• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Mendonça fala em autonomia, mas STF deve impor limites

Redação Por Redação
20 de fevereiro de 2026
Em Notícias
A A
Mendonça fala em autonomia, mas STF deve impor limites
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou a interlocutores e pertinente em decisão judicial nesta semana que a Polícia Federal (PF) terá “carta branca” para investigar o caso envolvendo o Banco Master, que ele próprio classifica como o mais relevante de sua trajetória. Mas analistas avaliam que a atuação de Mendonça deve encontrar limites institucionais e políticos dentro do STF, sobretudo diante do histórico recente de tensão entre a PF e a Corte e a forma como a relatoria foi retirada de Dias Toffoli. Esse cenário alimenta dúvidas sobre o alcance real da autonomia prometida à investigação.

A atuação do ministro no caso Master é vista por juristas e investigador como uma prova de fogo, já que a promessa de autonomia tende a conviver com mecanismos de controle típicos do STF. Na prática, decisões sobre sigilo, acesso a provas e abertura de novas frentes investigativas permanecerão sob o comando do relator, o que pode impor limites ao alcance da atuação policial e indicar se a investigação avançará com maior independência ou seguirá submetido a um monitoramento rigoroso.

Na quinta-feira, André Mendonça autorizou a Polícia Federal a seguir com o fluxo normal de trabalho pericial na investigação ligada à Operação Compliance Zero. Isso inclui a análise e a proteção de dados de cerca de 100 dispositivos eletrônicos a descobertos, a realização de ações de investigações e testemunhas e a custódia do material nos depósitos da própria PF, medidas consideradas convenientes diante da complexidade e do volume de provas digitais.

A decisão atende ao pedido do pesquisador para agilizar os exames técnicos e evitar risco de perda de dados, preservando a cadeia de custódia. Isso porque Toffoli, o antigo relator, havia determinado que o material apreendido ficava sob custódia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e os interrogatórios eram realizados pelos policiais na sede do STF.

Por sua vez, Mendonça determinou regras de sigilo e compartimentação das informações, restringindo o acesso apenas aos policiais diretamente envolvidos no caso e exigindo justificativa prévia para abertura de novos inquéritos ou investigações relacionadas. O ministro manteve o nível de sigilo dos automóveis e localização que qualquer nova purificação ligada ao caso deverá ser submetida previamente a ele, reforçando o controle judicial sobre os próximos passos da investigação.

Caso será “prova de fogo” para Mendonça

A saída de Toffoli da relatoria e a transferência do processo para Mendonça abriram uma nova etapa na investigação sobre o caso Master, que ganhou peso institucional após um relatório da Polícia Federal apontou menções ao ex-relator Dias Toffoli em diálogos extraídos de aparelhos apreendidos com o dono do Master, o banqueiro Daniel Vorcaro, além de encontros pessoais entre ambos ao longo dos últimos anos.

A solução foi construída internamente no tribunal, sem declaração formal de impedimento ou suspeita de Toffoli, ou que preserva atos processuais anteriores, mas também mantém controvérsias jurídicas e políticas.

Para juristas, a mudança foi interpretada como tentativa de reduzir a pressão sobre o Supremo e reorganizar o ambiente político em torno do caso. Mas eles se mostraram céticos sobre avanços na investigação sob supervisão de Mendonça e a pressão institucional que pesa sobre ele, tendo em vista que nomes de outros ministros e seus familiares podem surgir nas investigações.

Os ministros e familiares não são investigados no caso, mas recaiem questionamentos, por exemplo, sobre uma mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, que receberia R$ 129 milhões por serviços prestados ao Master, segunda apuração do jornal O Globo.

“Ele [Mendonça] é um ministro que chegou ao Supremo não faz muito. Podemos tentar fazer a diferença neste caso, que é enorme e que ainda guarda proporções que nem imaginamos, mas não sei se há um plano de avanço diante de uma pressão institucional que Mendonça possa sofrer para resguardar a imagem de ministros e da própria Corte”, alerta a doutora em Direito Público Clarisse Andrade.

Para o constitucionalista André Marsiglia, Mendonça enfrentou um teste decisivo na condução do caso. Segundo ele, a relatoria pode representar duas leituras opostas: a de que o caso foi entregue ao ministro por sua postura considerada dissidente em relação à maioria do tribunal, ou a de que a mudança não alterará favorecendo o boato das apurações. O STF afirma que a distribuição da relatoria dos casos é feita por sorteio.

Marsiglia sustenta que a saída de Toffoli, por si só, não significa moralização do processo. “O factor determinante será a condução concreta do novo relator, especialmente decisões sobre acesso a provas, diligências e eventual responsabilização de autoridades com foro privilegiado”, alerta.

Para o investigador próximo do caso, não há qualquer acusação, por ora, que Mendonça derrube o sigilo do caso, nem que o remeta imediatamente em primeira instância, como é defendido por juristas.

“Vale destacar que esse é um caso que sequer deveria estar no STF nem com esse grau intenso de sigilo, rodeado de polêmicas. Um escândalo como esse deveria ser público e tratado da forma mais transparente possível, porque o rombo somente ao Fundo Garantidor de Crédito já soma quase R$ 51 bilhões. É de amplo interesse público”, destacou Marsiglia. Na avaliação do jurista, se houver intenções consistentes, a investigação precisa avançar sem restrições.

