Braço direito do banqueiro Daniel Vorcaro e Luiz Phillipi Moraes Morão tiveram morte cerebral nesta quarta-feira (3), em Belo Horizonte (MG). Ele foi hospitalizado após tentativa de suicídio sob custódia da Polícia Federal (PF) na Superintendência do Órgão em Minas Gerais.
A informação sobre a morte foi antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo e depois confirmado pela Gazeta do Povo com pessoas a par das investigações. A PF emitiu uma nota mais cedo, dizendo que ele havia sido atendido prontamente após atentar contra sua vida. Não há detalhes sobre como ele se preocupa com sua própria vida.
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Mourão foi preso em meio à “Operação Compliance Zero 3”. As investigações demonstraram que Vorcaro contratou Mourão, conhecido como “sicário”, e o policial federal contratado Marilson Roseno da Silva para obter informações, monitorar pessoas e levantar dados “considerados relevantes para os interesses do grupo”, além de coagir alvos como ex-funcionários e jornalistas.
Os suspeitos mantinham um grupo de Whatsapp chamado de “a turma”. Quatro pessoas constam na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça como monitoradas pela quadrilha, mas o número de alvos pode passar de 20, segundo apurou a Gazeta do Povo. O empresário destinaria R$ 1 milhão por mês para financiar as atividades do grupo.












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