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Como o escândalo do INSS avança para contaminar o governo

Redação Por Redação
18 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Como o escândalo do INSS avança para contaminar o governo
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A inclusão do senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo no Senado, entre os alvos da nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada na manhã desta quinta-feira (18) pela Polícia Federal (PF) complicou o cenário político para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A mesma ação levou à revelação de que a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, teria recebido cinco repasses de R$ 300 mil de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

A investigação que apura fraudes bilionárias em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aproxima de forma ainda mais direta o Palácio do Planalto do escândalo, animando a oposição em um momento sensível do calendário, às vésperas da corrida presidencial de 2026.

Na decisão que autorizou a operação, o ministro do STF André Mendonça escreveu que os investigados do escândalo do INSS “mantinham vínculos estreitos com agentes políticos, especialmente um senador da República, que figuraria como ‘sustentáculo político’ da operação criminosa, o que ampliava a capacidade de influência e blindagem institucional do grupo”.

Embora o ministro não tenha nomeado o senador, Weverton Rocha é o único membro do Senado relacionado como alvo de buscas no documento. Ele foi relacionado pela PF como “núcleo político que viabilizava as atividades de Antônio Camilo”.

O senador negou envolvimento com corrupção. “Ressalto que a decisão da Corte é clara ao sigilo a ausência de provas que me vinculem a práticas ilícitas ou à captação de recursos irregulares. As relações profissionais de terceiros não podem ser usadas para me imputar responsabilidade sem fatos concretos”, disse Weverton em nota à imprensa.

O novo episódio se soma à sequência de embaraços enfrentados por Lula nos últimos meses, incluindo suspeitas que recairam sobre familiares — como seu irmão, José Ferreira da Silva, o Frei Chico, e seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além do envolvimento de aliados que virão.

Apurações envolvendo o ex-ministro da Previdência Carlos Lupi (PDT) e outros indicados para cargas estratégicas já embasavam a percepção de vulnerabilidade do governo com o escândalo, explicando seu esforço para conter a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

A investigação apura o esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões pagas pelo INSS, que ocorreram por meio de cadastros fraudulentos e movimentações ilegítimas. O objetivo da nova fase é aprofundar a compreensão da inserção de dados falsos em sistemas oficiais e a atuação de organizações criminosas.

A operação também envolveu, entre outras ações, o cumprimento de 52 mandatos de busca e apreensão, 16 de prisão preventiva e outras medidas cautelares em diversos estados, incluindo São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Minas Gerais, além do Distrito Federal.

Senador alvo da operação atua como mediador entre Lula e Alcolumbre

A nova ofensiva da PF tem peso especial para atingir personagem central na articulação do Executivo no Congresso. Weverton é o próximo tanto de Lula quanto do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), atuando como mediador em um ambiente já marcado por crescentes crescentes.

A investigação localizou um arquivo intitulado “Grupo Senador Weverton” e sugere que o parlamentar teria se beneficiado dos valores ilícitos por meio de interpostas pessoas.

A Polícia Federal chegou a pedir a prisão do senador, mas a Procuradoria-Geral da República (PGR), chefiada por Paulo Gonet, manifestou-se contra o pedido. O entendimento do Ministério Público é de que, “até o momento, não se declarou vínculo direto entre o parlamentar e a execução das condutas ilícitas, nem obtenção de valores ilícitos.”

O senador também exerce papel-chave como relator da indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF), estratégico para Lula, mas que enfrenta resistência expressiva no Senado, a começar de seu presidente. Essa ponte pode ruir.

Com isso, uma investigação extrapola os efeitos jurídicos e interfere mais no custo das negociações previstas em um cenário de crise institucional, fragilidade de alianças e pressão crescente sobre Lula no ano pré-eleitoral.

Ex-assessor de Weverton amplia lista de nomes ligados ao PDT nas investigações

Entre os alvos das buscas está um secretário-executivo do Ministério da Previdência, que teve prisão domiciliar decretada. O titular da pasta, Wolney Queiroz, ex-deputado também do PDT, tentou a exoneração do investigado.

Outro alvo é um programador que teria substituído Antônio Carlos Camilo Antunes em suas funções no esquema de violação após o início das investigações. Além disso, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em questões ligadas a Weverton em Brasília e no Maranhão, como parte das medidas autorizadas pelo STF.

Um empresário ex-assessor de Weverton e o ex-ministro das Comunicações Juscelino Filho (União Brasil-MA) também foi alvo de busca e apreensão. Ele é citado como o entre o senador e o núcleo operacional do esquema. Segundo informações do portal Metrópoles, ele chegou a conceder uma procuração a um consultor que teria movimentado valores de sua conta destinados ao pagamento de propina para autoridades e agentes políticos envolvidos no escândalo.

Na operação desta quinta-feira, a PF afirmou ter encontrado planilhas de pagamento do Careca do INSS que atestavam o pagamento de R$ 100 mil para o ex-assessor. Em setembro, a CPMI do INSS chegou a pautar pedidos para sua convocação, mas a base governamental conseguiu impedir o depoimento dele.

Nova operação da PF dá munição à oposição e à atuação da CPMI do INSS

O cientista político e consultor eleitoral Paulo Kramer avalia que a nova operação da Polícia Federal no âmbito do escândalo do INSS e seus desdobramentos oferecem à oposição um ativo político de alto impacto, passível de exploração contínua até a campanha presidencial.

