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Mãe, cozinheira e moradora há 15 anos da antiga Favela do Metrô; saiba quem era Michele Simões, que morreu após queda de casas

Redação Por Redação
2 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Mãe, cozinheira e moradora há 15 anos da antiga Favela do Metrô; saiba quem era Michele Simões, que morreu após queda de casas
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Mãe, cozinheira e moradora há 15 anos da antiga Favela do Metrô; saiba quem era Michele Simões, que morreu após queda de casas
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A ajudante de cozinha Michele Simões, de 40 anos, que morreu após a queda de 2 casas no Maracanã Reprodução Michele Simões, de 40 anos, que morreu após a queda de duas casas na antiga Favela do Metrô, na Zona Norte do Rio, era ajudante de cozinha, mãe de quatro filhos e morava havia cerca de 15 anos na comunidade. Segundo familiares e amigos, o maior sonho dela era deixar uma área de risco e garantir uma moradia segura para viver com os filhos. Duas filhas de Michele se feririam. Uma criança de 7 e outra de 14. A mais nova está internada após passar mais de 6 horas embaixo dos escombros. Veja vídeo do resgate. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Michele deixa quatro filhos, com idades entre 7 e 21 anos. Atualmente, ela estava desempregada, mas trabalhava como ajudante de cozinha e era conhecida na comunidade pela dedicação à família. De acordo com pessoas próximas, a família morava anteriormente no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, mas precisou deixar o local para não conseguir mais arcar com o valor do aluguel. A mudança para a antiga Favela do Metrô aconteceu porque a casa onde passou a viver estava vazia. Bombeiros tentaram resgatar mãe e filha de desabamento no Maracanã Divulgação/CBMERJ “O sonho dela sempre foi sair dali. A gente rezava para conseguir uma casa segura, ser contemplado pela Minha Casa, Minha Vida”, contou Tácito Simões, que é produtor cultural e amigo de Michele. Ainda segundo Tácito, Michele comentou com frequência sobre a expectativa de que os prédios da Minha Casa, Minha Vida, que estão sendo construídos na Rua Visconde de Niterói, sejam destinados às famílias da comunidade. A esperança era conseguir um imóvel definitivo e sair da área considerada vulnerável. Segundo vizinhos de Michele, a família enfrentou problemas estruturais na moradia onde ocorreu o desabamento. Tacito Simões afirmou que Michele representa a realidade de muitas famílias da região, que vivem há anos em imóveis precários, à espera de políticas públicas de habitação. “Tiveram aqui com a Secretaria Municipal de Habitação, vieram falando que estavam fazendo um levantamento, mas não deram explicação do que era. De julho pra cá, eles vieram mais de 5 vezes e a gente não teve nenhuma posição da prefeitura. Precisou dessa tragédia pra ter Defesa Civil, pra ter assistência social, pra gente ter visibilidade. Porque durante anos a gente vem lutando e falando com a prefeitura. Isso aqui foi uma tragédia anunciada.” O caso é investigado pelas autoridades, que apuram as denúncias do desabamento das casas na antiga Favela do Metrô, próxima ao Maracanã. Michele Martins, de 40 anos, morta após o abandono de 2 casas no Maracanã Arquivo pessoal
A ajudante de cozinha Michele Simões, de 40 anos, que morreu após a queda de 2 casas no Maracanã Reprodução Michele Simões, de 40 anos, que morreu após a queda de duas casas na antiga Favela do Metrô, na Zona Norte do Rio, era ajudante de cozinha, mãe de quatro filhos e morava havia cerca de 15 anos na comunidade. Segundo familiares e amigos, o maior sonho dela era deixar uma área de risco e garantir uma moradia segura para viver com os filhos. Duas filhas de Michele se feririam. Uma criança de 7 e outra de 14. A mais nova está internada após passar mais de 6 horas embaixo dos escombros. Veja vídeo do resgate. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Michele deixa quatro filhos, com idades entre 7 e 21 anos. Atualmente, ela estava desempregada, mas trabalhava como ajudante de cozinha e era conhecida na comunidade pela dedicação à família. De acordo com pessoas próximas, a família morava anteriormente no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, mas precisou deixar o local para não conseguir mais arcar com o valor do aluguel. A mudança para a antiga Favela do Metrô aconteceu porque a casa onde passou a viver estava vazia. Bombeiros tentaram resgatar mãe e filha de desabamento no Maracanã Divulgação/CBMERJ “O sonho dela sempre foi sair dali. A gente rezava para conseguir uma casa segura, ser contemplado pela Minha Casa, Minha Vida”, contou Tácito Simões, que é produtor cultural e amigo de Michele. Ainda segundo Tácito, Michele comentou com frequência sobre a expectativa de que os prédios da Minha Casa, Minha Vida, que estão sendo construídos na Rua Visconde de Niterói, sejam destinados às famílias da comunidade. A esperança era conseguir um imóvel definitivo e sair da área considerada vulnerável. Segundo vizinhos de Michele, a família enfrentou problemas estruturais na moradia onde ocorreu o desabamento. Tacito Simões afirmou que Michele representa a realidade de muitas famílias da região, que vivem há anos em imóveis precários, à espera de políticas públicas de habitação. “Tiveram aqui com a Secretaria Municipal de Habitação, vieram falando que estavam fazendo um levantamento, mas não deram explicação do que era. De julho pra cá, eles vieram mais de 5 vezes e a gente não teve nenhuma posição da prefeitura. Precisou dessa tragédia pra ter Defesa Civil, pra ter assistência social, pra gente ter visibilidade. Porque durante anos a gente vem lutando e falando com a prefeitura. Isso aqui foi uma tragédia anunciada.” O caso é investigado pelas autoridades, que apuram as denúncias do desabamento das casas na antiga Favela do Metrô, próxima ao Maracanã. Michele Martins, de 40 anos, morta após o abandono de 2 casas no Maracanã Arquivo pessoal[/gpt3]

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Tags: anosantigaapósCasascozinheiraerafavelahámãemetrôMichelemoradoramorreuquedaquemsaibaSimões
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