• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Arquivo-Geral do Rio encontra foto da casa de Tia Ciata, onde nasceu o samba

Redação Por Redação
10 de fevereiro de 2026
Em Notícias
A A
Arquivo-Geral do Rio encontra foto da casa de Tia Ciata, onde nasceu o samba
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Arquivo-Geral do Rio encontra foto da casa de Tia Ciata, onde nasceu o samba
[/gpt3]
Foto descoberta no Arquivo Geral do Rio mostra a casa de Tia Ciata, número 117 da Rua Visconde de Itaúna Arquivo Geral do Rio/Divulgação O Arquivo-Geral do Rio encontrou a única foto conhecida da casa de Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata, liderança religiosa e comunitária que foi figura central na sociabilidade negra urbana do fim do século 19 e início do século 20 na região conhecida como Pequena África. É consenso entre historiadores que a casa de Ciata, frequentada por bambas como João da Baiana, Pixinguinha, Hilário Jovino e Sinhô, teve papel central nas relações do samba como gênero e em sua relação com o carnaval. A informação sobre a descoberta da fotografia foi noticiada inicialmente pela Folha de S. Paulo e obtida posteriormente pelo g1. O imóvel foi demolido nas obras que terminaram com o bairro residencial que se formou na Praça Onze para a construção da Avenida Presidente Vargas, inaugurada em 1944. Uma foto foi encontrada em um conjunto de 14 mil imagens em anúncios de gestão do prefeito Henrique Dodsworth (1937-1945), interventor nomeado por Getúlio Vargas no período conhecido como Estado Novo — uma ditadura. As fotos foram feitas por Uriel Malta e Aristógiton Malta, filhos de Augusto Malta — fotógrafo da Prefeitura do Rio entre 1905 e 1938. “Uma das grandes obras desse período foi a abertura da Avenida Presidente Vargas, que acaba passando sobre a antiga Praça Onze. E isso acaba apagando uma série de ruas importantes para a história da cidade, em especial dessa região, do bairro da Praça Onze, uma região onde existia todo um contexto sociocultural de imigrantes, ex-escravizados, da comunidade judaica, gregos. Era uma região supercosmopolita, que acaba sendo em grande medida devastada com essas obras”, diz o gerente de Pesquisa do arquivo, Pedro Paiva Marreca. A casa de Ciata ficou na Rua Visconde de Itaúna 117. Na imagem encontrada é possível ver uma anotação feita à mão com o número do imóvel, indicando que ele estava entre os que seriam demolidos. Ciata morreu em 1924; portanto, não estava viva quando sua casa foi demolida. “A gente foi conseguindo reconstruir a rua inteira e conseguiu cruzar dados com outras documentações semelhantes ao que a gente chama hoje de PAA, plantas que mostram os lotes de cada território. Então, a gente conseguiu localizar, praticamente, georreferenciar onde encontrou cada uma das casas, até que a gente chegou ao número 117 da Rua Visconde de Itaúna, que é o número dela”, explica o pesquisador Rafael Martins de Araújo. “A gente conseguiu localizar tanto o positivo quanto o negativo da imagem e contextualizá-la com o contexto do Visconde de Itaúna, junto com as próprias grandes reformas do Dodsworth. Ela tava inserida ali, aa derrubada da casa tava inserida nesse contexto. Então, a gente recupera não só a foto, como a própria história da casa: onde ela estava, como ela vai embora, qual é o processo e porque o registro dela aconteceu”, acrescenta. Livro reúne imagens raras Demolição de imóveis da região da Praça Onze Arquivo Geral do Rio/Divulgação O conjunto de fotos mostra ainda várias imagens derradeiras e raras da Praça Onze durante as obras para Presidente Vargas. As imagens foram encontradas durante a pesquisa para o livro ‘Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)’, que foi disponibilizado para o público nesta segunda-feira (9) (veja mais no link). Presidente do Arquivo, Elizeu Santiago afirma que, com a divulgação das imagens através do livro, outras descobertas podem surgir. “Quantos pesquisadores, quantos curiosos não vão identificar a casa de um antepassado, a casa de um avô, de um bisavô, a um local em que já reuniu uma história de um familiar. Então eu acho que esse livro é uma obra que dialoga com a população e dialoga com a memória das pessoas, dialoga com a memória das famílias que habitaram toda a cidade”, afirmou. Nas páginas do livro, além das transformações