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Filho de Lula vira alvo da CPMI após indícios na “Farra do INSS”

Redação Por Redação
4 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Filho de Lula vira alvo da CPMI após indícios na “Farra do INSS”
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A CPMI do INSS aumentou a pressão para uma convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após membros do colegiado terem tido acesso ao depoimento de uma testemunha que relaciona o empresário ao esquema bilionário de fraude contra investidores.

A comissão deve votar nesta quinta-feira (4) a convocação de Lulinha, após relatos que envolvem a suspeita de coleta de valores monetários, abertura de empresas no exterior e suposta atuação em negócios ligados ao grupo investigado. As revelações foram divulgadas inicialmente pelo portal Poder360.

Em entrevistas aos jornalistas, o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que documentos analisados ​​pela comissão sugerem que o filho do presidente Lula teria recebido, em conjunto com uma publicitária ligada ao partido, cerca de R$ 8 milhões.

Os documentos baseiam-se, principalmente, em relatos apresentados por uma testemunha à CPMI. Segundo ela, o total movimentado no esquema pode chegar a aproximadamente R$ 25 milhões e os recursos foram gastos para abertura de empresas no exterior, em paraísos fiscais, além de viagens internacionais, com foco na estruturação de um novo negócio direcionado à comercialização de canabidiol.

Apesar das acusações e relatos, ainda não há prova documental direta divulgada sobre o envolvimento de Lulinha na fraude do INSS. “Não podemos dizer se isso se confirma em documentos. Por isso, eu coloco o requisito de convocação e vou submeter aos parlamentares e cada um votará de acordo com a sua consciência”, disse Viana.

Ainda segundo a testemunha, empresas no exterior foram montadas para disputar contratos no Ministério da Saúde, em processos que foram fraudados, com suposta atuação de lobby atribuída ao filho do presidente. As informações seguem sob apuração da comissão.

A reportagem da Gazeta do Povo Tentei contato com Fábio Luís Lula da Silva, que se mudou para a Espanha em julho deste ano, mas não teve sucesso. Também foi publicado comentário oficial ao ex-advogado e amigo de Lulinha, bem como ao Palácio do Planalto. Até o fechamento desta edição, não houve resposta, mas o espaço segue aberto para atualização.

Em defesa do filho de Lula, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), membro do colegiado, afirmou que “acusações sem provas de um delator sem substituição, usadas pela oposição para criar factoides, serão rejeitadas”.

Testemunha é ex-funcionário do Careca do INSS

As novas suspeitas contra Lulinha baseiam-se no depoimento de Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes — o “Careca do INSS”, preso desde setembro de 2025. A oposição organizada convocá-lo para prestar depoimento à CPMI, mas os governadores barraram a aprovação do requerimento.

Segundo documentos obtidos pelo Poder360Claro disse à Polícia Federal (PF) que Lulinha teria recebido uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil. O valor total repassado ao longo do esquema poderia atingir um cifra de R$ 25 milhões.

O ex-funcionário, segundo o portal, indicou ainda que Lulinha e o “Careca do INSS” deveriam realizar, juntos, viagens à Europa, incluindo Portugal, e que o filho do presidente pode ter tido participação em uma sociedade com a empresa World Cannabis (razão social: Camilo Comércio e Serviços S/A), com sede em Brasília. A Polícia Federal e a CPMI suspeitam que esta empresa foi utilizada para lavagem de dinheiro proveniente de fraudes do INSS.

Fontes de investigação ouvidas pelo Poder360 indicam que, até ao momento, existem depoimentos – como depoimentos, relatórios financeiros e registos de viagens – mas não há provas definitivas do envolvimento direto de Lulinha nas fraudes.

Requerimento de Lulinha na pauta para votação

O pedido de convocação de Lulinha foi apresentado pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), em conjunto com o senador Eduardo Girão (Novo-CE) e os deputados Adriana Ventura (Novo-SP) e Luiz Lima (Novo-RJ). Os parlamentares afirmaram que a convocação se tornou “indispensável” diante das informações reveladas no curso da investigação e das reportagens da imprensa.

Sem necessidade, os parlamentares apontam que, durante o depoimento à CPMI, o advogado Eli Cohen mencionou a existência de uma estrutura criminosa organizada há mais de 15 anos, voltada ao desvio sistemático de recursos de transferências, com envolvimento de agentes públicos e operadores privados especializados em fraudes.

O requerimento cita reportagem do portal Metrópoles, de novembro de 2025, que aponta possíveis vínculos entre operadores do esquema e pessoas próximas ao presidente Lula.

De acordo com as informações, Ricardo Bimbo — dirigente nacional do PT e coordenador do setor de Tecnologia da Informação do partido — teria recebido R$ 120 mil em sua conta pessoal e R$ 8,29 milhões por meio de sua empresa Datacore, valores oriundos da ADS Soluções e Marketing, empresa que, segundo relatórios de inteligência financeira enviados à CPMI, movimentou demonstrações de milhões de reais ligados às entidades envolvidas na chamada “Farra do INSS”.

O documento ainda destaca que, no mesmo período dessas movimentações financeiras, Bimbo teria feito o pagamento de um boleto no valor de R$ 10.354,60 ao contador João Muniz Leite — profissional que, segundo o requerimento, atendeu também o Lulinha. O contador é investigado pelo Ministério Público de São Paulo na Operação Fim da Linha, sob suspeitas de lavar dinheiro para o PCC.

Para os autores do pedido, o incidente temporal entre os repasses milionários da ADS, os pagamentos feitos por Bimbo e o vínculo direto do contador com Lulinha é “grave” e exige esclarecimentos imediatos. A exigência sustenta que a CPMI deve investigar todos os beneficiários, intermediários e eventuais participantes do esquema, independentemente de vínculos políticos ou familiares.

Os parlamentares queriam que Lulinha declarasse se tinha conhecimento das relações financeiras de seu contador com agentes vinculados à ADS, se houvesse qualquer contato direto ou indireto com membros do esquema, e se seu nome, CPF, empresas ou estrutura contábil foram envolvidas em operações suspeitas.

“A convocação é necessária, proporcional e urgente para o esclarecimento completo dos fatos”, afirmam os autores do pedido, que classificam o caso como a maior fraude contra aposentadorias da história do país.

Se aprovado, Lulinha será convocado a comparecer oficialmente à CPMI do INSS para prestar esclarecimentos.

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