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Justiça Militar absolve oficial por morte de tenente que se afogou em curso do Corpo de Bombeiros

Redação Por Redação
20 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Justiça Militar absolve oficial por morte de tenente que se afogou em curso do Corpo de Bombeiros
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Justiça Militar absolve oficial por morte de tenente que se afogou em curso do Corpo de Bombeiros
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Bombeiro morre em treinamento no mar A Justiça Militar absolveu nesta semana um oficial do Corpo de Bombeiros pela morte de um tenente que se afogou durante um curso nas águas da praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. Por 4 votos a 1, o Conselho Militar absolveu o major Felipe Pimenta de Siqueira. Cabe recurso da decisão. O caso aconteceu em 6 de julho de 2018 (veja acima). O tenente Nazir Luiz Dutra Júnior, lotado no 1º Grupamento de Socorro e Emergência de Campo Grande, na Zona Oeste, faz um curso de salvamento marítimo (CSMar) do Corpo de Bombeiros. Ele também trabalhou como enfermeiro em uma maternidade e foi diácono de uma igreja presbiteriana. Na segunda semana de adaptação aos exercícios no mar, Nazir participou de um treinamento de transposição da linha de arrebentação em uma praia com ondas entre 1,9 e 3,3 metros de altura. Durante o exercício, Nazir submergiu e não foi mais visto. Por dois dias, ele foi procurado, até seu corpo ser encontrado em frente ao Grupamento Marítimo da corporação na mesma praia. O laudo de exame cadavérico confirmou que a morte ocorreu por afogamento. Vânia, em foto com o irmão Nazir em 2018, meses antes da morte da vítima Reprodução O Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro afirmou, em nota enviada ao g1, que seus cursos operacionais, incluindo os de salvamento marítimo, seguem protocolos específicos de planejamento, segurança e gerenciamento de risco. Segundo o Corpo de Bombeiros, as atividades são estruturadas de forma progressiva, avaliadas continuamente e podem ser ajustadas ou interrompidas diante de condições adversárias. A corporação destacou que o treinamento exige rigor, mas sempre dentro de regras de segurança que preservam a integridade dos alunos, com acompanhamento médico, gestão da fadiga e possibilidade de restrição ou interrupção em casos de desgaste excessivo. Familiares e MP vão recorrer A família do major e o Ministério Público afirmam que vão recorrer à decisão judicial. “Nós vamos meu recorrer sim. Esses foram os dias mais tristes da vida da família. O Júnior era um dos melhores bombeiros da corporação”, disse Vânia Dutra, irmã da vítima. “A gente sempre lembra desse dia com tristeza, com dor, com saudade, e com aquele sentimento: quando a justiça vai ser feita?”, questionou. Ela afirma que o comandante da operação deu ordens que desrespeitaram as normas de segurança no dia em que o mar estava de ressaca. “Ele entrou no mar veste uma camisa branca e sunga preta, sem pés de pato, sem localizador. O tenente Pimenta deu essa ordem indevida para entrar no mar de ressaca, sem proteção, e ele precisa ser punido por isso”, disse a irmã. Filha escreveu livro: ‘super-herói’ Desenho de Rebeca, filha de Nazir, utilizado como base para livro de ilustrações Reprodução Quando o pai, Nazir, morreu, Rebeca tinha 8 anos. Para homenageá-lo, ela escreveu, com o ilustrador Eduardo Sampaio, o livro “Bombeiro nº 4”, em referência ao número da camisa usada por ele no curso de 2018. O livro traz ilustrações do pai nadando, referências bíblicas e frases que ressaltam o heroísmo dele, retratado como um super-herói. “O meu pai morreu não como uma pessoa comum, mas como um herói”, escreveu no livro a autora, Rebeca Dutra, hoje com 16 anos. Livro foi feito pela filha, Rebeca, em homenagem ao pai, Nazir Reprodução entenda os votos da Justiça Militar Quatro juízes militares votaram para absolver o major Pimenta: O tenente Coronel Euler Lucena afirmou que não houve negligência, já que os recursos de salvamento foram disponibilizados e que a execução do curso respeitou os parâmetros do mar. O tenente coronel Rodrigo Oliveira de Abreu Lima disse que o risco é causado à atividade dos bombeiros e também votou pela absolvição. O coronel Renan Alves de Oliveira entendeu que Felipe Pimenta atrapalhou o que foi determinado e que não negligenciou nenhuma regra técnica. Por último, o tenente Rafael da Silva Ferreira afirmou que não havia recomendação para não realizar o treinamento, e que a própria vítima tinha feito uma manobra em segurança, chamada de canivete, para