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Assassinatos, caça-níqueis, jogo do bicho, cigarro ilegal e trabalho escravo: os crimes atribuídos a Adilsinho, segundo a polícia

Redação Por Redação
27 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Assassinatos, caça-níqueis, jogo do bicho, cigarro ilegal e trabalho escravo: os crimes atribuídos a Adilsinho, segundo a polícia
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Assassinatos, caça-níqueis, jogo do bicho, cigarro ilegal e trabalho escravo: os crimes atribuídos a Adilsinho, segundo a polícia
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Bicheiro Adilsinho é preso pela PF e Polícia Civil Preso em uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil, o contraventor Adilson Oliveira Coutinho, o Adilsinho, é apontado pelas autoridades como um dos principais nomes da cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro. Ao longo dos anos, passou a ser associado não apenas à exploração da contravenção, mas também a uma série de crimes que, segundo pesquisador, ampliaram o poder econômico e territorial do grupo. De acordo com as investigações, o esquema comandado por Adilsinho envolveu diferentes frentes ilícitas — da exploração tradicional de pontos de bicho e máquinas de caça-níqueis ao comércio ilegal de cigarros, com suspeitas de uso de trabalho escravo, além de suspeitas de homicídios ligados a disputas por território. Jogo do bicho e caça-níqueis Apontado como herdeiro de uma das mais antigas famílias da contravenção, Adilsinho é investigado por comandar pontos de jogo do bicho em bairros da Zona Norte e da Baixada Fluminense. A polícia afirma que o grupo também operava máquinas de caça-níqueis espalhadas por bares e estabelecimentos comerciais. O bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, na sede da PF Reprodução/TV Globo Segundo o pesquisador, o esquema movia milhões de reais por mês. Parte desse dinheiro, de acordo com o Ministério Público, seria usada para manter a estrutura da organização e para corromper agentes públicos. Assassinatos e disputas por território A Polícia Civil afirma que o grupo está sob investigação por envolvimento em assassinatos relacionados à disputa pelo controle de áreas do jogo do bicho. Embora os casos específicos corram sob sigilo, o pesquisador aponta que a violência teria sido usada como forma de intimidação contra rivais e até contra membros da própria organização. Entre os casos investigados está a morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, no dia 26 de fevereiro de 2024. No dia 9 de abril daquele ano, os policiais cumpriram mandatos de busca e apreensão contra Adilsinho, e outras oito pessoas investigadas no inquérito. Ele é apontado como possível mandante. Adilsinho é alvo de pesquisas em operação sobre morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo Em relatórios, a polícia sustenta que o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de funções e uso de segurança armada para proteger pontos estratégicos. Cigarro ilegal Outro braço do esquema, segundo as autoridades, era a comercialização de cigarros contrabandeados. O material, geralmente vindo do Paraguai, abastecia pontos de venda na Região Metropolitana do Rio. A polícia afirma que a venda do produto ilegal ampliava os lucros da organização e fortalecia a presença do grupo em comunidades onde o comércio formal enfrentava menos fiscalização. Segundo a Polícia Federal, a produção ilegal rende à quadrilha de Adilsinho um faturamento mensal de, no mínimo, R$ 50 milhões. Segundo as investigações, a estrutura criminosa montada pelo bicheiro com a fabricação e venda de cigarros, desde 2018, tem financiado não apenas a corrupção de agentes públicos, mas também investimentos em atividades ilícitas no Paraná e a construção de uma vida de luxo nos Estados Unidos — incluindo a aquisição de carros Ferrari e de um jatinho avaliado executivo em R$ 4,5 milhões. Suspeita de trabalho análogo à escravidão As investigações também apontam suspeitas de exploração de trabalhadores em condições degradantes em fábricas clandestinas de cigarros. Segundo o investigador, as pessoas deveriam ser mantidas em jornadas exaustivas e sob condições precárias de higiene e segurança. O caso é apurado em conjunto com outros órgãos de fiscalização. Fábrica clandestina de cigarros é encontrada na Baixada Fluminense Divulgação Em 2023, a PF estourou em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, uma fábrica de cigarros clandestina. No local, no bairro Figueiras, os agentes resgataram 19 pessoas em condições análogas à escravidão — todos são paraguaios. Em julho de 2022, também em Duque de Caxias, a Polícia Civil do RJ iniciou outra fábrica de cigarros em que paraguaios estavam suspensos em situação análoga à escravidão. O que diz a defesa O advogado Ricardo Braga, que representa Adilsinho, divulgou nota afirmando que a prisão ocorreu “dentro da mais absoluta tranquilidade”. “As imagens da prisão evidenciam que tudo transcorreu dentro da mais absoluta tranquilidade, fato que desconstrói a narrativa de periculosidade atribuída ao empresário. A defesa reafirma que ele confia na Justiça e demonstrará sua inocência quanto a todos os fatos que lhe são injustamente imputados”, diz o texto. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do policial militar Diego D’arribada Rebello de Lima.
