• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

‘Eu só quero que eles paguem’, diz mãe de vítima de estupro coletivo sobre suspeitos

Redação Por Redação
2 de março de 2026
Em Notícias
A A
‘Eu só quero que eles paguem’, diz mãe de vítima de estupro coletivo sobre suspeitos
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



‘Eu só quero que eles paguem’, diz mãe de vítima de estupro coletivo sobre suspeitos
[/gpt3]
A mãe da adolescente vítima de um estupro coletivo em Copacabana, na Zona Sul do Rio, conta que a filha contou desesperada e chorando sobre o crime que sofreu. A polícia faz buscas para prender os quatro indiciados pelo crime, que estão foragidos. A mãe disse qual foi o momento em que resgatamos a gravidade do caso, com os ferimentos da vítima nos glúteos e nas costas. “Foi quando ela suspendeu o vestido mais ou menos ate aparecer a nádega e eu fiquei desesperada. Só catei os documentos e falei: ‘Vamos pra delegacia'”, contou ela. Posteriormente, o exame no Instituto Médico Legal também apontou lesões na região genital do jovem. A vítima relatou que só contou à mãe o que aconteceu após conversar com a melhor amiga, que alertou que ela tinha sido vítima de um estupro. Em entrevista ao g1 e à TV Globo, a mãe aplaudiu a coragem da filha em fazer a denúncia, e alertou que o caso ocorrido com ela pode fazer outros virem à tona. “A minha filha foi muito calorosa, tanto que fez com que ela regularsse esses meliantes. Através desse reconhecimento, pode haver outras vítimas”, pontuou. “Eu só quero que eles paguem”. Foram indiciados por estupro com concurso de pessoas e estão foragidos: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos da 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso, afirmou que, caso haja outras vítimas do mesmo grupo ou dentro da escola, a delegacia pode ser procurada para depoimentos. Portal dos Procurados divulgou cartaz dos quatro jovens denunciados pelo estupro coletivo Divulgação/Disque Denúncia A defensora da família da vítima, Mariana Rodrigues, afirma que há relatos relacionados ao mesmo adolescente que levou um jovem ao apartamento onde ocorreu o estupro. Esse adolescente, estudante do Pedro II, contaria com a ajuda de outros amigos: “Existem outras meninas, existem crianças e adolescentes no Pedro II que já passaram por situações semelhantes. Pensando numa escala, talvez a nossa vítima foi a mais grave, mas há outros relatos de tentativa de beijo, tentativa de conseguir favorecimento sexual colocando bebida, incentivando o uso de bebidas”, afirmou a advogada. A vítima é acompanhada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, já que o colégio é federal. Histórico problemático Dois jovens apontados como suspeitos no caso de estupro coletivo de uma menor em Copacabana, na Zona Sul do Rio, já foram alvo de advertências e suspensões por comportamento inadequado no Colégio Pedro II. O estudante Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, e um adolescente de 17 — ambos matriculados no campus Humaitá II — também respondeu ao processo disciplinar interno por agressão dentro da unidade escolar, uma das instituições de ensino federal mais tradicionais do país. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça No domingo (1°), a Reitoria do Colégio Pedro II e a Direção-Geral do campus Humaitá II informaram que abriram processo administrativo para desligar os dois estudantes que estudam na unidade e são suspeitos do crime. O que se sabe sobre o caso O caso foi revelado no último sábado (28), quando a polícia indiciou 4 adultos por crime de estupro. Polícia busca suspeitos de estupro de adolescente em Copacabana Um menor de idade foi indiciado e teve uma representação da polícia exigindo medida sócio educativa por atos infracionais análogos aos crimes de estupro e estupro coletivo. O Serrano FC anunciou o afastamento imediato do jogador João Gabriel Xavier Berthô e a suspensão de seu contrato após a expedição de mandado de prisão contra ele. Veja abaixo o que se sabe sobre o crime. O que aconteceu? Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele, na noite de 31 de janeiro, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. No elevador, o rapaz avisou que mais amigos estariam no local e sugeriu que fariam “algo diferente”, o que, segundo a vítima, ela encontrou. Já no apartamento, ela foi levada para um quarto e, enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros 4 rapazes ficaram no cômodo. Esse rapaz teria pedido que um jovem levasse uma amiga, mas, como ela não conseguiu, um adolescente ficou sozinho. A vítima relatou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, desde que não a tocassem. No entanto, segundo o depoimento, os rapazes tiraram a roupa, passaram a beijá-la e apalpá-la, forçando-a a praticar sexo oral e sofrer violência por todos. Ela afirmou ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Tentou sair do quarto, mas foi impedido. LEIA TAMBÉM: Jovem com nome quase igual ao de suspeito de estupro coletivo em Copacabana diz estar sendo confundido e relata ameaças Colégio Pedro II alunos excluídos suspeitos de envolvimento em estupro coletivo O que mostram como