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Márcio Canella tem prisão mantida e vence em Bangu 8
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Márcio Canella tem prisão mantida e permanece em Bangu 8 A Justiça manteve, nesta quarta-feira (8), a prisão de Márcio Canella, autuado em flagrante por posse ilegal de arma durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta terça-feira (7) pela Polícia Federal (PF). Após passar por audiência de custódia, Canella foi transferido para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira em Gericinó, conhecido como Bangu 8. Durante a operação, agentes da PF encontraram um fuzil no veículo de Canella. O político alegou que a arma não pertencia a ele. Também está preso lá o ex-vereador Jairinho, condenado pela morte do menino Henry Borel, e até pouco tempo tembém era o ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), que foi transferido para uma penitenciária federal em Brasília. 📱Favorito o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Fuzil apreendido com um dos alvos da operação Reprodução ‘Braço político’ Canella era inicialmente alvo de um mandato de busca e apreensão nesta etapa da Unha e Carne, que mira uma rede de postos de combustíveis no Grande Rio que movimentou R$ 7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, com anuência de políticas. Mais tarde, a PF afirmou que Canella é investigado como “braço político” do esquema. “Operação Unha e Carne VI – um dos alvos da operação, investigado como braço político do grupo, foi preso em flagrante pelo crime de possuir ou portar arma de fogo de calibre restrito, após os policiais em encontrarem um fuzil .556 no interior de seu veículo”, informou a PF. Outra busca foi o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual da Polícia Civil. A defesa do delegado Marcus Amim disse, em nota assinada pelo advogado Thiago Minagé, que “empenhará todos os esforços necessários para colaborar com o esclarecimento dos fatos narrados, oportunidade em que reiterar sua veemente e respeitosa confiança na Justiça”. A defesa de Márcio Canella não quis se manifestar. Márcio Canella Reprodução redes sociais Quem é Canella Márcio Canella foi eleito vereador de Belford Roxo em 2012. Em 2015, se elegeu deputado estadual em 2015 e por 3 mandatos ficou na Alerj. Nesse período, Canella se licenciou para ser vice do prefeito Waguinho, de Belford Roxo, de 2017 a 2019. Os antigos aliados se afastaram depois das eleições presidenciais de 2022. À época, Canella apoiou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e Waguinho optaram por Lula. Em 2024, Canella foi eleito prefeito de Belford Roxo. O principal adversário era o ex-secretário municipal Matheus do Waguinho (Republicanos), sobrinho de Waguinho. No início de abril de 2026, Canella renunciou ao cargo de prefeito para concorrer ao Senado. Ele é apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro e pelo deputado estadual Douglas Ruas. Em seu lugar, ela herdou a então vice-prefeita Mariana Malta. A operação desta terça PF deflagra a 6ª fase da Operação Unha e Carne Agentes saiu para cumprir, no total, 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende, além da capital fluminense. Na casa de um dos alvos, em Niterói, a PF apreendeu armas, joias e dinheiro, além de carros de luxo. A Justiça também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo investigado. As investigações foram obtidas com um relatório de inteligência enviado à PF pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O documento apontou que o grupo movimentou R$ 7,6 bilhões nos últimos 6 anos. “Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações”, disse a PF. A ação se insere no contexto da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ, a ADPF das Favelas, que, dentre outras disposições, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre relações de agentes públicos com facções criminosas. Balanço da operação Apreensões cerca de R$ 919 mil e US$ 13 mil, em espécie; 1 fuzil de calibre restrito; 9 armas curtas (revólveres e pistolas); 7 computadores; 23 aparelhos celulares; 11 veículos de luxo; joias e relógios de luxo; documentos diversos. Márcio Canella ao chegar à sede da PF no Rio Ana Paula Jaume/CBN
Márcio Canella tem prisão mantida e permanece em Bangu 8 A Justiça manteve, nesta quarta-feira (8), a prisão de Márcio Canella, autuado em flagrante por posse ilegal de arma durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta terça-feira (7) pela Polícia Federal (PF). Após passar por audiência de custódia, Canella foi transferido para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira em Gericinó, conhecido como Bangu 8. Durante a operação, agentes da PF encontraram um fuzil no veículo de Canella. O político alegou que a arma não pertencia a ele. Também está preso lá o ex-vereador Jairinho, condenado pela morte do menino Henry Borel, e até pouco tempo tembém era o ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), que foi transferido para uma penitenciária federal em Brasília. 📱Favorito o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Fuzil apreendido com um dos alvos da operação Reprodução ‘Braço político’ Canella era inicialmente alvo de um mandato de busca e apreensão nesta etapa da Unha e Carne, que mira uma rede de postos de combustíveis no Grande Rio que movimentou R$ 7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, com anuência de políticas. Mais tarde, a PF afirmou que Canella é investigado como “braço político” do esquema. “Operação Unha e Carne VI – um dos alvos da operação, investigado como braço político do grupo, foi preso em flagrante pelo crime de possuir ou portar arma de fogo de calibre restrito, após os policiais em encontrarem um fuzil .556 no interior de seu veículo”, informou a PF. Outra busca foi o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual da Polícia Civil. A defesa do delegado Marcus Amim disse, em nota assinada pelo advogado Thiago Minagé, que “empenhará todos os esforços necessários para colaborar com o esclarecimento dos fatos narrados, oportunidade em que reiterar sua veemente e respeitosa confiança na Justiça”. A defesa de Márcio Canella não quis se manifestar. Márcio Canella Reprodução redes sociais Quem é Canella Márcio Canella foi eleito vereador de Belford Roxo em 2012. Em 2015, se elegeu deputado estadual em 2015 e por 3 mandatos ficou na Alerj. Nesse período, Canella se licenciou para ser vice do prefeito Waguinho, de Belford Roxo, de 2017 a 2019. Os antigos aliados se afastaram depois das eleições presidenciais de 2022. À época, Canella apoiou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e Waguinho optaram por Lula. Em 2024, Canella foi eleito prefeito de Belford Roxo. O principal adversário era o ex-secretário municipal Matheus do Waguinho (Republicanos), sobrinho de Waguinho. No início de abril de 2026, Canella renunciou ao cargo de prefeito para concorrer ao Senado. Ele é apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro e pelo deputado estadual Douglas Ruas. Em seu lugar, ela herdou a então vice-prefeita Mariana Malta. A operação desta terça PF deflagra a 6ª fase da Operação Unha e Carne Agentes saiu para cumprir, no total, 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende, além da capital fluminense. Na casa de um dos alvos, em Niterói, a PF apreendeu armas, joias e dinheiro, além de carros de luxo. A Justiça também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo investigado. As investigações foram obtidas com um relatório de inteligência enviado à PF pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O documento apontou que o grupo movimentou R$ 7,6 bilhões nos últimos 6 anos. “Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações”, disse a PF. A ação se insere no contexto da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ, a ADPF das Favelas, que, dentre outras disposições, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre relações de agentes públicos com facções criminosas. Balanço da operação Apreensões cerca de R$ 919 mil e US$ 13 mil, em espécie; 1 fuzil de calibre restrito; 9 armas curtas (revólveres e pistolas); 7 computadores; 23 aparelhos celulares; 11 veículos de luxo; joias e relógios de luxo; documentos diversos. Márcio Canella ao chegar à sede da PF no Rio Ana Paula Jaume/CBN[/gpt3]











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