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Decisão de Toffoli sobre Banco Master provoca reação no Congresso

Redação Por Redação
26 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Decisão de Toffoli sobre Banco Master provoca reação no Congresso
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli rejeitou o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para suspender a acareação no caso envolvendo o Banco Master e manteve a audiência marcada para o próximo dia 30 de dezembro, em pleno recesso do Judiciário. A decisão intensificou as críticas de parlamentares da oposição e de juristas, que apontam possível desvio de competência, quebra de jurisdições e tentativa de intimidação de técnicos do Banco Central.

A acareação foi colocada à frente de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, um técnico do Banco Central que nomeou supostos de fraude, e o ex-presidente do BRB. O procedimento foi determinado sem solicitação da Polícia Federal ou do Ministério Público, o que, segundo crítico, contraria o entendimento consolidado de que os juízes não deveriam conduzir as investigações.

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) – autor de um dos pedidos de criação da CPMI do Banco Master no Senado – ironizou a decisão e afirmou que marcar uma acareação durante o recesso, sem provocação dos órgãos de investigação, “é a coisa mais comum do mundo” — em referência crítica ao episódio. Para ele, o caso simboliza o que chamou de “passar pano” para ministros do Supremo.

“A defesa da democracia virou desculpa para qualquer canalhice”, disse o senador, que também continha a possibilidade de impeachment de ministros de cortes superiores.

O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) classificou o episódio como “um crime de dimensões nunca antes vistas” e cobrou uma ocorrência do Senado.

“Toffoli removeu para si a competência para julgar a ação do Banco Master, impôs sigilo absoluto e agora coloca no mesmo patamar quem fiscaliza e quem é fiscalizado. Isso soa como tentativa clara de intimidar técnicos do Banco Central”, afirmou.

Já o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) afirmou “nunca um ministro agiu de forma tão desesperada para cegar a si mesmo e seus colegas”.

Além disso, a oposição cobra que Toffoli volte a autorizar a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Vorcaro, medida considerada essencial para o avanço das investigações na CPMI do INSS. Parte dos documentos já havia sido enviada à comissão, mas ficou inacessível após decisão de Toffoli que impôs sigilo no âmbito do STF.

Suspeitas envolvendo Moraes ampliam pressão sobre o STF

Os especialistas também destacam que a decisão de Toffoli ocorre no momento em que cresce o escrutínio público sobre o ministro Alexandre de Moraes, citado em reportagens relacionadas ao caso.

Segundo reportagens do jornal O Globoo escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, teria sido contratado para atuar em favor do Banco Master junto ao Banco Central, Receita Federal e Congresso, com pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por três anos.

Também surgiram especulações após os contatos de Moraes com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar da aprovação da compra do Banco Master pelo BRB. Moraes afirma que as conversas se restringiram a discutir as avaliações de avaliações dos Estados Unidos.

O ex-procurador da República Deltan Dallagnol classificou o caso como o episódio mais grave já registrado envolvendo a conduta de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Em entrevista à Gazeta do Povo, ele afirmou que os fatos narrados nas reportagens configuram, em tese, o crime de advocacia administrativa, previsto no artigo 321 do Código Penal.

“É o escândalo mais grave de conduta irregular de ministro da história conhecida do Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

Segundo Dallagnol, o crime ocorre quando um agente público patrocina, direta ou indiretamente, interesse privado perante a Administração Pública, o que, segundo ele, se encaixaram nas suspeitas elevadas no caso do Banco Master.

“O impacto disso é gigante. É a última peça do quebra-cabeça, que revela o que realmente acontece nos bastidores, em que a família Moraes enriqueceu em grande quantidade nos últimos anos”, disse.

Em nota, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que, em razão da aplicação da Lei Magnitsky, recebeu para reuniões o presidente do Banco Central, o presidente do Banco do Brasil, além do presidente e do vice-presidente jurídico do Banco Itaú. Segundo o ministro, também participou de uma reunião conjunta com os presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), da Febraban e do BTG, além dos vice-presidentes do Santander e do Itaú. De acordo com Moraes, todos os encontros trataram exclusivamente das possíveis consequências da aplicação da lei, especialmente no que diz respeito à manutenção de movimentações bancárias, contas correntes e cartões de crédito e débito.

VEJA TAMBÉM:

  • Toffoli determinou a acareação sem pedido prévio aos investigadores da Polícia Federal responsáveis ​​pela apuração do caso, no âmbito do processo sigiloso sob sua relatoria no tribunal.

    Contra PGR, Toffoli mantém acareação de Vorcaro, diretor do BC e ex-presidente do BRB

  • Moraes cita a Corte que exige duas divergências para processamento de embargos infringentes.

    Moraes ligou seis vezes para Galípolo num dia para tratar de Banco Master, diz jornal

Decisão de Toffoli cuidado de motivação jurídica

O jurista André Marsiglia afirmou que a acareação determinada por Toffoli, além de sigilosa, cuidado de motivação jurídica e pode ter como objetivo identificar fontes de vazamentos à imprensa.

“Uma acareação sigilosa e sem motivação jurídica pode servir para identificar fontes de vazamentos. Se usada para cegar o STF e intimidar a divulgação de irregularidades, configurará mais um grave escândalo da Corte”, disse.

Marsiglia explica que, embora a acareação seja um instrumento legítimo, ela deve ser usada como etapa final da investigação, quando há contradições entre provas já produzidas — e não no início do processo.

“Não serve para produzir provas no momento inicial das investigações, como acontece agora. O caso acabou de ser remetido ao STF. Uma acareação nesse estágio não faz sentido jurídico”, disse.

Segundo o jurista, o contexto levanta a hipótese de intenção política por trás da decisão.

“É uma especulação, mas é legítimo cogitar que a Corte esteja tentando saber o que mais circula nos bastidores do sistema financeiro sobre as relações divulgadas pela imprensa entre Alexandre de Moraes, o escritório de sua esposa e os bancos, ou até mesmo quem são as fontes dessas informações. Isso, se confirmado, seria totalmente ilícito.”

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Tags: Alessandro VieiraAlexandre de MoraesBancobanco centralCarlos JordanCongressodecisãodeltan dallagnoldias toffoliMasterPartido Liberal (PL)provocareaçãoSenadosobreSTFToffoli
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