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Justiça condena Washington Reis a mais de 3 anos de prisão por fraude imobiliária

Redação Por Redação
22 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Justiça condena Washington Reis a mais de 3 anos de prisão por fraude imobiliária
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Justiça condena Washington Reis a mais de 3 anos de prisão por fraude imobiliária
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Washington Reis Tânia Reis/Agência Brasil A Justiça do Rio de Janeiro condenou o ex-deputado federal e ex-secretário estadual de Transportes Washington Reis (MDB) a três anos e sete meses de reclusão por envolvimento em um esquema de fraude imobiliária em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A decisão é da 1ª Vara Criminal da comarca do município. Além de Washington Reis, também foram condenados: Elói de Oliveira Pinto: Três anos, um mês e dez dias de prisão; Josemar Francisco: Ex-oficial do 5º Ofício de Notas de Nova Iguaçu, a dois anos e oito meses de prisão. O juízo fixou o regime aberto para o cumprimento inicial das penas e determinou o pagamento de indenização de R$ 10 mil, por cada condenação, para reposição dos danos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), em junho de 2014, os três foram associados para viabilizar a transferência e o registro fraudulento de diversos lotes rurais pertencentes a terceiros, por meio de atos notariais irregulares. Após Castro confirmar a exoneração de Washington Reis, ex-secretário diz que será candidato ao governo em 2026 De acordo com as investigações, Washington Reis e Elói foram ajustados com Josemar Francisco o pagamento de vantagem indevida para a prática de atos ilícitos de regularização e legalização de imóveis, com uso de documentação fraudulenta. Conforme consta nos autos, houve uma reunião entre os três, na qual foi acertado o pagamento de R$ 500 mil para a execução de atos fraudulentos. Um valor inicial de R$ 150 mil teria sido pago por meio de transferência bancária (TED) para a conta oficial do cartório, fato confirmado durante o processo judicial. Na sentença, o juízo destacou que as provas demonstram que Josemar solicita e recebeu diretamente na conta do cartório a quantia de R$ 150 mil, valor depositado de comum acordo por Washington Reis e Elói de Oliveira Pinto. Segundo a decisão, os dois não negaram o pagamento. Com base no conjunto probatório, a Justiça entendeu que as condutas se enquadraram nos crimes previstos nos artigos 333 (corrupção ativa) e 317 (corrupção passiva) do Código Penal. Washington Reis e Elói foram condenados por corrupção ativa, enquanto Josemar Francisco foi condenado por corrupção passiva. O que disseram os denunciados Procurado, Washington Reis declarou que desconhece totalmente os fatos narrados e afirmou não ter qualquer relação com as acusações. Ele disse que acredita na Justiça e que já está apresentando um recurso, que será apresentado no processo. O g1 tenta contato com os demais citados.
Washington Reis Tânia Reis/Agência Brasil A Justiça do Rio de Janeiro condenou o ex-deputado federal e ex-secretário estadual de Transportes Washington Reis (MDB) a três anos e sete meses de reclusão por envolvimento em um esquema de fraude imobiliária em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A decisão é da 1ª Vara Criminal da comarca do município. Além de Washington Reis, também foram condenados: Elói de Oliveira Pinto: Três anos, um mês e dez dias de prisão; Josemar Francisco: Ex-oficial do 5º Ofício de Notas de Nova Iguaçu, a dois anos e oito meses de prisão. O juízo fixou o regime aberto para o cumprimento inicial das penas e determinou o pagamento de indenização de R$ 10 mil, por cada condenação, para reposição dos danos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), em junho de 2014, os três foram associados para viabilizar a transferência e o registro fraudulento de diversos lotes rurais pertencentes a terceiros, por meio de atos notariais irregulares. Após Castro confirmar a exoneração de Washington Reis, ex-secretário diz que será candidato ao governo em 2026 De acordo com as investigações, Washington Reis e Elói foram ajustados com Josemar Francisco o pagamento de vantagem indevida para a prática de atos ilícitos de regularização e legalização de imóveis, com uso de documentação fraudulenta. Conforme consta nos autos, houve uma reunião entre os três, na qual foi acertado o pagamento de R$ 500 mil para a execução de atos fraudulentos. Um valor inicial de R$ 150 mil teria sido pago por meio de transferência bancária (TED) para a conta oficial do cartório, fato confirmado durante o processo judicial. Na sentença, o juízo destacou que as provas demonstram que Josemar solicita e recebeu diretamente na conta do cartório a quantia de R$ 150 mil, valor depositado de comum acordo por Washington Reis e Elói de Oliveira Pinto. Segundo a decisão, os dois não negaram o pagamento. Com base no conjunto probatório, a Justiça entendeu que as condutas se enquadraram nos crimes previstos nos artigos 333 (corrupção ativa) e 317 (corrupção passiva) do Código Penal. Washington Reis e Elói foram condenados por corrupção ativa, enquanto Josemar Francisco foi condenado por corrupção passiva. O que disseram os denunciados Procurado, Washington Reis declarou que desconhece totalmente os fatos narrados e afirmou não ter qualquer relação com as acusações. Ele disse que acredita na Justiça e que já está apresentando um recurso, que será apresentado no processo. O g1 tenta contato com os demais citados.[/gpt3]

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