Funcionário de ONG é torturado e morto por milicianos em Rio das Pedras
[/gpt3]
Funcionário de ONG é torturado e morto por milicianos em Rio das Pedras Um funcionário de uma ONG que presta serviços ao Governo do Estado do Rio de Janeiro foi torturado e morto por milicianos em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio. De acordo com a polícia, após o assassinato, o corpo de Jonathan Batista foi distribuído pelas ruas da comunidade, em um crime que chocou moradores e reforçou o clima de medo na região. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Jonathan aprendeu há três anos em um projeto do governo do estado voltado para idosos, o programa 60+ Reabilita, e era conhecido e querido por moradores de Rio das Pedras. No Instituto Médico-Legal (IML), a irmã de Jonathan falou sobre a personalidade do irmão. “O Jonathan era um menino, um rapaz, um homem de boa índole. O Jonathan era uma pessoa alegre, bondosa, prestativa. Era o melhor tio que duas crianças poderiam ter”, disse ela. o corpo de Jonathan Batista foi exibido pelas ruas da comunidade, em um crime que chocou moradores e reforçou o clima de medo na região. Reprodução TV Globo Investigação Segundo a Delegacia de Homicídios, uma das linhas de investigação aponta que Jonathan foi morto porque milicianos desconfiavam que ele seria usuário de drogas e mantinha contato com o tráfico. A irmã da vítima afirmou que o corpo apresentava sinais de tortura. “Meu irmão sofreu muito, meu irmão estava amarrado”. Uma segunda linha de investigação indica que o assassinato pode ter sido cometido para atingir a Associação de Moradores de Rio das Pedras, onde Jonathan também prestaria serviços. “O Jonathan trabalhou tanto internamente na associação, na parte de reabilitação, que tem a parte de fisioterapia, fazendo os planejamentos, como também externamente na comunidade, tirando fotos dos locais que estão prejudicados para poder fazer obras”, explicou a irmã. Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio, é a segunda favela com mais domicílios ocupados do país TV Globo Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, quatro homens participaram da morte de Jonathan. Entre eles estaria um dos chefes da milícia local, Kauã de Oliveira Teles. Ele substituiu parte do controle da organização criminosa depois que o irmão, Gerlan Anacleto de Oliveira, foi preso em 2023. Ainda de acordo com a polícia, a região também é controlada por Taillon Barbosa, que está presa. A Delegacia de Homicídios esteve em Rio das Pedras nesta quarta-feira (14) colhendo informações para andamento nas investigações. Milícia aumentou o controle Na semana passada, uma operação da Delegacia de Descoberta de Paradeiros encontrou em Rio das Pedras um cemitério clandestino onde foram enterrados pelo menos 14 corpos de vítimas da milícia. Pessoas estavam enterradas em covas rasas, sem identificação. Duas ossadas foram localizadas e encaminhadas para perícia. Taillon Barbosa, chefe da milícia no Rio Reprodução/Fantástico Moradores disse à reportagem que, desde a descoberta do cemitério clandestino, a vigilância da milícia sobre a população se intensificou. Segundo os relatos, os crimes aumentaram as rondas diárias e passaram a exigir a senha dos celulares de moradores para fiscalizar conversas e ligações. O governo do estado informou que pretende ocupar Rio das Pedras nos próximos meses. A ação atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, que determinava a elaboração de um plano de reocupação de territórios dominados pelo crime organizado. Abalada, a irmã de Jonathan lamentou a violência no local onde ele morava. “O Jonathan era uma pessoa que você não via a maldade que tá acontecendo no mundo. Mas, infelizmente, o lugar onde ele se encontrava morando é um lugar onde a maldade está em tudo”.
Funcionário de ONG é torturado e morto por milicianos em Rio das Pedras Um funcionário de uma ONG que presta serviços ao Governo do Estado do Rio de Janeiro foi torturado e morto por milicianos em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio. De acordo com a polícia, após o assassinato, o corpo de Jonathan Batista foi distribuído pelas ruas da comunidade, em um crime que chocou moradores e reforçou o clima de medo na região. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Jonathan aprendeu há três anos em um projeto do governo do estado voltado para idosos, o programa 60+ Reabilita, e era conhecido e querido por moradores de Rio das Pedras. No Instituto Médico-Legal (IML), a irmã de Jonathan falou sobre a personalidade do irmão. “O Jonathan era um menino, um rapaz, um homem de boa índole. O Jonathan era uma pessoa alegre, bondosa, prestativa. Era o melhor tio que duas crianças poderiam ter”, disse ela. o corpo de Jonathan Batista foi exibido pelas ruas da comunidade, em um crime que chocou moradores e reforçou o clima de medo na região. Reprodução TV Globo Investigação Segundo a Delegacia de Homicídios, uma das linhas de investigação aponta que Jonathan foi morto porque milicianos desconfiavam que ele seria usuário de drogas e mantinha contato com o tráfico. A irmã da vítima afirmou que o corpo apresentava sinais de tortura. “Meu irmão sofreu muito, meu irmão estava amarrado”. Uma segunda linha de investigação indica que o assassinato pode ter sido cometido para atingir a Associação de Moradores de Rio das Pedras, onde Jonathan também prestaria serviços. “O Jonathan trabalhou tanto internamente na associação, na parte de reabilitação, que tem a parte de fisioterapia, fazendo os planejamentos, como também externamente na comunidade, tirando fotos dos locais que estão prejudicados para poder fazer obras”, explicou a irmã. Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio, é a segunda favela com mais domicílios ocupados do país TV Globo Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, quatro homens participaram da morte de Jonathan. Entre eles estaria um dos chefes da milícia local, Kauã de Oliveira Teles. Ele substituiu parte do controle da organização criminosa depois que o irmão, Gerlan Anacleto de Oliveira, foi preso em 2023. Ainda de acordo com a polícia, a região também é controlada por Taillon Barbosa, que está presa. A Delegacia de Homicídios esteve em Rio das Pedras nesta quarta-feira (14) colhendo informações para andamento nas investigações. Milícia aumentou o controle Na semana passada, uma operação da Delegacia de Descoberta de Paradeiros encontrou em Rio das Pedras um cemitério clandestino onde foram enterrados pelo menos 14 corpos de vítimas da milícia. Pessoas estavam enterradas em covas rasas, sem identificação. Duas ossadas foram localizadas e encaminhadas para perícia. Taillon Barbosa, chefe da milícia no Rio Reprodução/Fantástico Moradores disse à reportagem que, desde a descoberta do cemitério clandestino, a vigilância da milícia sobre a população se intensificou. Segundo os relatos, os crimes aumentaram as rondas diárias e passaram a exigir a senha dos celulares de moradores para fiscalizar conversas e ligações. O governo do estado informou que pretende ocupar Rio das Pedras nos próximos meses. A ação atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, que determinava a elaboração de um plano de reocupação de territórios dominados pelo crime organizado. Abalada, a irmã de Jonathan lamentou a violência no local onde ele morava. “O Jonathan era uma pessoa que você não via a maldade que tá acontecendo no mundo. Mas, infelizmente, o lugar onde ele se encontrava morando é um lugar onde a maldade está em tudo”.[/gpt3]

/https://s04.video.glbimg.com/x720/14245239.jpg)









Deixe o Seu Comentário