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Fuga de Doca, braço-direito e operador financeiro executivo: o impacto da megaoperação na cúpula do CV

Redação Por Redação
29 de outubro de 2025
Em Notícias
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Fuga de Doca, braço-direito e operador financeiro executivo: o impacto da megaoperação na cúpula do CV
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Fuga de Doca, braço-direito e operador financeiro executivo: o impacto da megaoperação na cúpula do CV
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Não consegui pegar o Doca, diz secretário sobre líder do CV após ação mais letal do RJ A megaoperação das forças de segurança nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, registrada, entre 113 presos, Thiago do Nascimento Mendes, o Belão do Quitungo, um dos chefes do Comando Vermelho da região. Outro capturado é Nicolas Fernandes Soares, apontado como operador financeiro de um dos altos chefes do CV, Edgar Alves de Andrade, o Doca. Há ainda chefes de facção em outros estados como Alan Barbosa Fonseca, de Feira de Santana, na Bahia, e integrantes do Pará, Pernambuco e Maranhão. No total, 33 presos são de outros estados. Doca escapou Disque Denúncia aumenta valor prela prisão de Doca, líder do Comando Vermelho O principal alvo da ação, Edgar Alves Andrade, apontou como chefe principal do CV na rua está foragido. A polícia tem informações de que o criminoso estava na região, na Serra da Misericórdia e fugiu com a chegada dos policiais. “O Doca, nós não conseguimos pegar nesse primeiro momento porque é uma estratégia que eles fazem. Essa liderança, principalmente a liderança do Doca, o que eles fazem? Ele bota os soldados como mais uma barreira para poder facilitar a sua prisão, a gente tem toda essa dificuldade”, afirmou Santos, em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews. O governo do estado oferece recompensa de R$ 100 mil para quem der informações, via Disque Denúncia, que ajudem a capturá-lo. Há 20 mandados de prisão em aberto contra Doca, apontados como um dos chefes do CV, alvo da megaoperação. 📱Receba as postagens do Blog da Sadi no WhatsApp Doca nasceu na Paraíba e foi criada na Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio. Fugitivo do sistema carcerário, Doca é investigado por mais de 100 homicídios, incluindo execuções de crianças e desaparecimentos de moradores, segundo o Disque Denúncia. Traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca Reprodução Em outubro de 2023, Doca foi apontado como o mandante da execução de três médicos e da tentativa de homicídio de um quarto homem na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. As vítimas participaram de um congresso de medicina e foram confundidas com milicianos de Rio das Pedras. LEIA TAMBÉM entenda o que é GLO e por que o termo voltou a ser planejado após operação no RJ Moradora obrigada a filmar rendição, ‘monte’ de fuzis, bombas em drones, cariocas a pé: as imagens da megaoperação no Rio Cúpula do Comando Vermelho é apresentada para cadeia de segurança máxima no Rio antes de ser levada a presídio federal Identificação dos mortos De acordo com o secretário, o governo do estado não tem a identidade de todas as pessoas mortas durante a operação. Segundo ele, os dados e as informações estão em processo de contabilização. “A declaração a pessoas só vai ter mais tarde porque a quantidade de infrações neutralizadas é grande, precisa ser identificada e precisa ter um processo que não é muito rápido. A primeira fase do reconhecimento é a família pleitear seu parente e ir reconhecimento”, disse. A Megaoperação no Rio provocou registro de mortes EPA via BBC Ao mesmo tempo que não tem identificação geral, afirmou Santos, o governo ainda não é capaz de afirmar quantas pessoas presas ou mortas estavam nos mandados de prisão emitidos para serem cumpridos durante a operação. “O que posso afirmar é que os mandados de busca e apreensão, todos eles, foram cumpridos. Os mandados de prisão é que não consigo dizer agora quantos esses presos ou neutralizados fazem parte dos mandados”, disse. Operação mais policial letal do RJ Nesta quarta-feira (29), o governo do RJ confirmou ao menos 121 mortos na megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha contra o Comando Vermelho. De acordo com o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, as vítimas são 117 suspeitos e 4 policiais. Foi a operação mais letal da história do estado. Moradores do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, afirmaram ter encontrado pelo menos 74 corpos, que foram levados para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, uma das principais da região, ao longo da madrugada desta quarta-feira (29). Curi disse que foram 63 corpos encontrados na mata. Entenda os números divulgados até agora: O governo havia informado no balanço de terça que havia 64 mortos, sendo que 4 eram policiais civis e militares. Mas, na manhã desta quarta, o governador Cláudio Castro (PL-RJ) só confirmou oficialmente 58 mortos, sendo que eram 54 criminosos. Ele não esclareceu porque o número do balanço de ontem foi alterado. Em coletiva, a cúpula da segurança do RJ atualizou os números: 4 policiais e 117 suspeitos mortos. Moradores afirmaram ter encontrado 74 mortos na mata, que foram levados uma praça na Penha. O Secretário da Polícia Civil fala em “63 corpos encontrados na mata”. Haverá uma perícia para ver se há relação entre essas mortes e a operação. Curi disse também que foram 113 presos, 33 de outros estados, como Amazonas, Ceará, Pará e Pernambuco. ‘Muro do Bope’: a estratégia da polícia contra os bandidos na área de mata entre a Penha e o Alemão. Arte/g1
