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Mercado de aluguéis de curta temporada é impulsionado pelo carnaval; modalidade dividir opiniões

Redação Por Redação
19 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Mercado de aluguéis de curta temporada é impulsionado pelo carnaval; modalidade dividir opiniões
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Mercado de aluguéis de curta temporada é impulsionado pelo carnaval; modalidade dividir opiniões
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Aluguéis de curta temporada voltam ao centro de debate no carnaval Aluguéis de curta temporada são motivo de preocupação nos condomínios do país. Com a chegada do carnaval, o tema voltou a ser composto entre moradores e administradores. A modalidade é uma fonte de renda importante para muitas pessoas e divide opiniões. No Rio de Janeiro, a regulamentação desse tipo de aluguel está em discussão desde 2025 na Câmara dos Vereadores. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Luciana Santiago de Paula, síndica profissional e responsável por administrar diversos condomínios do Rio, disse que enfrentou dor de cabeça com a situação. A lista de reclamações sobre os hóspedes temporários é grande. “[Os hóspedes] Acabam que não têm uma preocupação com a segurança do condomínio. Então, por algumas vezes, deixe portas abertas. Há uma sobrecarga por algumas vezes nos elevadores, visitas inesperadas, excesso de hóspedes.” Uma das maiores dificuldades é encontrar um consenso entre os moradores: “É difícil, mas com reuniões, frequências da assembleias a gente consegue chegar.” é síndica profissional e administra seus imóveis no Rio Reprodução/TV Globo O texto prevê: Ter inscrição válida como prestador de serviço turístico no cadastro do Ministério do Turismo; Ter inscrição na prefeitura; do Rio, 30% dos anfitriões são aposentados “Isso é um ponto de complementação de renda, de desenvolvimento da atividade turística. Isso aí hoje em dia se torna uma renda muito importante. Você vê que apartamentos e prédios deteriorados têm melhorado”, explica Márcio Milech, diretor jurídico da Associação Brasileira de Locadores por Temporada. “Então, a locação por temporada é hoje um pilar que não tem como não se pensar na atividade de turismo sem a locação por temporada”, acrescentou. As cidades de Nova York e Barcelona banir a contratação de alguns curtos por aplicativo. Por um lado, os turistas movimentam a economia local. Por outro lado, o boom dos aluguéis de temporada leva a um aumento do preço do aluguel por períodos prolongadas. “Você gera uma alta nessas localizações. Com isso, você pressionou a população que não tem renda para continuar naquele local e de uma certa forma essa é a dinâmica da cidade. A partir desse feito, você tem que criar estruturas e regulamentos qualquer tipo de edificação de curta temporada. Para quê? Porque a gente precisa ter segurança. Não pode abrir mão disso”, diz o urbanista Álvaro Albernaz. Aluguéis de curta temporada voltam ao centro de debate no carnaval Reprodução/TV Globo O que diz o Airbnb Para o Airbnb, a principal plataforma de aluguéis por curto prazo, o aluguel por temporada é regulado pela lei do inquilinato e proibir esse tipo de locação viola o direito de propriedade de quem aluga seu imóvel. A plataforma disse ainda vem colaborando com o debate regulatório na cidade do Rio de Janeiro. Leia abaixo a nota na íntegra: “O aluguel por temporada é regulamentado pela Lei do Inquilinato (Lei Federal nº 8.245/1991). Proibir essa locação viola o direito de propriedade de quem aluga seu imóvel. A plataforma tem um histórico de trabalho com governos no Brasil e no mundo e vem colaborando com o debate regulatório na cidade do Rio de Janeiro, para demonstrar a importância da atividade na absorção da demanda turística e na geração de renda extra para anfitriões. A plataforma está comprometida em apoiar o crescimento econômico no Brasil e defender um modelo que gera renda extra para milhares de famílias e movimenta a economia do turismo. De acordo com um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), a plataforma movimentou R$ 99,8 bilhões no Brasil em um ano, sustentando 627,6 mil lucros e gerando R$ 8 bilhões em tributos diretos, adicionando R$ 55,8 bilhões ao PIB do país em 2024. Na cidade do Rio de Janeiro, a atividade movimentou R$ 9,9 bilhões na economia, sustentando 61,6 mil bilhões e adicionando R$ 5,6 bilhões ao PIB local”.
