Desfile das Campeãs 2026: veja a ordem e o que esperar da noite das vencedoras do carnaval na Sapucaí
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O desfile das campeãs acontece neste sábado na Sapucaí A Marquês de Sapucaí recebe neste sábado (21) de volta as seis mais bem colocadas escolas do Grupo Especial para o tradicional Desfile das Campeãs – agora sem a pressão da avaliação dos jurados. A ordem é inversa à classificação. Quem abre a festa é a Estação Primeira de Mangueira, sexta colocada. A grande campeã, a Unidos do Viradouro, fecha de madrugada. Os ingressos estão esgotados. Ordem dos desfiles: Mangueira (6º lugar) Imperatriz (5º lugar) Salgueiro (4º lugar) Vila Isabel (3º lugar) Beija-Flor (vice-campeã) Viradouro (campeã) Viradouro – Mestre Ciça Melhores momentos – Desfile da Viradouro 2026 A noite promete atingir o ápice com a Viradouro. A Vermelha e Branca de Niterói conquistou seu quarto título com o enredo “Pra cima, Ciça!”, uma homenagem em vida a Mestre Ciça. O desfile esportivo foi construído como um roteiro de cinema. Já na comissão de frente, o público foi estimulado quando a própria Ciça surgiu no meio dos bailarinos, tirou a estatueta e se revelou sob os holofotes. Ao lado de sua versão mirim, reviveu a própria trajetória antes de ser içado em um grande apito cenográfico que se transformava nos arcos da Apoteose. Mestre Ciça e Juliana Paes no desfile da Viradouro Alexandre Macieira/Riotur Teve ainda encenação de mal-estar, saída estratégica da avenida e retorno triunfal à bateria. Tudo milimetricamente calculado — e emocionalmente devastador. A escola gabaritou os nove quesitos e fechou com 270 pontos válidos. O desfile também marcou o retorno de Juliana Paes como rainha de bateria após 18 anos, além de recriar a icônica imagem de 2007, com ritmistas desfilando sobre alegoria Beija-Flor – Bembé Beija Flor homenageia Bembé do Mercado Vice-campeã, a Beija-Flor apresentou o enredo “Bembé”, contando a história do Bembé do Mercado, realizada há mais de 130 anos em Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano. A comissão de frente trouxe uma procissão de pescadores carregando um barco que se erguia na vertical, revelando a Mãe da Água. No abre-alas, rituais de purificação foram representados com beija-flores gigantes, máscaras ancestrais e referências a Oxum e Iemanjá. Com carros imponentes, a escola transformou a Sapucaí em um grande ritual de celebração das tradições afro-brasileiras. Beija-Flor gastou mais de R$ 1 milhão em estrutura que vira Iemanjá em pleno desfile Globo Vila Isabel – Heitor dos Prazeres Confira a Comissão de Frente da Unidos de Vila Isabel A Vila Isabel buscou o título com um enredo em tributo ao multiartista Heitor dos Prazeres e sua relação com a cultura afro-brasileira. A comissão de frente resumiu a vida do homenageado, misturando ateliê, religiosidade e samba. As cores vibrantes das obras de Heitor apareceram nas fantasias, inclusive nos jalecos pintados à mão da bateria. À frente dos ritmistas, Sabrina Sato usou uma fantasia de 40 kg. O desfile também contou com a presença de familiares do artista e de lideranças tradicionais do samba. Sabrina Sato em desfile pela Unidos de Vila Isabel. Gustavo Wanderley/g1 Salgueiro – Rosa Magalhães Salgueiro: ‘Rainha das Rainhas’, Viviane Araújo faz seu 18º desfile pela escola O Salgueiro apresentou um enredo sobre Rosa Magalhães, maior vencedora da história da Sapucaí. A comissão de frente apostou em uma apresentação tradicional, com referências aos livros e à imaginação da carnavalesca. O abre-alas trouxe um grande navio, simbolizando as viagens criativas de Rosa pelas escolas em que atuou. A bateria desfilou fantasiada de piratas e teve como destaque um violino que ecoou sozinho em algumas paradinhas. À frente dos ritmistas desde 2008, Viviane Araújo fez mais um desfile como a rainha mais longeva do Grupo Especial. Carnavalesca Rosa Magalhães foi homenageada pela Acadêmicos do Salgueiro no carnaval do Rio em 2026. REUTERS/Tita Barros Imperatriz – Ney Matogrosso Imperatriz Leopoldinense: Lobisomem gigante é destaque de carro alegórico A Imperatriz levou para a avenida o enredo “Camaleônico”, homenagem ao cantor Ney Matogrosso. Um lobisomem gigante de 20 metros, inspirado na música “O Vira”, chamou a atenção do público. A comissão de frente usou truques de ilusionismo para representar diferentes fases da carreira do artista. À frente da bateria, Iza encarnou uma serpente com adereço que soltou fumaça. Ney Matogrosso veio no último carro alegórico do desfile da Imperatriz Leopoldinense Juliana Ferrer / Facebook Imperatriz Leopoldinense Mangueira – Mestre Sacaca Confira um trecho do desfile da Estação Primeira de Mangueira A Mangueira apresentou o enredo “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”, homenageando o líder afro-indígena conhecido como “Doutor da Floresta”. Com onças que brilharam no escuro e referências aos rios Oiapoque e Jari, uma escola celebrou saberes tradicionais amazônicos. A rainha de bateria Evelyn Bastos trouxe elementos ligados ao marabaixo, ritmo tradicional do Amapá. Ao final do desfile, um carro alegórico bateu na base do monumento da Praça da Apoteose e precisou ser desmontado para liberar a dispersão. Apesar do incidente, a escola concluiu a apresentação dentro do tempo doméstico. Mangueira foi a última a se apresentar no domingo de carnaval Clara Radovicz/Riotur
