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Empresas que disputam obras milionárias em escolas do RJ têm os mesmos funcionários e chefes, aponta investigação

Redação Por Redação
13 de fevereiro de 2026
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Empresas que disputam obras milionárias em escolas do RJ têm os mesmos funcionários e chefes, aponta investigação
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Empresas que disputam obras milionárias em escolas do RJ têm os mesmos funcionários e chefes, aponta investigação
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Empresas que disputam obras milionárias em escolas do RJ têm os mesmos funcionários e chefes, aponta investigação Uma nova etapa da investigação sobre obras em escolas estaduais do Rio de janeiro indica que empresas que disputam verbas milionárias da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) reúnem funcionários, chefia e até a mesma conta usada para pagar. Nos últimos dias o RJ2 mostrou o uso de um sistema descentralizado de pagamento para financiar grandes reformas na rede estadual. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Nos últimos dois anos, a Seeduc repassou mais de R$ 1 bilhão a esse sistema, que tem menos transparência e passou a ser usado também para bancar obras estruturais. Agora, a purificação revela que as empresas que deveriam competir entre si podem atuar de forma integrada. Sistema de reformas em escolas estaduais do RJ vira alvo de denúncia por falta de transparência e suspeitas de irregularidades Reprodução TV Globo Mesmos funcionários Duas construtoras contratadas para reformar escolas, a Hellon Arquitetura Ltda e Construções Progresso & Co Ltda, são alvo de ações judiciais que apontam o funcionamento conjunto. Em um processo, um pedreiro relatou à Justiça que as empresas “fazem parte do mesmo grupo, sendo que o autor trabalhou concomitantemente para as duas”. Segundo ele, os funcionários tinham o mesmo chefe e receberam resultados a partir da mesma conta. As duas empresas foram escolhidas para obras orçadas em pelo menos R$ 6,6 milhões. Como os gastos do sistema descentralizado não aparecem de forma específica nos sistemas públicos, não é possível saber o valor total recebido por cada uma. Em pelo menos duas concorrências simplificadas da Seeduc, as empresas aparecem como concorrentes diretas. Sistema de reformas em escolas estaduais do RJ vira alvo de denúncia por falta de transparência e suspeita de irregularidades Outro trabalhador que move ação contra as duas firmas afirma que os empregados atuavam em obras em diferentes locais em condições precárias. Segundo o processo, “o autor e demais trabalhadores dormiram no chão e se utilizaram de colchão improvisado”. Imagens obtidas pela reportagem mostram operários dormindo em condições improvisadas. Em um dos vídeos, um trabalhador diz: “a gente vem aqui sentada no chão. Olha como é que a gente dorme, oh.” O RJ2 encontrou vários processos em que Hellon e Progresso aparecem como rés. Em uma das decisões, a Justiça do Trabalho concluiu que as empresas atuavam em conjunto. Segundo a sentença, “as rés empreendiam em conjunto e se beneficiaram simultaneamente da mão de obra do obreiro”. Sistema movimentou mais de R$ 1 bilhão Levantamento do gabinete do deputado estadual Flávio Serafini (PSOL) aponta que os repasses da Seeduc ao sistema descentralizado ultrapassaram R$ 1 bilhão em dois anos — R$ 630,2 milhões em 2024 e R$ 513,3 milhões em 2025. Nesta semana, o deputado protocolou novas denúncias no Ministério Público com base nas revelações da série de reportagens. O TCE abre inquérito para investigar obras em escolas estaduais do RJ pagas por sistema descentralizado As matérias acima mostraram que o sistema, criado para compras emergenciais e pequenos reparos, passou a financiar grandes reformas. O RJ2 também revelou que empresas eram registradas em destinos residenciais, além de mostrar a dificuldade de rastrear os valores totais pagos. Mesma contadora e mesma