imagens Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e buscas por 4 homens e 1 menor Reprodução Câmeras de segurança do prédio registraram a chegada dos jovens ao apartamento e, depois, a entrada do adolescente pelo menor. As imagens também mostram o momento em que a vítima deixa o imóvel. De acordo com o relatório policial, após acompanhá-la até a saída do prédio, o adolescente retorna ao apartamento e faz gestos interpretados pelos investigadores como de “comemoração”. Há ainda registros da saída dos investigados do edifício em horários próximos ao crime. Troca de mensagens Conversas por WhatsApp entre adolescentes e menores, antes do crime, foram incluídas no inquérito. Nas mensagens, ele a convida para ir ao endereço e pergunta se ela poderia chamar uma amiga. Um jovem responde que não teria quem convidar, e ele afirma que não teria problemas em ir sozinho. As mensagens também mostram a combinação do encontro na portaria e os horários em que ela avisou que estava chegando. O que diz o laudo O exame de corpo de delito apresentou lesões compatíveis com violência física. A perícia acordos infiltrados hemorrágicos e escoriação na região genital, além de sangue no canal vaginal. Também foram descritos grupos de manchas nas regiões dorsais e glúteas. Materiais foram coletados para exames genéticos e análise de DNA. Situação atual A Justiça expediu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os investigados maiores de idade. Segundo a polícia, todos são considerados foragidos, já que não foram encontrados nos pedidos informados. O que dizem os citados A defesa de João Gabriel se pronunciou com a seguinte nota: “A defesa de João Gabriel Bertho nega com veemência a ocorrência de estupro. Duas decisões judiciais já tiveram negado o pedido de prisão preventiva feito anteriormente. Há nos autos do processo, mensagens de texto, trocadas entre um jovem e seu amigo, ambos com 17 anos, sobre a presença prévia de outros rapazes na casa em que eles se encontraram, como de fato ocorrido. A jovem afirma, em seu depoimento à polícia, ter permitida a presença dos rapazes no quarto enquanto ela e o amigo estavam tendo um encontro íntimo. No mesmo depoimento, ela relata ter tido outros pedidos atendidos A defesa contesta o fato de João Gabriel, estudante e atleta profissional, sem nenhum histórico de violência, não teve oportunidade mesmo de ser ouvido pela polícia para se defender. Violência contra mulher: como pedir ajuda
A mãe da adolescente vítima de um estupro coletivo em Copacabana, na Zona Sul do Rio, conta que a filha contou desesperada e chorando sobre o crime que sofreu. A polícia faz buscas para prender os quatro indiciados pelo crime, que estão foragidos. A mãe disse qual foi o momento em que resgatamos a gravidade do caso, com os ferimentos da vítima nos glúteos e nas costas. “Foi quando ela suspendeu o vestido mais ou menos ate aparecer a nádega e eu fiquei desesperada. Só catei os documentos e falei: ‘Vamos pra delegacia'”, contou ela. Posteriormente, o exame no Instituto Médico Legal também apontou lesões na região genital do jovem. A vítima relatou que só contou à mãe o que aconteceu após conversar com a melhor amiga, que alertou que ela tinha sido vítima de um estupro. Em entrevista ao g1 e à TV Globo, a mãe aplaudiu a coragem da filha em fazer a denúncia, e alertou que o caso ocorrido com ela pode fazer outros virem à tona. “A minha filha foi muito calorosa, tanto que fez com que ela regularsse esses meliantes. Através desse reconhecimento, pode haver outras vítimas”, pontuou. “Eu só quero que eles paguem”. Foram indiciados por estupro com concurso de pessoas e estão foragidos: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos; Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos da 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso, afirmou que, caso haja outras vítimas do mesmo grupo ou dentro da escola, a delegacia pode ser procurada para depoimentos. Portal dos Procurados divulgou cartaz dos quatro jovens denunciados pelo estupro coletivo Divulgação/Disque Denúncia A defensora da família da vítima, Mariana Rodrigues, afirma que há relatos relacionados ao mesmo adolescente que levou um jovem ao apartamento onde ocorreu o estupro. Esse adolescente, estudante do Pedro II, contaria com a ajuda de outros amigos: “Existem outras meninas, existem crianças e adolescentes no Pedro II que já passaram por situações semelhantes. Pensando numa escala, talvez a nossa vítima foi a mais grave, mas há outros relatos de tentativa de beijo, tentativa de conseguir favorecimento sexual colocando bebida, incentivando o uso de bebidas”, afirmou a advogada. A vítima é acompanhada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, já que o colégio é federal. Histórico problemático Dois jovens apontados como suspeitos no caso de estupro coletivo de uma menor em Copacabana, na Zona Sul do Rio, já foram alvo de advertências e suspensões por comportamento inadequado no Colégio Pedro II. O estudante Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, e um adolescente de 17 — ambos matriculados no campus Humaitá II — também respondeu ao processo disciplinar interno por agressão dentro da unidade escolar, uma das instituições de ensino federal mais tradicionais do país. