Jovem se relaciona como convive com diabetes desde os 9 anos
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Entre os principais riscos estão danos aos órgãos como os olhos (retinopatia diabética), o excesso de glicose danifica os vasos sanguíneos da retina. No início não há sintomas, mas com o tempo pode causar visão turva e cegueira. É a principal causa de perda visual em adultos em idade produtiva; Rins (nefropatia diabética), o diabetes é a principal causa de doença renal crônica. O dano é progressivo e pode levar à insuficiência renal, exigindo diálise ou transplante; coração e vasos sanguíneos – aumenta o risco de infarto e acidente vascular cerebral. Uma pessoa com diabetes tem até quatro vezes mais probabilidade de sofrer um evento cardiovascular; sistema nervoso (neuropatia diabética), provoca formigamento, queimação ou perda de sensibilidade nas mãos e nos pés. Isso facilita o surgimento de feridas que não cicatrizam, infecções e amputações (pé diabético). Além do risco desses danos, a doença pode levar a complicações graves como cetoacidose diabética ou coma hiperosmolar: condição que pode evoluir para coma e até morte; emergências recorrentes: como desidratação, infecções graves e descompensações metabólicas; e impactos emocionais em adultos, mas especialmente em adolescentes, pelas condições mencionadas anteriormente.
Entre os principais riscos estão danos aos órgãos como os olhos (retinopatia diabética), o excesso de glicose danifica os vasos sanguíneos da retina. No início não há sintomas, mas com o tempo pode causar visão turva e cegueira. É a principal causa de perda visual em adultos em idade produtiva; Rins (nefropatia diabética), o diabetes é a principal causa de doença renal crônica. O dano é progressivo e pode levar à insuficiência renal, exigindo diálise ou transplante; coração e vasos sanguíneos – aumenta o risco de infarto e acidente vascular cerebral. Uma pessoa com diabetes tem até quatro vezes mais probabilidade de sofrer um evento cardiovascular; sistema nervoso (neuropatia diabética), provoca formigamento, queimação ou perda de sensibilidade nas mãos e nos pés. Isso facilita o surgimento de feridas que não cicatrizam, infecções e amputações (pé diabético). Além do risco desses danos, a doença pode levar a complicações graves como cetoacidose diabética ou coma hiperosmolar: condição que pode evoluir para coma e até morte; emergências recorrentes: como desidratação, infecções graves e descompensações metabólicas; e impactos emocionais em adultos, mas especialmente em adolescentes, pelas condições mencionadas anteriormente.
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