
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes saiu em defesa do advogado-geral da União Jorge Messias, indicado h[a quatro meses pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga na Corte.
Em publicação nas redes sociais neste domingo (12), o magistrado reagiu ao que classificou como “críticas vazias e apressadas” ao nome escolhido para o Supremo.
“Nos últimos dias, setores da imprensa têm lançado críticas vazias e apressadas ao nome escolhido pelo Presidente da República para a vaga aberta no STF. São leituras rasas que ignoram o currículo qualificado do atual Advogado-Geral da União, marcado por vasta experiência na administração pública e sólida formação acadêmica.”
Em meio a incertezas, a sabatina do advogado-geral da União Jorge Messias no Senado está prevista para o dia 29 de abril, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa decisiva no processo de indicação ao Supremo Tribunal Federal.
A expectativa é que o nome seja submetido à votação no plenário no mesmo dia, em escrutínio secreto. Para ser aprovado, Messias precisa de ao menos 41 votos favoráveis.
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“Tem todas as condições”. diz Gilmar
Messias tem sido alvo de questionamentos de opositores do governo, especialmente em relação à estratégia adotada pela AGU em ações de interesse do Executivo.
Para Gimar Mendes, as críticas fazem parte do ambiente político, mas não comprometem sua capacidade técnica ou institucional.
“Ao longo de sua trajetória no serviço público, Jorge Messias exerceu funções de elevada responsabilidade, destacando-se sempre pela atuação técnica, pelo respeito à separação dos Poderes e pelo perfil conciliador.”
O magistrado ambém destacou a atuação recente do advogado-geral, citando episódios que, segundo ele, demonstram preparo para o cargo.
“À frente da AGU, desempenhou papel relevante na defesa da soberania nacional, no enfrentamento do tarifaço imposto aos produtos brasileiros. Sua atuação perante o Supremo também foi fundamental para a responsabilização de big techs por publicações criminosas nas redes sociais.”
Na avaliação do ministro, esses elementos sustentam a indicação e afastam as críticas feitas ao nome de Messias. O magistrado afirmou ainda que o chefe da AGU reúne “todas as condições” para exercer a função e tem desempenhado seu papel de forma adequada no governo Lula.
“Essas credenciais evidenciam que Jorge Messias está à altura do cargo e reúne condições para exercer a magistratura com equilíbrio, responsabilidade e elevado senso institucional. O Senado saberá analisar seus múltiplos atributos.”











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