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Megaoperação no RJ tinha como alvo 32 paraenses que comandavam crimes à distância, diz polícia do PA

Redação Por Redação
28 de outubro de 2025
Em Notícias
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Megaoperação no RJ tinha como alvo 32 paraenses que comandavam crimes à distância, diz polícia do PA
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Megaoperação no RJ tinha como alvo 32 paraenses que comandavam crimes à distância, diz polícia do PA
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Cenas de guerra: megaoperação contra facção é a mais letal da história do RJ A megaoperação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha deixou pelo menos 64 mortos e 81 presos nesta terça-feira (28). Entre os 100 alvos da ação, 32 eram paraenses investigados por comandar a criminalidade no Pará à distância, segundo a Polícia Civil do Pará. ASSISTA À COBERTURA AO VIVO Os 32 paraenses são investigados por envolvimento em crimes como tráfico de drogas, homicídios, roubos e organização criminosa. A Polícia Civil do Pará afirmou que participou da operação por meio da troca de informações com a Polícia Civil do Rio de Janeiro. “A PCPA mantém contato constante com a PCRJ, com a presença de policiais civis no Estado do RJ e permanente troca de informações de investigações e de inteligência”, afirmou a corporação em nota. A operação, considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro, teve como objetivo principal desarticular o controle do Comando Vermelho sobre territórios estratégicos da Zona Norte da capital fluminense. Represálias No início da tarde, o tráfico orquestrou represálias em vários pontos da cidade do RJ, que vive horas de tensão em um cenário de guerra. Barricadas, com veículos feitos ou entulho, foram feitas na Linha Amarela, no Grajaú-Jacarepaguá e na Rua Dias da Cruz, no Méier, entre muitos outros locais. Em função dos bloqueios múltiplos, o Centro de Operações e Resiliência (COR) do Rio elevou o estágio operacional da cidade para o nível 2, de uma escala de 5. A PM mandou colocar todo o efetivo na rua, para tal, suspendeu as atividades administrativas. Trata-se de mais uma etapa da Operação Contenção, uma iniciativa permanente do governo do estado de combate ao avanço do CV por territórios fluminenses. Pelo menos 2.500 agentes das forças de segurança do RJ saíram para cumprir 100 mandados de prisão. Na chegada das equipes, ainda no fim da madrugada, os traficantes reagiram aos tiros e com barricadas em chamas. Um vídeo mostra quase 200 disparos em 1 minuto, em meio a colunas de fumaça (assista aqui). A Polícia Civil afirmou ainda que, em retaliação, os criminosos lançaram bombas com drones. Outros fugiram em fila indiana pela parte alta da comunidade, em uma cena semelhante à disparada de bandidos em 2010, quando da ocupação do Alemão. Quem são os policiais Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, conhecido como Máskara, recém-promovido chefe de investigação da 53ª DP (Mesquita); Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, da 39ª DP (Pavuna); Cleiton Searafim Gonçalves, policial do Bope; Herbert, policial do Bope. Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho e Rodrigo Velloso Cabral Reprodução Balanço da operação 60 suspeitos mortos em confronto. Dois eram da Bahia; outro, do Espírito Santo. 2 policiais civis e 2 policiais militares foram mortos. Além deles, três inocentes foram feridos: um homem em situação de rua foi atingido nas costas por uma bala perdida e levada para o Getúlio Vargas; uma mulher que estava em uma academia também foi ferida, mas já recebeu alta; é um homem que estava num ferro-velho. 