Imagens mostram Adilsinho fugindo de operação para prendê-lo no Itanhangá
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Vídeos obtidos pelo RJ2 mostram o momento em que Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, conseguiu fugir de uma operação das polícias Federal e Civil para tentar prendê-lo há quase um ano, em maio de 2025. Na quinta-feira, Adilsinho foi preso em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Nesta sexta-feira, Adilson passou por uma audiência de custódia, que manteve a prisão preventiva. Depois, foi transportado para o aeroporto e perseguição de avião para um presídio federal, a pedido da própria PF. Adilson foi levado para Brasília. Adilsinho (de camisa) e sua segurança escapam de ação da PF no Itanhangá Reprodução Como imagens mostram Adilsinho de blusa clara dentro de um condomínio no Itanhangá, na zona Sudoeste do Rio. O dele, o PM Diego Lima, também preso na quinta-feira de segurança, aparece sem camisa. Eles dão várias voltas pelo mesmo trecho do condomínio. Eles passam por uma guarita e por um carro de segurança, e Adilsinho cumpriu um deles. Próximo do fim de uma rua sem saída, Adilson conversa com outra pessoa do outro lado de um muro e segue por uma trilha no bosque. Pouco depois, as seguranças surgem no local: parecem procurar por Adilson e o PM Diego Lima. Por volta das 22h52, Adilsinho e o policial saem do condomínio e entram em um carro preto. Adilsinho e sua segurança escaparam de ação para prender o bicheiro no Itanhangá Reprodução Segundo a Polícia Federal, Adilsinho conseguiu escapar dos agentes três vezes nos últimos anos antes de ser preso. A defesa de Adilsinho divulgou nota e disse que “demonstrará sua inocência” (leia a íntegra no fim da reportagem). Crimes diversos Máfia do cigarro controlam 45 das 92 cidades do RJ e se expandem à base da bala Exames de confrontos balísticos feitos pela polícia revelaram que armas utilizadas em diversos homicídios possuem conexão com casos ligados ao jogo do bicho e à máfia dos cigarros ilegais. Adilsinho, além de bicheiro com pontos de jogo e máquinas de caça níqueis nas Zonas Norte, Sul e Centro do Rio, é apontado como chefe de uma máfia de cigarros ilegais que atua no Rio de Janeiro e outros estados. A Polícia do Rio investiga se pelo menos 20 crimes estão relacionados à atuação de um grupo de extermínio ligado ao contraventor. Entre os crimes, estão homicídios e tentativas de homicídio, além de um sequestro. Policial penal morto no Recreio tentou se abrigar em condomínio Segundo a Polícia Civil, Adilsinho foi indiciado como mandante da morte do policial penal Bruno Kilier, em 2023. Junto com ele, foram indiciados Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, apontado como chefe de um grupo de extermínio ligado a Adilsinho; e Jeferson Rodrigues da Silva, que instalou um GPS no carro de Bruno para ajudar a monitorar seus passos. PM da ativa é acusado de participação em grupo de extermínio No dia 8 de junho de 2023, Bruno voltou após comprar um galão d’água quando os executores saíram de um veículo branco e atiraram contra ele, utilizando fuzis calibre 7.62. Bruno ainda tentou se abrigar no condomínio, mas foi atingido e caiu. Os assassinos se aproximaram e ainda dispararam tiros no rosto de Bruno para garantir que a vítima tinha morrido. Segundo a Polícia, Bruno estava atrapalhando os negócios da máfia de cigarros ilegais de Adilsinho. Ele atuou na venda de cigarros de forma independente. O grupo de Adilsinho, de acordo com investigações das Polícias Civis e Federais, é conhecido por utilizar a violência para estabelecer o monopólio de atuação no mercado de cigarros ilegais. Bruno Kilier da Conceição foi morto na Estrada do Pontal, no Recreio Reprodução O que diz Adilsinho O advogado Ricardo Braga, que defende Adilsinho, divulgou uma nota: “As imagens da prisão de Adilson Oliveira Coutinho Filho evidenciam que tudo transcorreu dentro da mais absoluta tranquilidade, fato que desconstrói a narrativa de periculosidade atribuída ao empresário. A defesa reafirma, por fim, que o empresário confia na justiça e demonstrará sua inocência quanto a todos os fatos que lhe são injustamente imputados”. A reportagem não encontrou a defesa do policial militar Diego D’arribada Rebello de Lima.