tentar permanecer em segurança durante o treinamento. Nazir Júnior durante treinamento em piscina Reprodução A defesa de Felipe Pimenta afirmou ainda que Nazir tinha registros de baixo desempenho em apneia estática — manobra de prender a respiração sob d’água — e dificuldade para transporte a linha de arrebentação na Praia da Barra no dia anterior ao desaparecimento e à morte. O juiz de direito auditor militar Thales Nogueira Cavalcanti Venâncio Braga votou pelas reportagens de Pimenta, ao afirmar que Felipe tinha o “dever de cuidado, vigilância e proteção” e não agiu para evitar a morte do aluno no curso de salvamento marítimo. Além disso, o magistrado avaliou que Felipe tomou uma decisão imprudente de manter o treinamento em um mar revoltado, mesmo após alertas feitos pelos monitores do curso. Segundo o magistrado, essas condições eram incompatíveis com uma turma que estava apenas na segunda semana de atividades no mar, após intenso exercício físico no dia anterior. Mesmo com o desgaste físico anterior, ele afirmou que a morte ocorreu devido à exposição deliberada da vítima em um ambiente de alto risco. Nazir Júnior, em foto de arquivo com uniforme do corpo de bombeiros Reprodução Em 2019, ano seguinte à sua morte, Nazir recebeu a medalha de Eterno Herói do Corpo de Bombeiros, designada a homenagear bombeiros mortos em serviço. Em 2023, a corporação prestou outra homenagem: uma das turmas de bombeiros formadas em agosto daquele ano foi nomeada Nazir Luiz Dutra Júnior. Nazir Júnior em foto na praia com colega bombeiro; ele morreu em curso de salvamento marítimo Reprodução Nota da defesa Major Felipe Pimenta de Siqueira foi absolvido por 4 votos a 1 Reprodução A defesa do major Felipe Pimenta de Siqueira afirmou, em nota enviada ao g1, que “o processo foi prolongado de forma longa e criteriosa, com ampla produção de provas, testemunhos e análises técnicas”, e que a defesa atuosa “de maneira firme e independente, sempre pautada pela ética, serenidade e respeito às instituições, confiando naez robusta das evidências demonstrações”. A defesa afirmou ainda que os quatro juízes militares absolveram o acusado, “reconhecendo ausência de culpa ou negligência”, e reafirmaram o respeito à memória da vítima. “A defesa reafirma o respeito à memória do Tenente Nazir e a confiança na decisão, ressaltando que a justiça deve se basear na verdade e na legalidade, jamais em respostas simbólicas ao sofrimento.” Nazir era enfermeiro do corpo de bombeiros e fazia um curso de salvamento marítimo quando morreu Reprodução
Bombeiro morre em treinamento no mar A Justiça Militar absolveu nesta semana um oficial do Corpo de Bombeiros pela morte de um tenente que se afogou durante um curso nas águas da praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. Por 4 votos a 1, o Conselho Militar absolveu o major Felipe Pimenta de Siqueira. Cabe recurso da decisão. O caso aconteceu em 6 de julho de 2018 (veja acima). O tenente Nazir Luiz Dutra Júnior, lotado no 1º Grupamento de Socorro e Emergência de Campo Grande, na Zona Oeste, faz um curso de salvamento marítimo (CSMar) do Corpo de Bombeiros. Ele também trabalhou como enfermeiro em uma maternidade e foi diácono de uma igreja presbiteriana. Na segunda semana de adaptação aos exercícios no mar, Nazir participou de um treinamento de transposição da linha de arrebentação em uma praia com ondas entre 1,9 e 3,3 metros de altura. Durante o exercício, Nazir submergiu e não foi mais visto. Por dois dias, ele foi procurado, até seu corpo ser encontrado em frente ao Grupamento Marítimo da corporação na mesma praia. O laudo de exame cadavérico confirmou que a morte ocorreu por afogamento. Vânia, em foto com o irmão Nazir em 2018, meses antes da morte da vítima Reprodução O Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro afirmou, em nota enviada ao g1, que seus cursos operacionais, incluindo os de salvamento marítimo, seguem protocolos específicos de planejamento, segurança e gerenciamento de risco. Segundo o Corpo de Bombeiros, as atividades são estruturadas de forma progressiva, avaliadas continuamente e podem ser ajustadas ou interrompidas diante de condições adversárias. A corporação destacou que o treinamento exige rigor, mas sempre dentro de regras de segurança que preservam a integridade dos alunos, com acompanhamento médico, gestão da fadiga e possibilidade de restrição ou interrupção em casos de desgaste excessivo. Familiares e MP vão recorrer A família do major e o Ministério Público afirmam que vão recorrer à decisão judicial. “Nós vamos meu recorrer sim. Esses foram os dias mais tristes da vida da família. O