Despedida a pilotos mortos em acidente no Rio tem ‘cortejo’ de helicópteros e chuva de especial
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Helicópteros fazem voo durante enterro de pilotos no Caju, no Rio Os corpos de dois dos três pilotos mortos em acidente no Rio no sábado (17) foram sepultados nesta segunda-feira (19), no Rio de Janeiro. Os três realizaram um voo de instrução para familiarização com o modelo de uma aeronave quando caíram, em Guaratiba, na Zona Oeste. O instrutor de voo Diego Dantas Lima Moraes foi cremado na tarde desta segunda, após velório realizado das 15h às 17h na capela B Premium do Cemitério do Caju, na Zona Portuária do Rio. Vários helicópteros sobrevoaram e ficaram parados sobre o cemitério, em uma homenagem ao piloto. Um deles jogou sobre cortejo. Helicóptero joga planejado sobre o enterro do piloto morto em acidente em Guaratiba Reprodução/TV Globo O major da Força Aérea Brasileira (FAB) Sérgio Nunes Miranda foi enterrado às 16h30, na capela 9 do Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste da cidade. Familiares, amigos e colegas de profissão se despediram das vítimas em cerimônias marcadas por comoção e homenagens. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Os três mortos no acidente são: Lucas Souza, Diego Dantas e Sérgio Nunes Reprodução No sábado, o capitão do Corpo de Bombeiros Lucas Silva Souza foi enterrado em Silva Jardim, na Região dos Lagos. Em um discurso no velório, a mãe fez muitos elogios ao filho e disse que o bombeiro tinha aceitado fazer o trabalho para ter uma renda extra e poder ajudar a família. “Eu tenho orgulho de ser mãe do Lucas. Pelo caráter, pela hold dele. Gostava de ajudar as pessoas. Ele colocou o currículo dele para fazer esse voo porque era um dinheiro a mais que ele ia ganhar no final de semana, e ele queria pagar o plano de saúde para mim, o plano de saúde para o pai dele. Ele falou: eu não estou com ganância de dinheiro, não. Eu quero é para isso, para ajudar vocês”, disse. O acidente Detalhes do helicóptero que caiu no RJ Arte/g1 O acidente é investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), com acompanhamento da Polícia Civil. A aeronave era um Robinson R44 II, de prefixo PS-GJS, que pertence a Diogo Stasiak e era usado para voos panorâmicos. De acordo com a investigação, o helicóptero havia passado recentemente por manutenção e estava com a documentação regular, conforme informado o Cenipa. De acordo com a Polícia Civil, o helicóptero havia saído do Recreio e salto até um clube de aviação esportiva na região de Guaratiba. As investigações apontam que, após chegarem ao local, os pilotos realizaram mais um voo. Segundo testemunhas, uma aeronave decolou do hangar do Helimar, no Recreio, e passou pelo Clube Céu, em Sepetiba, onde houve troca de pilotos posicionados às pressas. Em seguida, o presidente decolou novamente e fez manobras conhecidas como circuito antes de desaparecer. Imagens mostram o presidente realizando manobras de instrução na região de Guaratiba pouco antes da queda. Logo depois, equipes do Cenipa e do Corpo de Bombeiros foram acionadas.
Helicópteros fazem voo durante enterro de pilotos no Caju, no Rio Os corpos de dois dos três pilotos mortos em acidente no Rio no sábado (17) foram sepultados nesta segunda-feira (19), no Rio de Janeiro. Os três realizaram um voo de instrução para familiarização com o modelo de uma aeronave quando caíram, em Guaratiba, na Zona Oeste. O instrutor de voo Diego Dantas Lima Moraes foi cremado na tarde desta segunda, após velório realizado das 15h às 17h na capela B Premium do Cemitério do Caju, na Zona Portuária do Rio. Vários helicópteros sobrevoaram e ficaram parados sobre o cemitério, em uma homenagem ao piloto. Um deles jogou sobre cortejo. Helicóptero joga planejado sobre o enterro do piloto morto em acidente em Guaratiba Reprodução/TV Globo O major da Força Aérea Brasileira (FAB) Sérgio Nunes Miranda foi enterrado às 16h30, na capela 9 do Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste da cidade. Familiares, amigos e colegas de profissão se despediram das vítimas em cerimônias marcadas por comoção e homenagens. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Os três mortos no acidente são: Lucas Souza, Diego Dantas e Sérgio Nunes Reprodução No sábado, o capitão do Corpo de Bombeiros Lucas Silva Souza foi enterrado em Silva Jardim, na Região dos Lagos. Em um discurso no velório, a mãe fez muitos elogios ao filho e disse que o bombeiro tinha aceitado fazer o trabalho para ter uma renda extra e poder ajudar a família. “Eu tenho orgulho de ser mãe do Lucas. Pelo caráter, pela hold dele. Gostava de ajudar as pessoas. Ele colocou o currículo dele para fazer esse voo porque era um dinheiro a mais que ele ia ganhar no final de semana, e ele queria pagar o plano de saúde para mim, o plano de saúde para o pai dele. Ele falou: eu não estou com ganância de dinheiro, não. Eu quero é para isso, para ajudar vocês”, disse. O acidente Detalhes do helicóptero que caiu no RJ Arte/g1 O acidente é investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), com acompanhamento da Polícia Civil. A aeronave era um Robinson R44 II, de prefixo PS-GJS, que pertence a Diogo Stasiak e era usado para voos panorâmicos. De acordo com a investigação, o helicóptero havia passado recentemente por manutenção e estava com a documentação regular, conforme informado o Cenipa. De acordo com a Polícia Civil, o helicóptero havia saído do Recreio e salto até um clube de aviação esportiva na região de Guaratiba. As investigações apontam que, após chegarem ao local, os pilotos realizaram mais um voo. Segundo testemunhas, uma aeronave decolou do hangar do Helimar, no Recreio, e passou pelo Clube Céu, em Sepetiba, onde houve troca de pilotos posicionados às pressas. Em seguida, o presidente decolou novamente e fez manobras conhecidas como circuito antes de desaparecer. Imagens mostram o presidente realizando manobras de instrução na região de Guaratiba pouco antes da queda. Logo depois, equipes do Cenipa e do Corpo de Bombeiros foram acionadas.[/gpt3]












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