consultoria O elo entre as empresas não se limita aos funcionários. O RJ2 mostrou que 13 empresas que participaram de aparentes disputas por obras foram abertas pelo contador mesmaa, Liège de Paula, que também prestou serviços para Hellon e Progresso. Ao ser procurado, o contador desligou o telefone antes de responder às perguntas da reportagem. Empresas que disputam obras milionárias em escolas do RJ têm os mesmos funcionários e chefes, aponta investigação Reprodução TV Globo As duas empresas também têm a mesma consultoria, a Bezerra Consulting, do advogado Emerson do Nascimento Bezerra. Questionada se não seria estranho que compartilhassem consultores e contadores, a dona da Progresso, Jennifer Mendes, respondeu: “Ai eu não sei te responder. Não tenho essa informação”. Vínculo com a cúpula da secretaria A Bezerra Consulting pertence a Emerson Bezerra, sócio em outra empresa, a Starled Soluções Ltda, de comércio de peças eletrônicas, com capital social de R$ 500 mil. O sócio dele nesse negócio é Yurie Lopes Fonseca Ormonde, genro da secretária estadual de Educação, Roberta Barreto. Em denúncia apresentada ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas, Yurie é citado como ex-chefe de gabinete da secretaria e como responsável por autorizar obras, embora não tenha ocupado formalmente o cargo. O que diz a Secretaria de Educação A Seeduc afirmou que Yurie Lopes nunca foi nomeado na pasta e que mais de cem empresas atuaram em obras nas unidades da rede, todas com documentação regular para exercer as atividades. A secretaria também se sustenta, conforme já informado nas reportagens anteriores, que os processos seguem a legislação e são acompanhados pelos órgãos de controle. O que diz a Bezerra Consulting e os citados A Bezerra Consulting confirmou que presta serviços para três empresas que atuam em reformas de escolas, mas disse que atua de forma técnica e profissional e que não é responsável por atitudes ou eventuais ligações de seus clientes com terceiros. A consultoria afirmou ainda que a relação com Yurie Lopes é restrita à administração de empresas privadas, sem negócios com o setor público. A reportagem pediu posicionamento à defesa de Yurie Lopes, mas não houve retorno. As empresas citadas também não responderam aos contatos.
Empresas que disputam obras milionárias em escolas do RJ têm os mesmos funcionários e chefes, aponta investigação Uma nova etapa da investigação sobre obras em escolas estaduais do Rio de janeiro indica que empresas que disputam verbas milionárias da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) reúnem funcionários, chefia e até a mesma conta usada para pagar. Nos últimos dias o RJ2 mostrou o uso de um sistema descentralizado de pagamento para financiar grandes reformas na rede estadual. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Nos últimos dois anos, a Seeduc repassou mais de R$ 1 bilhão a esse sistema, que tem menos transparência e passou a ser usado também para bancar obras estruturais. Agora, a purificação revela que as empresas que deveriam competir entre si podem atuar de forma integrada. Sistema de reformas em escolas estaduais do RJ vira alvo de denúncia por falta de transparência e suspeitas de irregularidades Reprodução TV Globo Mesmos funcionários Duas construtoras contratadas para reformar escolas, a Hellon Arquitetura Ltda e Construções Progresso & Co Ltda, são alvo de ações judiciais que apontam o funcionamento conjunto. Em um processo, um pedreiro relatou à Justiça que as empresas “fazem parte do mesmo grupo, sendo que o autor trabalhou concomitantemente para as duas”. Segundo ele, os funcionários tinham o mesmo chefe e receberam resultados a partir da mesma conta. As duas empresas foram escolhidas para obras orçadas em pelo menos R$ 6,6 milhões. Como os gastos do sistema descentralizado não aparecem de forma específica nos sistemas públicos, não é possível saber o valor total recebido por cada uma. Em pelo menos duas concorrências simplificadas da Seeduc, as empresas aparecem