Aluguéis de curta temporada voltam ao centro de debate no carnaval Aluguéis de curta temporada são motivo de preocupação nos condomínios do país. Com a chegada do carnaval, o tema voltou a ser composto entre moradores e administradores. A modalidade é uma fonte de renda importante para muitas pessoas e divide opiniões. No Rio de Janeiro, a regulamentação desse tipo de aluguel está em discussão desde 2025 na Câmara dos Vereadores. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Luciana Santiago de Paula, síndica profissional e responsável por administrar diversos condomínios do Rio, disse que enfrentou dor de cabeça com a situação. A lista de reclamações sobre os hóspedes temporários é grande. “[Os hóspedes] Acabam que não têm uma preocupação com a segurança do condomínio. Então, por algumas vezes, deixe portas abertas. Há uma sobrecarga por algumas vezes nos elevadores, visitas inesperadas, excesso de hóspedes.” Uma das maiores dificuldades é encontrar um consenso entre os moradores: “É difícil, mas com reuniões, frequências da assembleias a gente consegue chegar.” é síndica profissional e administra seus imóveis no Rio Reprodução/TV Globo O texto prevê: Ter inscrição válida como prestador de serviço turístico no cadastro do Ministério do Turismo; Ter inscrição na prefeitura; do Rio, 30% dos anfitriões são aposentados “Isso é um ponto de complementação de renda, de desenvolvimento da atividade turística. Isso aí hoje em dia se torna uma renda muito importante. Você vê que apartamentos e prédios deteriorados têm melhorado”, explica Márcio Milech, diretor jurídico da Associação Brasileira de Locadores por Temporada. “Então, a locação por temporada é hoje um pilar que não tem como não se pensar na atividade de turismo sem a locação por temporada”, acrescentou. As cidades de Nova York e Barcelona banir a contratação de alguns curtos por aplicativo. Por um lado, os turistas movimentam a economia local. Por outro lado, o boom dos aluguéis de temporada leva a um aumento do preço do aluguel por períodos prolongadas. “Você gera uma alta nessas localizações. Com isso, você pressionou a população que não tem renda para continuar naquele local e de uma certa forma essa é a dinâmica da cidade. A partir desse feito, você tem que criar estruturas e regulamentos qualquer tipo de edificação de curta temporada. Para quê? Porque a gente precisa ter segurança. Não pode abrir mão disso”, diz o urbanista Álvaro Albernaz. Aluguéis de curta temporada voltam ao centro de debate no carnaval Reprodução/TV Globo O que diz o Airbnb Para o Airbnb, a principal plataforma de aluguéis por curto prazo, o aluguel por temporada é regulado pela lei do inquilinato e proibir esse tipo de locação viola o direito de propriedade de quem aluga seu imóvel. A plataforma disse ainda vem colaborando com o debate regulatório na cidade do Rio de Janeiro. Leia abaixo a nota na íntegra: “O aluguel por temporada é regulamentado pela Lei do Inquilinato (Lei Federal nº 8.245/1991). Proibir essa locação viola o direito de propriedade de quem aluga seu imóvel. A plataforma tem um histórico de trabalho com governos no Brasil e no mundo e vem colaborando com o debate regulatório na cidade do Rio de Janeiro, para demonstrar a importância da atividade na absorção da demanda turística e na geração de renda extra para anfitriões. A plataforma está comprometida em apoiar o crescimento econômico no Brasil e defender um modelo que gera renda extra para milhares de famílias e movimenta a economia do turismo. De acordo com um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), a plataforma movimentou R$ 99,8 bilhões no Brasil em um ano, sustentando 627,6 mil lucros e gerando R$ 8 bilhões em tributos diretos, adicionando R$ 55,8 bilhões ao PIB do país em 2024. Na cidade do Rio de Janeiro, a atividade movimentou R$ 9,9 bilhões na economia, sustentando 61,6 mil bilhões e adicionando R$ 5,6 bilhões ao PIB local”.[/gpt3]

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