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Comércio do Centro do Rio tenta pingar chuva frequente em março

Redação Por Redação
14 de março de 2026
Em Notícias
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Comércio do Centro do Rio tenta pingar chuva frequente em março
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Comércio do Centro do Rio tenta pingar chuva frequente em março
[/gpt3]Estabelecimentos do Rio tentam driblar chuva e manter a clientela A sequência de dias chuvosos em março afetou o movimento do comércio no Rio de Janeiro. Em 13 dias do mês, choveu em 10 deles, segundo o sistema Alerta Rio, da prefeitura. A situação preocupa os comerciantes, principalmente aqueles que trabalham em lojas de rua. Em alguns casos, a queda nas vendas chega a 70% nos dias de chuva. Um dos locais mais afetados é o Saara — tradicional polo de comércio popular do Centro da cidade. O nome é uma sigla para Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega, mas, quando chove, o movimento lembra um verdadeiro deserto. “Fica meio deserto. A gente fica aqui na frente tentando chamar os clientes, mas o movimento cai muito”, diz o comerciante Vivaldo Camargo. O presidente do Polo Saara, André Haddad, afirma que a chuva afasta os consumidores e reduz drasticamente o fluxo nas lojas. Segundo ele, na loja de uniformes que administra, o número de clientes pode cair até 70% em dias chuvosos. “Os lojistas de rua já estão habituados a isso. A chuva realmente é um inconveniente porque diminui o fluxo de pessoas na rua”, afirma. Para tentar compensar as perdas, muitos comerciantes passaram a investir mais nas vendas online e nas entregas por aplicativos. Mesmo assim, Haddad diz que há dificuldades em dias de chuva. “As corridas costumam ser canceladas e ficam mais difíceis de garantir a entrega”, explica. Durante a gravação no Saara, a chuva chegou a parar e voltar várias vezes ao longo do dia. mês segue a tendência de precipitações intensas registradas recentemente na cidade. De acordo com o Alerta Rio, fevereiro foi o mês mais chuvoso já registrado no município desde o início da série histórica do sistema, em 1997, com mais de 350 milhões acumulados. Bares e restaurantes também sentiram impacto O setor de bares e restaurantes também registra queda no movimento em dias de chuva. Segundo Mariana Rezende, vice-presidente de comunicação do SindRio, o comportamento do público carioca contribui para o impacto no faturamento. “A chuva acaba interferindo muito no movimento de bares e restaurantes porque o carioca evita sair em dias de chuva. Então o movimento cai bastante”, diz. Ela explica que muitos estabelecimentos dependem das mesas ao ar livre. “A maior parte do público gosta de ocupar áreas externas. Com chuva, como muitas calçadas não têm cobertura, o espaço de atendimento diminui muito.” Em alguns bares, a queda no faturamento pode chegar a 40%. Mesmo assim, alguns clientes continuam frequentando os estabelecimentos — principalmente moradores da região ou grupos que não abrem mão do encontro entre amigos, mesmo com o tempo fechado. Esperança com o Dia do Consumidor Se a chuva tem sido dor de cabeça para os comericantes, o Dia do Consumidor, comemorado dia 15, traz esperança de melhorias. Levantamento do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro, feito com comerciantes do mercado carioca, aponta que 100% dos lojistas pretendem realizar algum tipo de promoção no Dia do Consumidor, realizado em 15 de março. A pesquisa indica que as ações vão desde descontos e ofertas especiais até estratégias inovadoras para atrair clientes. A data, que acontece uma semana depois do Dia Internacional da Mulher, tem sido tratada pelo setor como uma espécie de “Black Friday do primeiro trimestre”, por causa das promoções e vantagens oferecidas pelas empresas. A expectativa do comércio é de aumento da demanda, tanto nas lojas físicas quanto nas vendas online, já que o setor se mobiliza para estimular o consumo ao longo da semana. De acordo com os lojistas ouvidos na pesquisa, os descontos devem variar entre 5% e 50%, dependendo do tipo de produto, do nível de estoque, da localização das lojas e da estratégia definida para cada estabelecimento. O presidente das duas entidades, Aldo Gonçalves, afirma que as promoções podem beneficiar comerciantes e consumidores. “Os comerciantes estão atentos aos movimentos