A doutora em Direito Financeiro Piedade de Oliveira defende que a pressão institucional da imprensa e do Congresso permaneça e que as mudanças formais não substituam o aprofundamento das apurações quando há suspeitas relevantes envolvendo recursos públicos e possíveis relações com autoridades.

“Está se falando de um escândalo de bilhões que atingiu milhões de usuários do sistema financeiro. A transparência e a publicidade do caso é que define, não apenas o respeito às instituições, mas o respeito ao sistema financeiro nacional”, reforça.

VEJA TAMBÉM:

  • Dias Toffoli

    Toffoli e Vorcaro se encontraram uma dúzia de vezes entre 2023 e 2025, aponta PF

Analistas mostram ceticismo sobre mudanças efetivas

O constitucionalista Alessandro Chiarottino afirma não ver motivos para esperar mudanças significativas na condução do processo. Segundo ele, a dinâmica interna do Supremo demonstra forte coesão entre ministros, inclusive aqueles que já divergiram em outros benefícios. Ele menciona o caso de Luiz Fux no julgamento da suposta tentativa de golpe de Estado.

Na avaliação de Chiarottino, esse “espírito de corpo” tende a limitar os impactos práticos decorrentes apenas da troca de relator. Para o jurista, diferenças individuais relatadas se traduzem em mudanças estruturais quando o caso envolve a própria instituição. Ainda assim, ele aponta como aspecto positivo o aumento da atenção pública sobre o tema, o que pode estimular maior cobrança por transparência.

Para Piedade de Oliveira, a forma como o Supremo retirou Toffoli da relatoria sem consideração impedimento formal provocou reações divergentes. Ela lembra que o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior classificou essa solução como atípica, avaliando que a medida teria sido baseada mais em conveniência institucional do que em critérios objetivos.

O aposentado do STF Celso de Mello chegou a dizer que, em matéria de ética pública, a simples dúvida razoável sobre a isenção de um julgador pode afetar a revisão da instituição, mesmo sem prova de irregularidade. Para ele, a aparência de impropriedade tem impacto direto na confiança social.

“Não devemos esquecer que o reconhecimento formal de suspeita de um ministro poderia gerar consequências processuais relevantes, como a nulidade de atos e questionamentos sobre decisões já tomadas. Porém, Toffoli deveria ter reforçado o caso lá no fim do ano passado por um conflito direto de interesses”, avalia Marsiglia.

VEJA TAMBÉM:

  • A oposição no Congresso adota uma série de medidas para avançar nas investigações sobre o caso Master

    Pressão pela CPMI, impeachment e levantamento de dados: como a oposição atua no caso Master

Autonomia da PF e interna interna

Para Chiarottino, o foco se volta agora para a decisão de que o STF terá que fazer entre preservar a investigação e proteger a imagem do tribunal. Entre o investigador, as declarações de Mendonça sobre a “carta branca” à Polícia Federal foram interpretadas como contraponto ao período anterior, quando as decisões de Toffoli impuseram restrições ao acesso e à análise do material apreendido, segundo apurou a reportagem.

“Vamos ver se na prática isso ocorrerá de fato porque os áudios vazados da reunião fechada dos ministros indicaram que parte dos próprios ministros é crítica à atuação da PF”, destacou o criminalista Márcio Nunes. Ele se refere aos diálogos reproduzidos pelo portal Poder 360 que mostra um posicionamento do próprio Mendonça contrário à iniciativa da PF de elaborar um relatório relacionado ao nome de Toffoli.

“A autonomia prometida pode superar limites práticos, seja por decisões processuais, seja pelo ambiente institucional em torno do caso. A operação desta semana contra profissionais da Receita Federal que deveria fornecer informações vazadas de ministros e familiares é uma prova de tensionamento entre as instituições e que a investigação não corre em uma única frente”, completa Nunes.

Segundo Chiarottino, os próximos despachos de Mendonça, especialmente sobre compartilhamento de provas e diligências, indicarão se a investigação seguirá com maior abertura ou se permanecerá sob forte controle judicial. “Eu arriscaria dizer que seguirá com forte controle judicial”, destaca.

Para os juristas ouvidos pela reportagem, o resultado da investigação e relatoria do caso Master vai depender menos das declarações públicas e mais das decisões concretas que serão tomadas logo nas próximas etapas.

“O processo passou a ser visto como um teste não apenas para o novo relator, mas para a própria capacidade das instituições de lidar com investigações sensíveis envolvendo recursos públicos, autoridades e o equilíbrio entre autonomia investigativa e controle judicial”, completa Márcio Nunes.

VEJA TAMBÉM:

  • Sede da Previdência do Amapá, que teve como presidente indicado de Alcolumbre

    Investigação apura se ex-presidente da Amprev foi focada em investir R$ 400 milhões no Master

  • CPMI do INSS

    CPMI pede devolução de dados confidenciais do Master após saída de Toffoli

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: André MendonçaautonomiaBanco MestreCelso de Mellodevedias toffolifalagilmar mendesImpeachmentimporjustiçalimitesluiz fuxmasMendonçapolicia federalreceita federalSTF
Postagem Anterior

Bolsa bate recorde e dólar cai para R$ 5,17 com fim de tarifaço

Próxima Postagem

Laudo aponta abuso e asfixia no bebê; adolescente confessa o crime

Próxima Postagem
Laudo aponta abuso e asfixia no bebê; adolescente confessa o crime

Laudo aponta abuso e asfixia no bebê; adolescente confessa o crime

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

VENDE – SE BANCO DIGITAL

VENDE SE BANCO DIGITAL

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d