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De olho na eleição, janela partidária faz rearranjos no Congresso

Redação Por Redação
5 de abril de 2026
Em Notícias
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De olho na eleição, janela partidária faz rearranjos no Congresso
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Uma janela partidária se encerrou na sexta-feira (3) sob forte influência da pré-campanha eleitoral, deixando como equilíbrio uma reorganização expressiva e estratégica das forças políticas na Câmara e no Senado. Ao todo, os números preliminares indicam 120 movimentações entre os 513 deputados federais.

O principal beneficiado foi o PL, que consolidou sua posição como maior bancada da Câmara ao atingir 100 deputados. A legenda recuperou perdas acumuladas desde 2022 e reforçou a musculatura, ampliando a capacidade de negociação para as disputas majoritárias, principalmente Presidência e Senado.

Na outra ponta, o A União Brasil liderou perdas, com saída de 28 deputados, embora tenha conseguido amenizar o impacto com 21 novas filiações. Ainda assim, a sigla que faz a federação com o PP encolheu e passou a contar com 51 integrantes, mantendo-se como terceira maior força da Câmara.

O PT, por sua vez, manteve uma relativa estabilidade. Mesmo com a saída simbólica de Luizianne Lins (CE) após décadas de filiação, o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva compensou com as novas adesões e eleito no posto de segunda maior bancada, com 67 deputados.

Rearranjo partidário foi puxado ainda pelo projeto eleitoral e sobrevivência

As trocas evidenciaram ainda movimentos de reposicionamento e de sobrevivência em meio à batalha feroz pela Presidência da República, como pano de fundo. O PSDB registrou saldo positivo e tentou recuperar espaço, enquanto o PDT encolheu proporcionalmente. Já partidos como PSD, PP e Republicanos mantiveram estabilidade, refletindo estratégias cautelosas.

Mais do que números, o tamanho das bancadas tem impacto direto nas negociações políticas e na montagem de alianças. De todas, a do Podemos registrar o maior crescimento, saltando de 15 para 27 deputados, com 13 entradas e uma saída. Mas os grandes partidos seguem os mais influentes.

Por outro lado, o crescimento também traz desafios internos, como a divisão do fundo eleitoral entre os mais candidatos. Para siglas que perderam parlamentares, a apósta recai sobre o capital político acumulado na eleição anterior como forma de sustentar a competitividade no pleito seguinte.

No Senado, o movimento também foi intenso, embora sem as restrições da janela para cargas majoritárias, mas afetado por projetos eleitorais regionais e nacionais.

O PSD perdeu três membros. Rodrigo Pacheco, cotado para a disputa do governo de Minas Gerais, está rumando para o PSB. Aliada do governo, a senadora Eliziane Gama (MA) anunciou a saída do PSD e a filiação ao PT. O senador Angelo Coronel (BA), que mira a reeleição, também migrou de partido para os Republicanos. O PSD, no entanto, ganhou novo membro com a filiação de Carlos Viana (MG), vindo do Podemos.

O PL ganhou dois novos nomes com duas novas adesões de senadores que eram da União Brasil: Sergio Moro (PR) e Efraim Filho (PB). O partido, no entanto, teve a saída da senadora Eudócia Caldas (AL), que foi para o PSDB.

Desincompatibilização de cargas acelerada a corrida eleitoral nos estados

Paralelamente, o prazo de desincompatibilização encerrado no sábado (4) impulsionou a dinâmica eleitoral. Onze governadores deixaram as cargas para disputar outros postos, principalmente o Senado. O movimento também abre espaço para rearranjos nos governos estaduais e novas lideranças locais.

Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou, na semana passada, sua candidatura à Presidência. Romeu Zema (Novo-MG) fez o mesmo, também deixando a carga após dois mandatos seguidos e assumindo a disposição de disputar o Palácio do Planalto, embora ainda não tenha formalizado a pré-candidatura.

Oito agora ex-governadores pretendem disputar uma vaga no Senado. São eles: Gladson Cameli (PP-AC); Wilson Lima (União-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES); Mauro Mendes (União-MT); Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB) e Antonio Denarium (PP-RR). A maior surpresa foi Wilson Lima, que anunciou de última hora que sairia em campanha, depois de reafirmar várias vezes que ficaria no cargo.

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) também renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, ele foi condenado, no mês passado, à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, ele deverá disputar o cargo sub judice.

Nove governadores vão disputar a reeleição e seguem nos cargos: Clécio Luís (União-AP); Jerônimo Rodrigues (PT-BA); Elmano de Freitas (PT-CE); Eduardo Riedel (PP-MS); Raquel Lyra (PSD-PE); Rafael Fonteles (PT-PI); Jorginho Mello (PL-SC); Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Fábio Mitidieri (PSD-SE). Pela legislação, a política não precisa deixar os cargos no Poder Executivo se pretenderem disputar o segundo mandato.

Por fim, sete governadores decidiram completar o mandato e não disputar cargo nas eleições. Eles já cumprem o segundo mandato cumprido. São eles: Paulo Dantas (MDB-AL); Carlos Brandão (Sem partido-MA); Ratinho Júnior (PSD-PR); Fátima Bezerra (PT-RN); Eduardo Leite (PSD-RS), Marcos Rocha (PSD-RO) e Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO).

No plano federal, a saída de 16 ministros do governo Lula para disputar as eleições enalteceu a estratégia eleitoral. Os destaques são as candidaturas ao Senado por São Paulo das ministras Marina Silva (Meio Ambiente), que continua na Rede, e Simone Tebet (Planejamento), filiada ao PSB, na chapa de Fernando Haddad (Fazenda), candidato ao governo paulista. Os movimentos revelam a prioridade de Lula no maior colégio eleitoral do país.

Disputa por vagas no Congresso reflete planos de poder e busca por estrutura

Além das movimentações formais, filiações de peso e candidaturas avulsas mostram que o processo eleitoral já está completo em curso.

A entrada de figuras como Kátia Abreu, ex-PP, no PT e o retorno de nomes como Cabo Daciolo, recém-filiado à Mobiliza, candidato à corrida presidencial, ilustram a diversidade de estratégias. Pré-candidata ao governo do Tocantins, Kátia recebeu apoio de Lula, mas sofre resistência da ala interna do PT do estado.

Esses movimentos revelam que a disputa de 2026 vai além da eleição presidencial. Trata-se também de uma batalha pelo controle do Congresso, acesso a recursos públicos e influência institucional, fatores decisivos para a governabilidade futura. Com 155 milhões de eleitores aptos a votar, o pleito deste ano mobiliza todo o sistema político. Caciques como Gilberto Kassab, do PSD, e Valdemar Costa Neto, PL, fazem suas apostas e contas.

A janela partidária e a desincompatibilização funcionam como etapas iniciais de um processo que tende a se intensificar até as convenções partidárias. Nesse contexto, o redesenho das forças políticas indica que a eleição de 2026 será marcada não só pela escolha de líderes, mas pela disputa estrutural por poder, recursos e direção política do país.

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