O desfile das campeãs acontece neste sábado na Sapucaí A Marquês de Sapucaí recebe neste sábado (21) de volta as seis mais bem colocadas escolas do Grupo Especial para o tradicional Desfile das Campeãs – agora sem a pressão da avaliação dos jurados. A ordem é inversa à classificação. Quem abre a festa é a Estação Primeira de Mangueira, sexta colocada. A grande campeã, a Unidos do Viradouro, fecha de madrugada. Os ingressos estão esgotados. Ordem dos desfiles: Mangueira (6º lugar) Imperatriz (5º lugar) Salgueiro (4º lugar) Vila Isabel (3º lugar) Beija-Flor (vice-campeã) Viradouro (campeã) Viradouro – Mestre Ciça Melhores momentos – Desfile da Viradouro 2026 A noite promete atingir o ápice com a Viradouro. A Vermelha e Branca de Niterói conquistou seu quarto título com o enredo “Pra cima, Ciça!”, uma homenagem em vida a Mestre Ciça. O desfile esportivo foi construído como um roteiro de cinema. Já na comissão de frente, o público foi estimulado quando a própria Ciça surgiu no meio dos bailarinos, tirou a estatueta e se revelou sob os holofotes. Ao lado de sua versão mirim, reviveu a própria trajetória antes de ser içado em um grande apito cenográfico que se transformava nos arcos da Apoteose. Mestre Ciça e Juliana Paes no desfile da Viradouro Alexandre Macieira/Riotur Teve ainda encenação de mal-estar, saída estratégica da avenida e retorno triunfal à bateria. Tudo milimetricamente calculado — e emocionalmente devastador. A escola gabaritou os nove quesitos e fechou com 270 pontos válidos. O desfile também marcou o retorno de Juliana Paes como rainha de bateria após 18 anos, além de recriar a icônica imagem de 2007, com ritmistas desfilando sobre alegoria Beija-Flor – Bembé Beija Flor homenageia Bembé do Mercado Vice-campeã, a Beija-Flor apresentou o enredo “Bembé”, contando a história do Bembé do Mercado, realizada há mais de 130 anos em Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano. A comissão de frente trouxe uma procissão de pescadores carregando um barco que se erguia na vertical, revelando a Mãe da Água. No abre-alas, rituais de purificação foram representados com beija-flores gigantes, máscaras ancestrais e referências a Oxum e Iemanjá. Com carros imponentes, a escola transformou a Sapucaí em um grande ritual de celebração das tradições afro-brasileiras. Beija-Flor gastou mais de R$ 1 milhão em estrutura que vira Iemanjá em pleno desfile Globo Vila Isabel – Heitor dos Prazeres Confira a Comissão de Frente da Unidos de Vila Isabel A Vila Isabel buscou o título com um enredo em tributo ao multiartista Heitor dos Prazeres e sua relação com a cultura afro-brasileira. A comissão de frente resumiu a vida do homenageado, misturando ateliê, religiosidade e samba. As cores vibrantes das obras de Heitor apareceram nas fantasias, inclusive nos jalecos pintados à mão da bateria. À frente dos ritmistas, Sabrina Sato usou uma fantasia de 40 kg. O desfile também contou com a presença de familiares do artista e de lideranças tradicionais do samba. Sabrina Sato em desfile pela Unidos de Vila Isabel. Gustavo Wanderley/g1 Salgueiro – Rosa Magalhães Salgueiro: ‘Rainha das Rainhas’, Viviane Araújo faz seu 18º desfile pela escola O Salgueiro apresentou um enredo sobre Rosa Magalhães, maior vencedora da história da Sapucaí. A comissão de frente apostou em uma apresentação tradicional, com referências aos livros e à imaginação da carnavalesca. O abre-alas trouxe um grande navio, simbolizando as viagens criativas de Rosa pelas escolas em que atuou. A bateria desfilou fantasiada de piratas e teve como destaque um violino que ecoou sozinho em algumas paradinhas. À frente dos ritmistas desde 2008, Viviane Araújo fez mais um desfile como a rainha mais longeva do Grupo Especial. Carnavalesca Rosa Magalhães foi homenageada pela Acadêmicos do Salgueiro no carnaval do Rio em 2026. REUTERS/Tita Barros Imperatriz – Ney Matogrosso Imperatriz Leopoldinense: Lobisomem gigante é destaque de carro alegórico A Imperatriz levou para a avenida o enredo “Camaleônico”, homenagem ao cantor Ney Matogrosso. Um lobisomem gigante de 20 metros, inspirado na música “O Vira”, chamou a atenção do público. A comissão de frente usou truques de ilusionismo para representar diferentes fases da carreira do artista. À frente da bateria, Iza encarnou uma serpente com adereço que soltou fumaça. Ney Matogrosso veio no último carro alegórico do desfile da Imperatriz Leopoldinense Juliana Ferrer / Facebook Imperatriz Leopoldinense Mangueira – Mestre Sacaca Confira um trecho do desfile da Estação Primeira de Mangueira A Mangueira apresentou o enredo “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”, homenageando o líder afro-indígena conhecido como “Doutor da Floresta”. Com onças que brilharam no escuro e referências aos rios Oiapoque e Jari, uma escola celebrou saberes tradicionais amazônicos. A rainha de bateria Evelyn Bastos trouxe elementos ligados ao marabaixo, ritmo tradicional do Amapá. Ao final do desfile, um carro alegórico bateu na base do monumento da Praça da Apoteose e precisou ser desmontado para liberar a dispersão. Apesar do incidente, a escola concluiu a apresentação dentro do tempo doméstico. Mangueira foi a última a se apresentar no domingo de carnaval Clara Radovicz/Riotur[/gpt3]












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