Falso encontro: quadrilha usava app de relacionamento para assaltar vítimas no Rio; um suspeito preso e dois foragidos
[/gpt3]Golpistas marcaram encontros em aplicativos de relacionamento e assaltaram vítimas Um homem foi preso nesta quinta-feira (19) suspeito de cometer assaltos contra vítimas atraídas por aplicativo de relacionamentos na Zona Oeste do Rio. Segundo a polícia, a quadrilha criava perfis falsos, marcava encontros e, quando uma pessoa chegava ao local combinado, era surpreendida por bandidos armados. Os encontros eram sempre marcados na mesma rua, na Apolônia Pinto, no bairro do Tanque, em Jacarepaguá, geralmente de madrugada. Uma das vítimas contou que o contato começou por um aplicativo de relacionamento e, pelas conversas virtuais, nada indicava que se tratava de um golpe. Outro homem, que também não quis se identificar, disse que não desconfiou da abordagem. De acordo com as investigações, o grupo usava nomes falsos para marcar os encontros. Ao chegar ao endereço combinado, as vítimas eram abordadas e assaltadas. Imagens de câmeras de segurança mostram como a ação acontecia. No dia 27 de janeiro, às 1h15, um homem chega ao local combinado e aguarda perguntas no celular. Pouco depois, uma moto com dois criminosos se aproxima. O garupa, armado, anuncia o assalto, leva o telefone e exige a senha do aparelho. Cerca de duas horas depois, outra vítima chega à mesma rua e é cercada pelos bandidos. O homem ainda tenta fugir, mas é ameaçado com uma arma. Os crimes levam a mochila, o celular e também obrigam a vítima a informar a senha. Dois dias depois, as câmeras registraram mais um roubo atribuído à mesma quadrilha. Antes das 7h, um homem foi abordado na rua e teve o celular desligado em menos de 30 segundos. A polícia participou de dois suspeitos que atuaram na moto: Nathan da Silva Ramos e Jackson da Costa Silva. Eles são investigados por diversos roubos na região de Jacarepaguá. Jackson foi preso nesta quinta-feira (19), na Taquara. Na casa dele, os agentes apreenderam uma moto que, segundo a polícia, foi usada em pelo menos dois crimes. Nathan da Silva Ramos e Fabrício Dantas Fidelis da Silva, apontados como integrante do grupo, seguem foragidos.Golpistas marcaram encontros em aplicativos de relacionamento e assaltaram vítimas Um homem foi preso nesta quinta-feira (19) suspeito de cometer assaltos contra vítimas atraídas por aplicativo de relacionamentos na Zona Oeste do Rio. Segundo a polícia, a quadrilha criava perfis falsos, marcava encontros e, quando uma pessoa chegava ao local combinado, era surpreendida por bandidos armados. Os encontros eram sempre marcados na mesma rua, na Apolônia Pinto, no bairro do Tanque, em Jacarepaguá, geralmente de madrugada. Uma das vítimas contou que o contato começou por um aplicativo de relacionamento e, pelas conversas virtuais, nada indicava que se tratava de um golpe. Outro homem, que também não quis se identificar, disse que não desconfiou da abordagem. De acordo com as investigações, o grupo usava nomes falsos para marcar os encontros. Ao chegar ao endereço combinado, as vítimas eram abordadas e assaltadas. Imagens de câmeras de segurança mostram como a ação acontecia. No dia 27 de janeiro, às 1h15, um homem chega ao local combinado e aguarda perguntas no celular. Pouco depois, uma moto com dois criminosos se aproxima. O garupa, armado, anuncia o assalto, leva o telefone e exige a senha do aparelho. Cerca de duas horas depois, outra vítima chega à mesma rua e é cercada pelos bandidos. O homem ainda tenta fugir, mas é ameaçado com uma arma. Os crimes levam a mochila, o celular e também obrigam a vítima a informar a senha. Dois dias depois, as câmeras registraram mais um roubo atribuído à mesma quadrilha. Antes das 7h, um homem foi abordado na rua e teve o celular desligado em menos de 30 segundos. A polícia participou de dois suspeitos que atuaram na moto: Nathan da Silva Ramos e Jackson da Costa Silva. Eles são investigados por diversos roubos na região de Jacarepaguá. Jackson foi preso nesta quinta-feira (19), na Taquara. Na casa dele, os agentes apreenderam uma moto que, segundo a polícia, foi usada em pelo menos dois crimes. Nathan da Silva Ramos e Fabrício Dantas Fidelis da Silva, apontados como integrante do grupo, seguem foragidos.[/gpt3]












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