81 pessoas foram presas. Os policiais apreenderam 75 fuzis, 2 pistolas e 9 motos. Infográfico – megaoperação contra facção no Rio tem mortos e feridos Arte/g1 Operador do CV preso Entre os mais de 80 presos está Thiago do Nascimento Mendes, o Belão do Quitungo, um dos chefes do Comando Vermelho da região. Outro capturado é Nicolas Fernandes Soares, apontado como operador financeiro de um dos altos chefes do CV, Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso. O secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor Santos, afirmou que a operação foi planejada com antecedência e não contou com apoio do governo federal. “Toda essa logística é do próprio estado. São aproximadamente 9 milhões de metros quadrados de desordem no Rio de Janeiro”, disse. Santos destacou que cerca de 280 mil pessoas vivem em áreas afetadas pela operação. “Essa é a realidade. Lamentamos profundamente as pessoas feridas, mas essa é uma ação necessária, planejada, com inteligência, e que vai continuar”, afirmou o secretário. Mais tarde, em entrevista coletiva, o governador Cláudio Castro afirmou que o governo federal negou ajuda para operações policiais no RJ e que, por isso, o estado “estava sozinho” nesta manhã nos complexos do Alemão e da Penha. “Tivemos pedidos negados 3 vezes: para emprestar o blindado, tinha que ter GLO, e o presidente [Lula] é contra a GLO. Cada dia uma razão para não estar colaborando”, reclamou Castro. Em resposta, o governo federal negou a falta de ajuda e disse que foi atendido a todos os pedidos do governo do estado para o emprego da Força Nacional. Em retaliação à ação policial, os criminosos lançaram bombas com drones no Complexo da Penha Alvos de outros estados A ação desta terça, que também conta com promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), foi deflagrada após 1 ano de investigação pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). Participam policiais militares do Comando de Operações Especiais (COE) e das unidades operacionais da PM da capital e Região Metropolitana. Já a Polícia Civil mobilizou agentes de todas as delegacias especializadas, distritais, do Departamento de Combate à Lavagem de Dinheiro e da Subsecretaria de Inteligência. Um A Operação Contenção conta ainda com helicópteros, blindados e veículos de demolição, além de ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate. LEIA MAIS: Em retaliação à ação policial, criminosos lançaram bombas com drones no Complexo da Penha; VÍDEO Secretário cita ‘9 milhões de m² de desordem’ na Penha e no Alemão e que é preciso que ‘estado, União e município se sinta à mesa’ VÍDEO: criminosos fogem na fila indiana da Vila Cruzeiro durante operação no Complexo do Alemão e Penha Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre a megaoperação no Rio de Janeiro
Cenas de guerra: megaoperação contra facção é a mais letal da história do RJ A megaoperação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha deixou pelo menos 64 mortos e 81 presos nesta terça-feira (28). Entre os 100 alvos da ação, 32 eram paraenses investigados por comandar a criminalidade no Pará à distância, segundo a Polícia Civil do Pará. ASSISTA À COBERTURA AO VIVO Os 32 paraenses são investigados por envolvimento em crimes como tráfico de drogas, homicídios, roubos e organização criminosa. A Polícia Civil do Pará afirmou que participou da operação por meio da troca de informações com a Polícia Civil do Rio de Janeiro. “A PCPA mantém contato constante com a PCRJ, com a presença de policiais civis no Estado do RJ e permanente troca de informações de investigações e de inteligência”, afirmou a corporação em nota. A operação, considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro, teve como objetivo principal desarticular o controle do Comando Vermelho sobre territórios estratégicos da Zona Norte da capital fluminense. Represálias No início da tarde, o tráfico orquestrou represálias em vários pontos da cidade do RJ, que vive horas de tensão em um cenário de guerra. Barricadas, com veículos feitos ou entulho, foram feitas na Linha Amarela, no Grajaú-Jacarepaguá e na Rua Dias da Cruz, no Méier, entre muitos outros locais. Em função dos bloqueios múltiplos, o Centro de Operações e Resiliência (COR) do Rio elevou o estágio operacional da cidade para o nível 2, de uma escala de 5. A PM mandou colocar todo o efetivo na rua, para tal, suspendeu as atividades administrativas. Trata-se de mais uma etapa da Operação Contenção, uma iniciativa permanente do governo do estado de combate ao avanço do CV por territórios fluminenses. Pelo menos 2.500 agentes das forças de segurança do RJ saíram