• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Mendonça e Fux votam para manter Vorcaro preso

Redação Por Redação
13 de março de 2026
Em Notícias
A A
Mendonça e Fux votam para manter Vorcaro preso
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


Os ministros André Mendonça e Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram nesta sexta-feira (13) para manter preso preventivamente o banqueiro Daniel Vorcaro por suspeitas de tentativa de intervenção de Justiça no processo a que respondem por supostas fraudes cometidas pelo seu liquidado Banco Master. O empresário foi detido na semana passada durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, e está abrigado na Penitenciária Federal de Brasília.

Mendonça é o relator da ação na Corte referente às investigações do Banco Master, e decidiu monocraticamente pela prisão de Vorcaro e mais três aliados durante a operação. Com isso, ele tomou a decisão para julgamento colegiado da Segunda Turma da Corte em plenário virtual, que começou nesta manhã e vai até o dia 20 se não houver um pedido de vista (mais tempo para análise) ou destaque para levar o caso ao plenário. Nesta modalidade, os ministros apenas depositam os seus votos, muitas vezes sem apresentarem justificativa.

Ainda faltam votar os ministros Gilmar Mendes, que preside o colegiado, e Kássio Nunes Marques. Já Dias Toffoli foi declarado suspeito por foro íntimo e não participará do julgamento.

Como o colegiado é com apenas quatro membros com a suspeita de Toffoli, um eventual placar de empate pode beneficiar o banqueiro e soltá-lo da prisão. O regimento interno do STF prevê que uma decisão de empate deve ser favorável ao investigado.

VEJA TAMBÉM:

  • Daniel Vorcaro

    Vorcaro sinalizou delação premiada à PF antes mesmo de ser preso; defesa negativa tratativa

O que disse Mendonça no voto

Ao longo do voto de 53 páginas, Mendonça rebate as alegações da defesa sobre as mensagens evidenciadas que levaram à segunda prisão de Vorcaro, e que os fatos levantados pela Polícia Federal “robustecem ainda mais os elementos de verificação já devidamente verificados e apontados, à descoberta, na decisão ou ora submetido a referendo” (veja voto na íntegra).

“Diante da gravidade da teoria do material já identificado, e dos riscos evidenciados a diversos bens jurídicos tutelados pela lei penal, não há como aguardar o encerramento de todas as diligências pendentes para adoção das medidas de natureza cautelar disposições pela legislação de regência, sob pena de se permitir a concretização e/ou o agravamento de prejuízos irreparáveis ​​à segurança física das pessoas, à economia popular e ao sistema financeiro nacional”, completou.

O ministro citou, ainda, que as mensagens comprovadas eram apenas no primeiro celular apreendido, e que ainda há mais oito aparelhos a serem periciados.

Por outro lado, Mendonça suspendeu a ordem de prisão preventiva apenas ao homem indicado como operador do grupo de Vorcaro para suposta ameaça e coação de desafetos do empresário, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, que se suicidou na prisão na semana passada.

“Voto pelo referendo à medida cautelar, excetuado apenas o comando destinado ao investigado Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, porque veio a falecer, ocasionando a superveniente perda da eficácia da decisão, especificamente em relação à fração que recai sobre si”, escreveu o ministro.

Fux seguiu na íntegra o voto de Mendonça e não fez ressalvas.

Obstrução de Justiça

Na semana passada, ao episódio da prisão do banqueiro, André Mendonça citou o alto risco de obstruir o andamento das investigações, ocultação de bens e o risco que as testemunhas estariam correndo por sua “milícia privada”, que mensagens revelaram planos de intimidação inclusive com o uso de violência física.

“Existem fortes acusações da existência de grupo destinado a intimidar adversários e monitorar autoridades, o que revela risco concreto de interferência nas investigações. […] Caso os investigados permaneçam em liberdade, há o elevado risco de articulação com agentes públicos e continuidade da prática de ocultação e reciclagem de capitais por meio da utilização de empresas de fachada”, escreveu Mendonça na ocasião.

Vorcaro foi preso, primeiramente, na Penitenciária 2 de Potim, no interior do estado de São Paulo e, posteriormente, transferido para a Penitenciária Federal de Brasília por conta do risco de vida que poderia correr. No presídio de segurança máxima, onde também estão abrigados chefes de facções criminosas, André Mendonça concedeu o benefício de que as comunicações do empresário e seus advogados não sejam monitorados pela autoridade.

Daniel Vorcaro foi preso pela segunda vez junto de outros três aliados que fariam parte de um grupo chamado de “A Turma”, em que o empresário emitia ordens para, entre outras determinações, ameaçar, intimidar e coagir testemunhas. Foram presos seu cunhado, o empresário e pastor Fabiano Zettel, apontado como operador financeiro do grupo; um homem que seria o responsável por operacionalizar as ordens contra desafetos – Luiz Phillipi Machado Mourão, conhecido como “Sicário” e que se suicidou na prisão na semana passada – e o ex-policial federal Marilson Roseno da Silva.

Também se descobriu que dois servidores do Banco Central foram cooptados por Vorcaro para lhe fornecer informações privilegiadas como uma espécie de consultoria informal mediante pagamento de propina. Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana, atuavam em áreas responsáveis ​​pela fiscalização e controle, e seriam responsáveis ​​diretamente por medidas tomadas contra o Mestre. Eles não foram presos, mas afastados formalmente de suas funções na autoridade monetária.

Apurou-se, ainda, que o grupo de Vorcaro tinha capacidade para invadir sistemas estatais sigilosos de segurança, como Ministério Público, Polícia Federal e Judiciário, e até mesmo de organismos internacionais, como a Interpol.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: André MendonçaBanco MestreDaniel VorcaroFuxJudiciáriomanterMendonçaparapresoSTFVorcarovotam
Postagem Anterior

Tributo do Globo de Ouro no Rio terá homenagens a Fernanda Montenegro e Antonio Pitanga

Próxima Postagem

Universidade firma acordo de cooperação técnica com o Observatório Nacional de Volta Redonda

Próxima Postagem
Universidade firma acordo de cooperação técnica com o Observatório Nacional de Volta Redonda

Universidade firma acordo de cooperação técnica com o Observatório Nacional de Volta Redonda

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

VENDE – SE BANCO DIGITAL

VENDE SE BANCO DIGITAL

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Cookies
Servimos cookies. Se acha que está tudo certo, clique em "aceitar tudo". Você também pode escolher que tipo de cookies deseja clicando em "configurações".
Configurações Aceitar tudo
Cookies
Escolha que tipo de cookies aceitar. Sua escolha será salva por um ano.
  • Necessário
    Esses cookies não são opcionais. São necessários para o funcionamento do site.
  • Estatísticas
    Para que possamos melhorar a funcionalidade e a estrutura do site, com base em como o site é usado.
  • Experiência
    Para que o nosso site funcione o melhor possível durante a sua visita. Se você recusar esses cookies, algumas funcionalidades desaparecerão do site.
  • Marketing
    Ao compartilhar seus interesses e comportamento ao visitar nosso site, você aumenta a chance de ver conteúdo e ofertas personalizadas.
Salvar Aceitar tudo
Vá para versão mobile
%d