Não consegui pegar o Doca, diz secretário sobre líder do CV após ação mais letal do RJ A megaoperação das forças de segurança nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, registrada, entre 113 presos, Thiago do Nascimento Mendes, o Belão do Quitungo, um dos chefes do Comando Vermelho da região. Outro capturado é Nicolas Fernandes Soares, apontado como operador financeiro de um dos altos chefes do CV, Edgar Alves de Andrade, o Doca. Há ainda chefes de facção em outros estados como Alan Barbosa Fonseca, de Feira de Santana, na Bahia, e integrantes do Pará, Pernambuco e Maranhão. No total, 33 presos são de outros estados. Doca escapou Disque Denúncia aumenta valor prela prisão de Doca, líder do Comando Vermelho O principal alvo da ação, Edgar Alves Andrade, apontou como chefe principal do CV na rua está foragido. A polícia tem informações de que o criminoso estava na região, na Serra da Misericórdia e fugiu com a chegada dos policiais. “O Doca, nós não conseguimos pegar nesse primeiro momento porque é uma estratégia que eles fazem. Essa liderança, principalmente a liderança do Doca, o que eles fazem? Ele bota os soldados como mais uma barreira para poder facilitar a sua prisão, a gente tem toda essa dificuldade”, afirmou Santos, em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews. O governo do estado oferece recompensa de R$ 100 mil para quem der informações, via Disque Denúncia, que ajudem a capturá-lo. Há 20 mandados de prisão em aberto contra Doca, apontados como um dos chefes do CV, alvo da megaoperação. 📱Receba as postagens do Blog da Sadi no WhatsApp Doca nasceu na Paraíba e foi criada na Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio. Fugitivo do sistema carcerário, Doca é investigado por mais de 100 homicídios, incluindo execuções de crianças e desaparecimentos de moradores, segundo o Disque Denúncia. Traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca Reprodução Em outubro de 2023, Doca foi apontado como o mandante da execução de três médicos e da tentativa de homicídio de um quarto homem na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. As vítimas participaram de um congresso de medicina e foram confundidas com milicianos de Rio das Pedras. LEIA TAMBÉM entenda o que é GLO e por que o termo voltou a ser planejado após operação no RJ Moradora obrigada a filmar rendição, ‘monte’ de fuzis, bombas em drones, cariocas a pé: as imagens da megaoperação no Rio Cúpula do Comando Vermelho é apresentada para cadeia de segurança máxima no Rio antes de ser levada a presídio federal Identificação dos mortos De acordo com o secretário, o governo do estado não tem a identidade de todas as pessoas mortas durante a operação. Segundo ele, os dados e as informações estão em processo de contabilização. “A declaração a pessoas só vai ter mais tarde porque a quantidade de infrações neutralizadas é grande, precisa ser identificada e precisa ter um processo que não é muito rápido. A primeira fase do reconhecimento é a família pleitear seu parente e ir reconhecimento”, disse. A Megaoperação no Rio provocou registro de mortes EPA via BBC Ao mesmo tempo que não tem identificação geral, afirmou Santos, o governo ainda não é capaz de afirmar quantas pessoas presas ou mortas estavam nos mandados de prisão emitidos para serem cumpridos durante a operação. “O que posso afirmar é que os mandados de busca e apreensão, todos eles, foram cumpridos. Os mandados de prisão é que não consigo dizer agora quantos esses presos ou neutralizados fazem parte dos mandados”, disse. Operação mais policial letal do RJ Nesta quarta-feira (29), o governo do RJ confirmou ao menos 121 mortos na megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha contra o Comando Vermelho. De acordo com o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, as vítimas são 117 suspeitos e 4 policiais. Foi a operação mais letal da história do estado. Moradores do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, afirmaram ter encontrado pelo menos 74 corpos, que foram levados para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, uma das principais da região, ao longo da madrugada desta quarta-feira (29). Curi disse que foram 63 corpos encontrados na mata. Entenda os números divulgados até agora: O governo havia informado no balanço de terça que havia 64 mortos, sendo que 4 eram policiais civis e militares. Mas, na manhã desta quarta, o governador Cláudio Castro (PL-RJ) só confirmou oficialmente 58 mortos, sendo que eram 54 criminosos. Ele não esclareceu porque o número do balanço de ontem foi alterado. Em coletiva, a cúpula da segurança do RJ atualizou os números: 4 policiais e 117 suspeitos mortos. Moradores afirmaram ter encontrado 74 mortos na mata, que foram levados uma praça na Penha. O Secretário da Polícia Civil fala em “63 corpos encontrados na mata”. Haverá uma perícia para ver se há relação entre essas mortes e a operação. Curi disse também que foram 113 presos, 33 de outros estados, como Amazonas, Ceará, Pará e Pernambuco. ‘Muro do Bope’: a estratégia da polícia contra os bandidos na área de mata entre a Penha e o Alemão. Arte/g1[/gpt3]

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