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça No domingo (1°), a Reitoria do Colégio Pedro II e a Direção-Geral do campus Humaitá II informaram que abriram processo administrativo para desligar os dois estudantes que estudam na unidade e são suspeitos do crime. O que se sabe sobre o caso O caso foi revelado no último sábado (28), quando a polícia indiciou 4 adultos por crime de estupro. Polícia busca suspeitos de estupro de adolescente em Copacabana Um menor de idade foi indiciado e teve uma representação da polícia exigindo medida sócio educativa por atos infracionais análogos aos crimes de estupro e estupro coletivo. O Serrano FC anunciou o afastamento imediato do jogador João Gabriel Xavier Berthô e a suspensão de seu contrato após a expedição de mandado de prisão contra ele. Veja abaixo o que se sabe sobre o crime. O que aconteceu? Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele, na noite de 31 de janeiro, na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. No elevador, o rapaz avisou que mais amigos estariam no local e sugeriu que fariam “algo diferente”, o que, segundo a vítima, ela encontrou. Já no apartamento, ela foi levada para um quarto e, enquanto mantinha relação sexual com o jovem, outros 4 rapazes ficaram no cômodo. Esse rapaz teria pedido que um jovem levasse uma amiga, mas, como ela não conseguiu, um adolescente ficou sozinho. A vítima relatou que, após insistência do adolescente, apenas que os amigos permaneceram no quarto, desde que não a tocassem. No entanto, segundo o depoimento, os rapazes tiraram a roupa, passaram a beijá-la e apalpá-la, forçando-a a praticar sexo oral e sofrer violência por todos. Ela afirmou ainda que levou tapas, socos e um chute na região abdominal. Tentou sair do quarto, mas foi impedido. LEIA TAMBÉM: Jovem com nome quase igual ao de suspeito de estupro coletivo em Copacabana diz estar sendo confundido e relata ameaças Colégio Pedro II alunos excluídos suspeitos de envolvimento em estupro coletivo O que mostram como imagens Polícia apura estupro coletivo contra adolescente em Copacabana e buscas por 4 homens e 1 menor Reprodução Câmeras de segurança do prédio registraram a chegada dos jovens ao apartamento e, depois, a entrada do adolescente pelo menor. As imagens também mostram o momento em que a vítima deixa o imóvel. De acordo com o relatório policial, após acompanhá-la até a saída do prédio, o adolescente retorna ao apartamento e faz gestos interpretados pelos investigadores como de “comemoração”. Há ainda registros da saída dos investigados do edifício em horários próximos ao crime. Troca de mensagens Conversas por WhatsApp entre adolescentes e menores, antes do crime, foram incluídas no inquérito. Nas mensagens, ele a convida para ir ao endereço e pergunta se ela poderia chamar uma amiga. Um jovem responde que não teria quem convidar, e ele afirma que não teria problemas em ir sozinho. As mensagens também mostram a combinação do encontro na portaria e os horários em que ela avisou que estava chegando. O que diz o laudo O exame de corpo de delito apresentou lesões compatíveis com violência física. A perícia acordos infiltrados hemorrágicos e escoriação na região genital, além de sangue no canal vaginal. Também foram descritos grupos de manchas nas regiões dorsais e glúteas. Materiais foram coletados para exames genéticos e análise de DNA. Situação atual A Justiça expediu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os investigados maiores de idade. Segundo a polícia, todos são considerados foragidos, já que não foram encontrados nos pedidos informados. O que dizem os citados A defesa de João Gabriel se pronunciou com a seguinte nota: “A defesa de João Gabriel Bertho nega com veemência a ocorrência de estupro. Duas decisões judiciais já tiveram negado o pedido de prisão preventiva feito anteriormente. Há nos autos do processo, mensagens de texto, trocadas entre um jovem e seu amigo, ambos com 17 anos, sobre a presença prévia de outros rapazes na casa em que eles se encontraram, como de fato ocorrido. A jovem afirma, em seu depoimento à polícia, ter permitida a presença dos rapazes no quarto enquanto ela e o amigo estavam tendo um encontro íntimo. No mesmo depoimento, ela relata ter tido outros pedidos atendidos A defesa contesta o fato de João Gabriel, estudante e atleta profissional, sem nenhum histórico de violência, não teve oportunidade mesmo de ser ouvido pela polícia para se defender. Violência contra mulher: como pedir ajuda[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: coletivodizelesestupromãepaguemQuerosósobreSuspeitosvítima
Postagem Anterior

Lula e Flávio Bolsonaro traçam agendas internacionais opostas

Próxima Postagem

Dólar sobe para R$ 5,16 após escalada de conflito no Oriente Médio

Próxima Postagem
Dólar sobe para R$ 5,16 após escalada de conflito no Oriente Médio

Dólar sobe para R$ 5,16 após escalada de conflito no Oriente Médio

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

VENDE – SE BANCO DIGITAL

VENDE SE BANCO DIGITAL

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d