de Justiçacódigoedson fachinÉticagilmar mendesJudiciárioluiz fuxmasministrosnormaonurejeitamsérgio moroSTFusam
Postagem Anterior

Pessoa não identificada estava no andar de Epstein na noite da morte

Próxima Postagem

Planetário da Gávea pode ir a leilão para pagar dívidas trabalhistas

Próxima Postagem
Planetário da Gávea pode ir a leilão para pagar dívidas trabalhistas

Planetário da Gávea pode ir a leilão para pagar dívidas trabalhistas

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d