para cumprir 100 mandados de prisão. Na chegada das equipes, ainda no fim da madrugada, os traficantes reagiram aos tiros e com barricadas em chamas. Um vídeo mostra quase 200 disparos em 1 minuto, em meio a colunas de fumaça (assista aqui). A Polícia Civil afirmou ainda que, em retaliação, os criminosos lançaram bombas com drones. Outros fugiram em fila indiana pela parte alta da comunidade, em uma cena semelhante à disparada de bandidos em 2010, quando da ocupação do Alemão. Quem são os policiais Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, conhecido como Máskara, recém-promovido chefe de investigação da 53ª DP (Mesquita); Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, da 39ª DP (Pavuna); Cleiton Searafim Gonçalves, policial do Bope; Herbert, policial do Bope. Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho e Rodrigo Velloso Cabral Reprodução Balanço da operação 60 suspeitos mortos em confronto. Dois eram da Bahia; outro, do Espírito Santo. 2 policiais civis e 2 policiais militares foram mortos. Além deles, três inocentes foram feridos: um homem em situação de rua foi atingido nas costas por uma bala perdida e levada para o Getúlio Vargas; uma mulher que estava em uma academia também foi ferida, mas já recebeu alta; é um homem que estava num ferro-velho. 81 pessoas foram presas. Os policiais apreenderam 75 fuzis, 2 pistolas e 9 motos. Infográfico – megaoperação contra facção no Rio tem mortos e feridos Arte/g1 Operador do CV preso Entre os mais de 80 presos está Thiago do Nascimento Mendes, o Belão do Quitungo, um dos chefes do Comando Vermelho da região. Outro capturado é Nicolas Fernandes Soares, apontado como operador financeiro de um dos altos chefes do CV, Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso. O secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor Santos, afirmou que a operação foi planejada com antecedência e não contou com apoio do governo federal. “Toda essa logística é do próprio estado. São aproximadamente 9 milhões de metros quadrados de desordem no Rio de Janeiro”, disse. Santos destacou que cerca de 280 mil pessoas vivem em áreas afetadas pela operação. “Essa é a realidade. Lamentamos profundamente as pessoas feridas, mas essa é uma ação necessária, planejada, com inteligência, e que vai continuar”, afirmou o secretário. Mais tarde, em entrevista coletiva, o governador Cláudio Castro afirmou que o governo federal negou ajuda para operações policiais no RJ e que, por isso, o estado “estava sozinho” nesta manhã nos complexos do Alemão e da Penha. “Tivemos pedidos negados 3 vezes: para emprestar o blindado, tinha que ter GLO, e o presidente [Lula] é contra a GLO. Cada dia uma razão para não estar colaborando”, reclamou Castro. Em resposta, o governo federal negou a falta de ajuda e disse que foi atendido a todos os pedidos do governo do estado para o emprego da Força Nacional. Em retaliação à ação policial, os criminosos lançaram bombas com drones no Complexo da Penha Alvos de outros estados A ação desta terça, que também conta com promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), foi deflagrada após 1 ano de investigação pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). Participam policiais militares do Comando de Operações Especiais (COE) e das unidades operacionais da PM da capital e Região Metropolitana. Já a Polícia Civil mobilizou agentes de todas as delegacias especializadas, distritais, do Departamento de Combate à Lavagem de Dinheiro e da Subsecretaria de Inteligência. Um A Operação Contenção conta ainda com helicópteros, blindados e veículos de demolição, além de ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate. LEIA MAIS: Em retaliação à ação policial, criminosos lançaram bombas com drones no Complexo da Penha; VÍDEO Secretário cita ‘9 milhões de m² de desordem’ na Penha e no Alemão e que é preciso que ‘estado, União e município se sinta à mesa’ VÍDEO: criminosos fogem na fila indiana da Vila Cruzeiro durante operação no Complexo do Alemão e Penha Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre a megaoperação no Rio de Janeiro[/gpt3]

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