Bicheiro Adilsinho é preso pela PF e Polícia Civil Preso em uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil, o contraventor Adilson Oliveira Coutinho, o Adilsinho, é apontado pelas autoridades como um dos principais nomes da cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro. Ao longo dos anos, passou a ser associado não apenas à exploração da contravenção, mas também a uma série de crimes que, segundo pesquisador, ampliaram o poder econômico e territorial do grupo. De acordo com as investigações, o esquema comandado por Adilsinho envolveu diferentes frentes ilícitas — da exploração tradicional de pontos de bicho e máquinas de caça-níqueis ao comércio ilegal de cigarros, com suspeitas de uso de trabalho escravo, além de suspeitas de homicídios ligados a disputas por território. Jogo do bicho e caça-níqueis Apontado como herdeiro de uma das mais antigas famílias da contravenção, Adilsinho é investigado por comandar pontos de jogo do bicho em bairros da Zona Norte e da Baixada Fluminense. A polícia afirma que o grupo também operava máquinas de caça-níqueis espalhadas por bares e estabelecimentos comerciais. O bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, na sede da PF Reprodução/TV Globo Segundo o pesquisador, o esquema movia milhões de reais por mês. Parte desse dinheiro, de acordo com o Ministério Público, seria usada para manter a estrutura da organização e para corromper agentes públicos. Assassinatos e disputas por território A Polícia Civil afirma que o grupo está sob investigação por envolvimento em assassinatos relacionados à disputa pelo controle de áreas do jogo do bicho. Embora os casos específicos corram sob sigilo, o pesquisador aponta que a violência teria sido usada como forma de intimidação contra rivais e até contra membros da própria organização. Entre os casos investigados está a morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, no dia 26 de fevereiro de 2024. No dia 9 de abril daquele ano, os policiais cumpriram mandatos de busca e apreensão contra Adilsinho, e outras oito pessoas investigadas no inquérito. Ele é apontado como possível mandante. Adilsinho é alvo de pesquisas em operação sobre morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo Em relatórios, a polícia sustenta que o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de funções e uso de segurança armada para proteger pontos estratégicos. Cigarro ilegal Outro braço do esquema, segundo as autoridades, era a comercialização de cigarros contrabandeados. O material, geralmente vindo do Paraguai, abastecia pontos de venda na Região Metropolitana do Rio. A polícia afirma que a venda do produto ilegal ampliava os lucros da organização e fortalecia a presença do grupo em comunidades onde o comércio formal enfrentava menos fiscalização. Segundo a Polícia Federal, a produção ilegal rende à quadrilha de Adilsinho um faturamento mensal de, no mínimo, R$ 50 milhões. Segundo as investigações, a estrutura criminosa montada pelo bicheiro com a fabricação e venda de cigarros, desde 2018, tem financiado não apenas a corrupção de agentes públicos, mas também investimentos em atividades ilícitas no Paraná e a construção de uma vida de luxo nos Estados Unidos — incluindo a aquisição de carros Ferrari e de um jatinho avaliado executivo em R$ 4,5 milhões. Suspeita de trabalho análogo à escravidão As investigações também apontam suspeitas de exploração de trabalhadores em condições degradantes em fábricas clandestinas de cigarros. Segundo o investigador, as pessoas deveriam ser mantidas em jornadas exaustivas e sob condições precárias de higiene e segurança. O caso é apurado em conjunto com outros órgãos de fiscalização. Fábrica clandestina de cigarros é encontrada na Baixada Fluminense Divulgação Em 2023, a PF estourou em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, uma fábrica de cigarros clandestina. No local, no bairro Figueiras, os agentes resgataram 19 pessoas em condições análogas à escravidão — todos são paraguaios. Em julho de 2022, também em Duque de Caxias, a Polícia Civil do RJ iniciou outra fábrica de cigarros em que paraguaios estavam suspensos em situação análoga à escravidão. O que diz a defesa O advogado Ricardo Braga, que representa Adilsinho, divulgou nota afirmando que a prisão ocorreu “dentro da mais absoluta tranquilidade”. “As imagens da prisão evidenciam que tudo transcorreu dentro da mais absoluta tranquilidade, fato que desconstrói a narrativa de periculosidade atribuída ao empresário. A defesa reafirma que ele confia na Justiça e demonstrará sua inocência quanto a todos os fatos que lhe são injustamente imputados”, diz o texto. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do policial militar Diego D’arribada Rebello de Lima.[/gpt3]

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