Segundo ele, o avanço das investigações amplia o desgaste do governo e pode ter efeitos colaterais relevantes, como o comprometimento definitivo da indicação de Messias ao STF, diante do fato de Weverton, relator da escolha no Senado, figurar entre os principais alvos da ofensiva da PF.

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), classificou a operação como uma confirmação de que os trabalhos da comissão seguem “no caminho certo”. Para o parlamentar, as prisões e mandatos cumpridos nesta quinta-feira (18) reforçam a purificação do esquema bilionário de descontos indevidos em benefícios previdenciários e descontos para desmontar tentativa de blindagem dentro do colegiado.

“Entre os alvos, são pessoas e políticos já citados várias vezes durante o meu trabalho como relator na Comissão. Entre eles, já havia formalizado o pedido de oitiva do senador Weverton Rocha (PDT-MA), a fim de prestar depoimento no colegiado e esclarecedor seu relacionamento com o Careca do INSS”, pontuou.

Suspeitas de envolvimento familiar de Lula também provocam desgastes políticos

O nome de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, voltou ao debate público com a retomada de suspeitas que incluem viagens internacionais em voos onde foram investigados, benefícios indiretos e a alegação de coleta de uma suposta “mesada do careca do INSS”.

A Polícia Federal investiga cinco pagamentos de R$ 300 mil feitos pelo “Careca” à empresa de Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. A informação foi oficializada em uma decisão do ministro do STF André Mendonça que autorizou a mais nova fase da operação Sem Desconto, lançada pela PF nesta quinta-feira.

Nos diálogos desenvolvidos pelos pesquisadores, o “Careca do INSS” afirma que o destinatário dos valores seria “o filho do rapaz”, sem especificar a quem se referia. O nome de Fábio Luis da Silva não aparece em documento e não é formalmente investigado. O filho do presidente e Roberta são amigos, segundo afirmou em outubro à reportagem a defesa de Lulinha. A defesa de Roberta diz que ela “jamais teve qualquer relação com descontos do INSS”.

Em uma das mensagens trocadas entre Roberta e Antunes, a empresária tenta tranquilizar o careca do INSS dizendo: “na época do Fábio falaram de Friboi, de um monte de coisa o (sic) maior… igual agora com você”. A decisão de Mendonça não especifica se o Fábio se refere ao filho do presidente. Em 2015, Lulinha processou política por ter seu nome associado à empresa Friboi, segundo ele indevidamente.

Um assessor de Antunes também teria afirmado à PF que Lulinha receberia uma mesada do “Careca do INSS”, segundo uma fonte ligada à investigação que pediu para não ter o nome revelado. Mas esse depoimento até o momento não foi tornado público e não há provas contra o filho do presidente.

Já Frei Chico, irmão de Lula, é citado nas investigações por ser vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), uma das entidades que mais tiveram operações questionadas por beneficiários. A suspeita é que a entidade teria omitido que ele fizesse parte de seus quadros ao pedir uma renovação do Acordo de Cooperação Técnica com o governo. Esse acordo permite o desconto de valores da folha de pagamentos de juros. A omissão é considerada irregular porque os pares de autoridades do Executivo não podem integrar entidades beneficiadas por esse tipo de mecanismo.

Embora Frei Chico não tenha sido formalmente investigado até o momento, a associação de seu nome ao escândalo gerou desgaste político para Lula. O Palácio do Planalto trata o assunto com cautela redobrada e a base governista na CPMI do INSS impediu a convocação do líder sindical.

Blindagem governamental na CPMI do INSS tenta conter crise

Para o cientista político Flávio Testa, o avanço das investigações tende a se aproximar do governo do escândalo do INSS e a estranhar o entorno de Lula, ainda que os impactos políticos possam ser mitigados no curto prazo. Segundo ele, o Planalto conseguiu erguer uma barreira de contenção ao garantir a maioria governamental na CPMI do INSS, reduzindo o alcance das apurações e ajudando a blindar os personagens próximos ao presidente.

“Os governantes barraram uma investigação sobre o Lulinha. Já Weverton Rocha mantém vínculos com o ministro Flávio Dino, do STF, e pode acabar sendo poupado pelo tribunal. Além disso, parte da imprensa tende a colaborar para conter a exposição dos alvos. O governo deve então sofrer abalos, mas só de forma pontual e passageira”, afirma Testa.

O analista destaca ainda um fator político adicional que pode favorecer o Palácio do Planalto. A interrupção das negociações entre direita e centro-direita para a sucessão presidencial de 2026 abriu espaço para ofensiva de Lula em direção ao Centrão, com a oferta de cargas e ministérios como moeda de negociação. Exemplo claro e recente é a tratativa envolvida no Ministério do Turismo, oferecida novamente ao União Brasil.

Por fim, Testa observa que Lula segue como ator eleitoralmente competitivo, apesar do histórico de debates com a Justiça e de condenações em todas as instâncias. Amparado por uma relação favorável com o STF e por forte capacidade de comunicação política, o presidente pode, na sua opinião, recorrer a discursos fabricados para tentar neutralizar os efeitos de mais uma crise de imagem.

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