como concorrentes diretas. Sistema de reformas em escolas estaduais do RJ vira alvo de denúncia por falta de transparência e suspeita de irregularidades Outro trabalhador que move ação contra as duas firmas afirma que os empregados atuavam em obras em diferentes locais em condições precárias. Segundo o processo, “o autor e demais trabalhadores dormiram no chão e se utilizaram de colchão improvisado”. Imagens obtidas pela reportagem mostram operários dormindo em condições improvisadas. Em um dos vídeos, um trabalhador diz: “a gente vem aqui sentada no chão. Olha como é que a gente dorme, oh.” O RJ2 encontrou vários processos em que Hellon e Progresso aparecem como rés. Em uma das decisões, a Justiça do Trabalho concluiu que as empresas atuavam em conjunto. Segundo a sentença, “as rés empreendiam em conjunto e se beneficiaram simultaneamente da mão de obra do obreiro”. Sistema movimentou mais de R$ 1 bilhão Levantamento do gabinete do deputado estadual Flávio Serafini (PSOL) aponta que os repasses da Seeduc ao sistema descentralizado ultrapassaram R$ 1 bilhão em dois anos — R$ 630,2 milhões em 2024 e R$ 513,3 milhões em 2025. Nesta semana, o deputado protocolou novas denúncias no Ministério Público com base nas revelações da série de reportagens. O TCE abre inquérito para investigar obras em escolas estaduais do RJ pagas por sistema descentralizado As matérias acima mostraram que o sistema, criado para compras emergenciais e pequenos reparos, passou a financiar grandes reformas. O RJ2 também revelou que empresas eram registradas em destinos residenciais, além de mostrar a dificuldade de rastrear os valores totais pagos. Mesma contadora e mesma consultoria O elo entre as empresas não se limita aos funcionários. O RJ2 mostrou que 13 empresas que participaram de aparentes disputas por obras foram abertas pelo contador mesmaa, Liège de Paula, que também prestou serviços para Hellon e Progresso. Ao ser procurado, o contador desligou o telefone antes de responder às perguntas da reportagem. Empresas que disputam obras milionárias em escolas do RJ têm os mesmos funcionários e chefes, aponta investigação Reprodução TV Globo As duas empresas também têm a mesma consultoria, a Bezerra Consulting, do advogado Emerson do Nascimento Bezerra. Questionada se não seria estranho que compartilhassem consultores e contadores, a dona da Progresso, Jennifer Mendes, respondeu: “Ai eu não sei te responder. Não tenho essa informação”. Vínculo com a cúpula da secretaria A Bezerra Consulting pertence a Emerson Bezerra, sócio em outra empresa, a Starled Soluções Ltda, de comércio de peças eletrônicas, com capital social de R$ 500 mil. O sócio dele nesse negócio é Yurie Lopes Fonseca Ormonde, genro da secretária estadual de Educação, Roberta Barreto. Em denúncia apresentada ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas, Yurie é citado como ex-chefe de gabinete da secretaria e como responsável por autorizar obras, embora não tenha ocupado formalmente o cargo. O que diz a Secretaria de Educação A Seeduc afirmou que Yurie Lopes nunca foi nomeado na pasta e que mais de cem empresas atuaram em obras nas unidades da rede, todas com documentação regular para exercer as atividades. A secretaria também se sustenta, conforme já informado nas reportagens anteriores, que os processos seguem a legislação e são acompanhados pelos órgãos de controle. O que diz a Bezerra Consulting e os citados A Bezerra Consulting confirmou que presta serviços para três empresas que atuam em reformas de escolas, mas disse que atua de forma técnica e profissional e que não é responsável por atitudes ou eventuais ligações de seus clientes com terceiros. A consultoria afirmou ainda que a relação com Yurie Lopes é restrita à administração de empresas privadas, sem negócios com o setor público. A reportagem pediu posicionamento à defesa de Yurie Lopes, mas não houve retorno. As empresas citadas também não responderam aos contatos.[/gpt3]

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