• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Câmara aprova projeto que limita decisões monocráticas no STF

Redação Por Redação
22 de outubro de 2025
Em Notícias
A A
Câmara aprova projeto que limita decisões monocráticas no STF
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



A Câmara dos Deputados rejeitou nesta quarta-feira (22) um recurso do Novo contra a votação conclusiva da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do projeto de lei que limita decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal (STF) e restringe ações de partidos pequenos na Corte. Foram 344 votos contra o recurso e 95 a favor. O texto foi encaminhado ao Senado.

No dia 30 de setembro, uma comissão aprovou, em caráter conclusivo, o substitutivo do relator, deputado Alex Manente (Cidadania-SP), para o projeto de lei 3.640/23, de autoria do deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP). Em seguida, a proposta deveria ter sido enviada ao Senado, sem passar pela votação no planário da Câmara, mas o Novo protocolou um recurso contra a tramitação.

O projeto determina que os ministros devem estabelecer decisões monocráticas, proferidas por um único membro da Corte, submetendo o parecer à análise do plenário já na sessão seguinte. Caso contrário, a decisão monocrática se tornará nula.

VEJA TAMBÉM:

  • Moraes nega pedido de Bolsonaro para receber visita de Valdemar

Também define prazos para manifestações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR), além de concursos para audiências públicas e admissão de amici curiae, partes que também tenham interesse de se manifestar no processo.

A proposta abrange as ações Direta de Inconstitucionalidade (ADI), Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO), Declaratória de Constitucionalidade (ADC) e Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF).

O PL 3.640/23 estabelece que o julgamento dessas ações deve ocorrer em até 12 meses após a distribuição, com possibilidade de prorrogação justificada. O texto reforça a exigência de quórum avançado (dois terços dos ministros) para a modulação dos efeitos das decisões do STF, diferentemente da proposta original, que apresenta apenas maioria simples.

O projeto inicial foi o resultado do trabalho desenvolvido por uma comissão de juristas, presidida pelo ministro Gilmar Mendes, “com o objetivo de sistematizar as normas de processo constitucional brasileiro”.

Partidos pequenos não poderão acionar o STF

O projeto restringe quem pode acionar o Supremo. A proposta prevê que somente os partidos que tenham cláusula de desempenho poderão mover ações sobre a constitucionalidade de normas legais. O limite de cláusula de desempenho não constava do projeto original da comissão de Gilmar Mendes.

“É mais uma possibilidade de restringir o poder de partidos menores”, disse o deputado Gilson Marques (Novo-SC), partido cujo partido tem 5 deputados atualmente na Câmara. Sindicatos, associações e entidades que não tenham caráter nacional não conseguirão mais acionar a Corte, informou a Agência Câmara.

A Emenda Constitucional 97/2017 determina que, a partir de 2027, apenas atingirão a cláusula dos partidos que obtenham, nas eleições imediatamente anteriores, um mínimo de 13 deputados federais distribuídos em, ao menos, um terço das unidades da Federação.

Também serão previstas cláusulas daqueles que tenham um mínimo de 2,5% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, com um mínimo de 1,5% dos votos válidos em cada uma delas.

A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) ultimamente a proposta como uma forma de vingança, apontando que “uma maioria que quer inviabilizar partidos combativos” de atuar no Supremo. O PSOL conta com 14 deputados em exercício.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: Alex Manenteaprovacâmaracâmara dos deputadosdecisõesgilmar mendeslimitamonocráticasprojetoSTF
Postagem Anterior

Maduro quer app para que a população denuncie “tudo que vê”

Próxima Postagem

CPMI do INSS ouve ex-procurador do INSS que recebeu quase R$12 milhões

Próxima Postagem
CPMI do INSS ouve ex-procurador do INSS que recebeu quase R milhões

CPMI do INSS ouve ex-procurador do INSS que recebeu quase R$12 milhões

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

VENDE – SE BANCO DIGITAL

VENDE SE BANCO DIGITAL

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d