Júnior era um dos melhores bombeiros da corporação”, disse Vânia Dutra, irmã da vítima. “A gente sempre lembra desse dia com tristeza, com dor, com saudade, e com aquele sentimento: quando a justiça vai ser feita?”, questionou. Ela afirma que o comandante da operação deu ordens que desrespeitaram as normas de segurança no dia em que o mar estava de ressaca. “Ele entrou no mar veste uma camisa branca e sunga preta, sem pés de pato, sem localizador. O tenente Pimenta deu essa ordem indevida para entrar no mar de ressaca, sem proteção, e ele precisa ser punido por isso”, disse a irmã. Filha escreveu livro: ‘super-herói’ Desenho de Rebeca, filha de Nazir, utilizado como base para livro de ilustrações Reprodução Quando o pai, Nazir, morreu, Rebeca tinha 8 anos. Para homenageá-lo, ela escreveu, com o ilustrador Eduardo Sampaio, o livro “Bombeiro nº 4”, em referência ao número da camisa usada por ele no curso de 2018. O livro traz ilustrações do pai nadando, referências bíblicas e frases que ressaltam o heroísmo dele, retratado como um super-herói. “O meu pai morreu não como uma pessoa comum, mas como um herói”, escreveu no livro a autora, Rebeca Dutra, hoje com 16 anos. Livro foi feito pela filha, Rebeca, em homenagem ao pai, Nazir Reprodução entenda os votos da Justiça Militar Quatro juízes militares votaram para absolver o major Pimenta: O tenente Coronel Euler Lucena afirmou que não houve negligência, já que os recursos de salvamento foram disponibilizados e que a execução do curso respeitou os parâmetros do mar. O tenente coronel Rodrigo Oliveira de Abreu Lima disse que o risco é causado à atividade dos bombeiros e também votou pela absolvição. O coronel Renan Alves de Oliveira entendeu que Felipe Pimenta atrapalhou o que foi determinado e que não negligenciou nenhuma regra técnica. Por último, o tenente Rafael da Silva Ferreira afirmou que não havia recomendação para não realizar o treinamento, e que a própria vítima tinha feito uma manobra em segurança, chamada de canivete, para tentar permanecer em segurança durante o treinamento. Nazir Júnior durante treinamento em piscina Reprodução A defesa de Felipe Pimenta afirmou ainda que Nazir tinha registros de baixo desempenho em apneia estática — manobra de prender a respiração sob d’água — e dificuldade para transporte a linha de arrebentação na Praia da Barra no dia anterior ao desaparecimento e à morte. O juiz de direito auditor militar Thales Nogueira Cavalcanti Venâncio Braga votou pelas reportagens de Pimenta, ao afirmar que Felipe tinha o “dever de cuidado, vigilância e proteção” e não agiu para evitar a morte do aluno no curso de salvamento marítimo. Além disso, o magistrado avaliou que Felipe tomou uma decisão imprudente de manter o treinamento em um mar revoltado, mesmo após alertas feitos pelos monitores do curso. Segundo o magistrado, essas condições eram incompatíveis com uma turma que estava apenas na segunda semana de atividades no mar, após intenso exercício físico no dia anterior. Mesmo com o desgaste físico anterior, ele afirmou que a morte ocorreu devido à exposição deliberada da vítima em um ambiente de alto risco. Nazir Júnior, em foto de arquivo com uniforme do corpo de bombeiros Reprodução Em 2019, ano seguinte à sua morte, Nazir recebeu a medalha de Eterno Herói do Corpo de Bombeiros, designada a homenagear bombeiros mortos em serviço. Em 2023, a corporação prestou outra homenagem: uma das turmas de bombeiros formadas em agosto daquele ano foi nomeada Nazir Luiz Dutra Júnior. Nazir Júnior em foto na praia com colega bombeiro; ele morreu em curso de salvamento marítimo Reprodução Nota da defesa Major Felipe Pimenta de Siqueira foi absolvido por 4 votos a 1 Reprodução A defesa do major Felipe Pimenta de Siqueira afirmou, em nota enviada ao g1, que “o processo foi prolongado de forma longa e criteriosa, com ampla produção de provas, testemunhos e análises técnicas”, e que a defesa atuosa “de maneira firme e independente, sempre pautada pela ética, serenidade e respeito às instituições, confiando naez robusta das evidências demonstrações”. A defesa afirmou ainda que os quatro juízes militares absolveram o acusado, “reconhecendo ausência de culpa ou negligência”, e reafirmaram o respeito à memória da vítima. “A defesa reafirma o respeito à memória do Tenente Nazir e a confiança na decisão, ressaltando que a justiça deve se basear na verdade e na legalidade, jamais em respostas simbólicas ao sofrimento.” Nazir era enfermeiro do corpo de bombeiros e fazia um curso de salvamento marítimo quando morreu Reprodução[/gpt3]

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