do mercado e cada vez mais sintonizados com os dados do setor. Isso pode ajudar a melhorar a caixa das empresas, ao mesmo tempo em que desperta o interesse do consumidor”, diz.Estabelecimentos do Rio tentam driblar chuva e manter a clientela A sequência de dias chuvosos em março afetou o movimento do comércio no Rio de Janeiro. Em 13 dias do mês, choveu em 10 deles, segundo o sistema Alerta Rio, da prefeitura. A situação preocupa os comerciantes, principalmente aqueles que trabalham em lojas de rua. Em alguns casos, a queda nas vendas chega a 70% nos dias de chuva. Um dos locais mais afetados é o Saara — tradicional polo de comércio popular do Centro da cidade. O nome é uma sigla para Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega, mas, quando chove, o movimento lembra um verdadeiro deserto. “Fica meio deserto. A gente fica aqui na frente tentando chamar os clientes, mas o movimento cai muito”, diz o comerciante Vivaldo Camargo. O presidente do Polo Saara, André Haddad, afirma que a chuva afasta os consumidores e reduz drasticamente o fluxo nas lojas. Segundo ele, na loja de uniformes que administra, o número de clientes pode cair até 70% em dias chuvosos. “Os lojistas de rua já estão habituados a isso. A chuva realmente é um inconveniente porque diminui o fluxo de pessoas na rua”, afirma. Para tentar compensar as perdas, muitos comerciantes passaram a investir mais nas vendas online e nas entregas por aplicativos. Mesmo assim, Haddad diz que há dificuldades em dias de chuva. “As corridas costumam ser canceladas e ficam mais difíceis de garantir a entrega”, explica. Durante a gravação no Saara, a chuva chegou a parar e voltar várias vezes ao longo do dia. mês segue a tendência de precipitações intensas registradas recentemente na cidade. De acordo com o Alerta Rio, fevereiro foi o mês mais chuvoso já registrado no município desde o início da série histórica do sistema, em 1997, com mais de 350 milhões acumulados. Bares e restaurantes também sentiram impacto O setor de bares e restaurantes também registra queda no movimento em dias de chuva. Segundo Mariana Rezende, vice-presidente de comunicação do SindRio, o comportamento do público carioca contribui para o impacto no faturamento. “A chuva acaba interferindo muito no movimento de bares e restaurantes porque o carioca evita sair em dias de chuva. Então o movimento cai bastante”, diz. Ela explica que muitos estabelecimentos dependem das mesas ao ar livre. “A maior parte do público gosta de ocupar áreas externas. Com chuva, como muitas calçadas não têm cobertura, o espaço de atendimento diminui muito.” Em alguns bares, a queda no faturamento pode chegar a 40%. Mesmo assim, alguns clientes continuam frequentando os estabelecimentos — principalmente moradores da região ou grupos que não abrem mão do encontro entre amigos, mesmo com o tempo fechado. Esperança com o Dia do Consumidor Se a chuva tem sido dor de cabeça para os comericantes, o Dia do Consumidor, comemorado dia 15, traz esperança de melhorias. Levantamento do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro, feito com comerciantes do mercado carioca, aponta que 100% dos lojistas pretendem realizar algum tipo de promoção no Dia do Consumidor, realizado em 15 de março. A pesquisa indica que as ações vão desde descontos e ofertas especiais até estratégias inovadoras para atrair clientes. A data, que acontece uma semana depois do Dia Internacional da Mulher, tem sido tratada pelo setor como uma espécie de “Black Friday do primeiro trimestre”, por causa das promoções e vantagens oferecidas pelas empresas. A expectativa do comércio é de aumento da demanda, tanto nas lojas físicas quanto nas vendas online, já que o setor se mobiliza para estimular o consumo ao longo da semana. De acordo com os lojistas ouvidos na pesquisa, os descontos devem variar entre 5% e 50%, dependendo do tipo de produto, do nível de estoque, da localização das lojas e da estratégia definida para cada estabelecimento. O presidente das duas entidades, Aldo Gonçalves, afirma que as promoções podem beneficiar comerciantes e consumidores. “Os comerciantes estão atentos aos movimentos do mercado e cada vez mais sintonizados com os dados do setor. Isso pode ajudar a melhorar a caixa das empresas, ao mesmo tempo em que desperta o interesse do consumidor”, diz.[/gpt3]

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