Vídeos obtidos pelo RJ2 mostram o momento em que Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, conseguiu fugir de uma operação das polícias Federal e Civil para tentar prendê-lo há quase um ano, em maio de 2025. Na quinta-feira, Adilsinho foi preso em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Nesta sexta-feira, Adilson passou por uma audiência de custódia, que manteve a prisão preventiva. Depois, foi transportado para o aeroporto e perseguição de avião para um presídio federal, a pedido da própria PF. Adilson foi levado para Brasília. Adilsinho (de camisa) e sua segurança escapam de ação da PF no Itanhangá Reprodução Como imagens mostram Adilsinho de blusa clara dentro de um condomínio no Itanhangá, na zona Sudoeste do Rio. O dele, o PM Diego Lima, também preso na quinta-feira de segurança, aparece sem camisa. Eles dão várias voltas pelo mesmo trecho do condomínio. Eles passam por uma guarita e por um carro de segurança, e Adilsinho cumpriu um deles. Próximo do fim de uma rua sem saída, Adilson conversa com outra pessoa do outro lado de um muro e segue por uma trilha no bosque. Pouco depois, as seguranças surgem no local: parecem procurar por Adilson e o PM Diego Lima. Por volta das 22h52, Adilsinho e o policial saem do condomínio e entram em um carro preto. Adilsinho e sua segurança escaparam de ação para prender o bicheiro no Itanhangá Reprodução Segundo a Polícia Federal, Adilsinho conseguiu escapar dos agentes três vezes nos últimos anos antes de ser preso. A defesa de Adilsinho divulgou nota e disse que “demonstrará sua inocência” (leia a íntegra no fim da reportagem). Crimes diversos Máfia do cigarro controlam 45 das 92 cidades do RJ e se expandem à base da bala Exames de confrontos balísticos feitos pela polícia revelaram que armas utilizadas em diversos homicídios possuem conexão com casos ligados ao jogo do bicho e à máfia dos cigarros ilegais. Adilsinho, além de bicheiro com pontos de jogo e máquinas de caça níqueis nas Zonas Norte, Sul e Centro do Rio, é apontado como chefe de uma máfia de cigarros ilegais que atua no Rio de Janeiro e outros estados. A Polícia do Rio investiga se pelo menos 20 crimes estão relacionados à atuação de um grupo de extermínio ligado ao contraventor. Entre os crimes, estão homicídios e tentativas de homicídio, além de um sequestro. Policial penal morto no Recreio tentou se abrigar em condomínio Segundo a Polícia Civil, Adilsinho foi indiciado como mandante da morte do policial penal Bruno Kilier, em 2023. Junto com ele, foram indiciados Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, apontado como chefe de um grupo de extermínio ligado a Adilsinho; e Jeferson Rodrigues da Silva, que instalou um GPS no carro de Bruno para ajudar a monitorar seus passos. PM da ativa é acusado de participação em grupo de extermínio No dia 8 de junho de 2023, Bruno voltou após comprar um galão d’água quando os executores saíram de um veículo branco e atiraram contra ele, utilizando fuzis calibre 7.62. Bruno ainda tentou se abrigar no condomínio, mas foi atingido e caiu. Os assassinos se aproximaram e ainda dispararam tiros no rosto de Bruno para garantir que a vítima tinha morrido. Segundo a Polícia, Bruno estava atrapalhando os negócios da máfia de cigarros ilegais de Adilsinho. Ele atuou na venda de cigarros de forma independente. O grupo de Adilsinho, de acordo com investigações das Polícias Civis e Federais, é conhecido por utilizar a violência para estabelecer o monopólio de atuação no mercado de cigarros ilegais. Bruno Kilier da Conceição foi morto na Estrada do Pontal, no Recreio Reprodução O que diz Adilsinho O advogado Ricardo Braga, que defende Adilsinho, divulgou uma nota: “As imagens da prisão de Adilson Oliveira Coutinho Filho evidenciam que tudo transcorreu dentro da mais absoluta tranquilidade, fato que desconstrói a narrativa de periculosidade atribuída ao empresário. A defesa reafirma, por fim, que o empresário confia na justiça e demonstrará sua inocência quanto a todos os fatos que lhe são injustamente imputados”. A reportagem não encontrou a defesa do policial militar Diego D’arribada Rebello de Lima.[/gpt3]











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