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Família descobre troca de corpos ao abrir o caixão no velório em Italva: o que se sabe sobre o caso

Redação Por Redação
1 de março de 2026
Em Notícias
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Família descobre troca de corpos ao abrir o caixão no velório em Italva: o que se sabe sobre o caso
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Família descobre troca de corpos ao abrir o caixão no velório em Italva: o que se sabe sobre o caso
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Famílias reclamam de troca de corpos por funerárias no Noroeste Fluminense Uma troca de corpos por engano transformada o luto de uma família em indignação em Italva, no Noroeste Fluminense. Ao abrir o caixão que chegou para o velório, os parentes viram que o corpo não era do ente querido. Enquanto isso, o falecido já havia sido levado para outra cidade: Santo Antônio de Pádua. O caso ocorreu nesta quarta-feira (25). A funerária foi descoberta e disse que nunca registrou esse tipo de ocorrência. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Confira abaixo o que se sabe sobre o caso: Para qual cidade foi o corpo que deveria ser velado? Como a família descobriu o erro? O velório e o sepultamento foram afetados? O que diz o Hospital São José do Avaí? O que diz a funerária de Itaperuna? Como ocorreu o equívoco? O corpo errado chegou a ser velado? Poderá haver responsabilização ou medidas de reposição? O caso segue sob apuração? 1 – Para qual cidade foi o corpo que deveria ser velado? A troca foi percebida em Italva, durante um velório na Quarta Igreja Batista. O corpo correto que deveria estar em Italva foi enviado por engano para Santo Antônio de Pádua, enquanto o corpo destinado a Pádua foi entregue à família em Italva. 2 – Como a família descobriu o erro? O engano só foi notado no momento em que o caixão chegou ao local do velório. Ao abrir a urna, os familiares consideraram que não se tratava do pai que seria velado. 3 – De que forma o velocidade e o sepultamento foram afetados? Sim. O sepultamento precisou ser adiado para que as verificações fossem feitas e destruídas, realizadas. Apesar do constrangimento, o enterro aconteceu ainda no mesmo dia. Parentes criticaram a falta de protocolos mais específicos de conferência e identificação. 4 – O que diz o Hospital São José do Avaí? O hospital informou que adota protocolos de identificação de óbitos, com registro documental, verificação criteriosa e conferência antes da divulgação. Segundo a instituição, a funerária assina um documento no momento da retirada com nome, dados, localização e identificação do profissional responsável. 5 – O que diz a funerária de Itaperuna? A funerária afirmou que já se retratou com a família e que o erro foi reconhecido e tratado internacionalmente, ressaltando não haver registro de ocorrências semelhantes em mais de 60 anos de atuação. Segundo o responsável. 6 – Como ocorreu o equívoco? Segundo a funerária, o equívoco ocorreu na retirada do corpo, etapa que não permite a entrada de familiares para reconhecimento, e pode ter envolvido uma retirada anterior por outra equipe, possivelmente de madrugada. Após a constatação, o filho da vítima acompanhou o responsável até o hospital para o reconhecimento correto e a troca. 7 – O corpo errado chegou a ser velado? De acordo com a funerária, não. A empresa diz que o corpo entregue por engano não chegou a passar por velório ou cerimônia e que o problema foi corrigido imediatamente. 8 – Haverá responsabilização ou medidas de reposição? Até o fechamento do texto fornecido, não foram divulgadas medidas adicionais de reposição ou responsabilização pública por parte dos envolvidos. Erro só foi percebido no velório em Italva; hospital e funerária dizem que adotam protocolos rigorosos de identificação. Reprodução Inter 2
Famílias reclamam de troca de corpos por funerárias no Noroeste Fluminense Uma troca de corpos por engano transformada o luto de uma família em indignação em Italva, no Noroeste Fluminense. Ao abrir o caixão que chegou para o velório, os parentes viram que o corpo não era do ente querido. Enquanto isso, o falecido já havia sido levado para outra cidade: Santo Antônio de Pádua. O caso ocorreu nesta quarta-feira (25). A funerária foi descoberta e disse que nunca registrou esse tipo de ocorrência. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Confira abaixo o que se sabe sobre o caso: Para qual cidade foi o corpo que deveria ser velado? Como a família descobriu o erro? O velório e o sepultamento foram afetados? O que diz o Hospital São José do Avaí? O que diz a funerária de Itaperuna? Como ocorreu o equívoco? O corpo errado chegou a ser velado? Poderá haver responsabilização ou medidas de reposição? O caso segue sob apuração? 1 – Para qual cidade foi o corpo que deveria ser velado? A troca foi percebida em Italva, durante um velório na Quarta Igreja Batista. O corpo correto que deveria estar em Italva foi enviado por engano para Santo Antônio de Pádua, enquanto o corpo destinado a Pádua foi entregue à família em Italva. 2 – Como a família descobriu o erro? O engano só foi notado no momento em que o caixão chegou ao local do velório. Ao abrir a urna, os familiares consideraram que não se tratava do pai que seria velado. 3 – De que forma o velocidade e o sepultamento foram afetados? Sim. O sepultamento precisou ser adiado para que as verificações fossem feitas e destruídas, realizadas. Apesar do constrangimento, o enterro aconteceu ainda no mesmo dia. Parentes criticaram a falta de protocolos mais específicos de conferência e identificação. 4 – O que diz o Hospital São José do Avaí? O hospital informou que adota protocolos de identificação de óbitos, com registro documental, verificação criteriosa e conferência antes da divulgação. Segundo a instituição, a funerária assina um documento no momento da retirada com nome, dados, localização e identificação do profissional responsável. 5 – O que diz a funerária de Itaperuna? A funerária afirmou que já se retratou com a família e que o erro foi reconhecido e tratado internacionalmente, ressaltando não haver registro de ocorrências semelhantes em mais de 60 anos de atuação. Segundo o responsável. 6 – Como ocorreu o equívoco? Segundo a funerária, o equívoco ocorreu na retirada do corpo, etapa que não permite a entrada de familiares para reconhecimento, e pode ter envolvido uma retirada anterior por outra equipe, possivelmente de madrugada. Após a constatação, o filho da vítima acompanhou o responsável até o hospital para o reconhecimento correto e a troca. 7 – O corpo errado chegou a ser velado? De acordo com a funerária, não. A empresa diz que o corpo entregue por engano não chegou a passar por velório ou cerimônia e que o problema foi corrigido imediatamente. 8 – Haverá responsabilização ou medidas de reposição? Até o fechamento do texto fornecido, não foram divulgadas medidas adicionais de reposição ou responsabilização pública por parte dos envolvidos. Erro só foi percebido no velório em Italva; hospital e funerária dizem que adotam protocolos rigorosos de identificação. Reprodução Inter 2[/gpt3]

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