urbanas na Pequena África, há imagens do início da Avenida Brasil, a expansão dos subúrbios, a urbanização da Pavuna e da Zona Sul, a finalização da Esplanada do Castelo, a inauguração do Jardim de Alah, entre outros recortes que ajudam a compreender como a cidade se redesenhou nesse período. Pelo telefone e primeiros desfiles Tia Ciata Reprodução/ TV Globo A casa de Tia Ciata abrigou reuniões de bambas que resultaram na composição de, entre várias obras, da música que ficou conhecida como o primeiro samba: “Pelo telefone”, registrado por Donga e Mauro de Almeida, em 1916. Hoje, muitos historiadores que estudam o período acreditam que a música nasceu de uma composição coletiva, em uma roda na casa de Tia Ciata, articulando motivos e versos criados e improvisados por vários frequentadores. Atualmente, descendentes de Ciata organizam um centro cultural voltado para a memória do samba e ancestralidade. Apesar de terem acontecido após a morte de Ciata, as primeiras competições competitivas de escolas de samba guardam forte relação com o território onde ela morou. Eles aconteceram na Praça Onze, em 1932, que era desde o fim do século 19, o grande território do samba urbano e da Pequena África, onde se concentravam como tias baianas e vários ranchos e cordões. Quando ocorreu a demolição da Praça Onze, escolas de samba como Mangueira e Portela escreveram às autoridades para tentar impedir o processo. Os documentos também estão guardados no Arquivo-Geral do Rio, assim como cartas de nomes como Vinícius de Moraes, Cândido Portinari, Manuel Bandeira, e Roquete Pinto, que pediam para que não fosse demolida a Igreja de São Pedro dos Clérigos, que também foi destruída na região. Avenida Presidente Vargas completa 80 anos
Foto descoberta no Arquivo Geral do Rio mostra a casa de Tia Ciata, número 117 da Rua Visconde de Itaúna Arquivo Geral do Rio/Divulgação O Arquivo-Geral do Rio encontrou a única foto conhecida da casa de Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata, liderança religiosa e comunitária que foi figura central na sociabilidade negra urbana do fim do século 19 e início do século 20 na região conhecida como Pequena África. É consenso entre historiadores que a casa de Ciata, frequentada por bambas como João da Baiana, Pixinguinha, Hilário Jovino e Sinhô, teve papel central nas relações do samba como gênero e em sua relação com o carnaval. A informação sobre a descoberta da fotografia foi noticiada inicialmente pela Folha de S. Paulo e obtida posteriormente pelo g1. O imóvel foi demolido nas obras que terminaram com o bairro residencial que se formou na Praça Onze para a construção da Avenida Presidente Vargas, inaugurada em 1944. Uma foto foi encontrada em um conjunto de 14 mil imagens em anúncios de gestão do prefeito Henrique Dodsworth (1937-1945), interventor nomeado por Getúlio Vargas no período conhecido como Estado Novo — uma ditadura. As fotos foram feitas por Uriel Malta e Aristógiton Malta, filhos de Augusto Malta — fotógrafo da Prefeitura do Rio entre 1905 e 1938. “Uma das grandes obras desse período foi a abertura da Avenida Presidente Vargas, que acaba passando sobre a antiga Praça Onze. E isso acaba apagando uma série de ruas importantes para a história da cidade, em especial dessa região, do bairro da Praça Onze, uma região onde existia todo um contexto sociocultural de imigrantes, ex-escravizados, da comunidade judaica, gregos. Era uma região supercosmopolita, que acaba sendo em grande medida devastada com essas obras”, diz o gerente de Pesquisa do arquivo, Pedro Paiva Marreca. A casa de Ciata ficou na Rua Visconde de Itaúna 117. Na imagem encontrada é possível ver uma anotação feita à mão com o número do imóvel, indicando que ele estava entre os que seriam demolidos. Ciata morreu em 1924; portanto, não estava viva quando sua casa foi demolida. “A gente foi conseguindo reconstruir a rua inteira e conseguiu cruzar dados com outras documentações semelhantes ao que a gente chama hoje de PAA, plantas que mostram os lotes de cada território. Então, a gente conseguiu localizar, praticamente, georreferenciar onde encontrou cada uma das casas, até que a gente chegou ao número 117 da Rua Visconde de Itaúna, que é o número dela”, explica o pesquisador Rafael Martins de Araújo. “A gente conseguiu localizar tanto o positivo quanto o negativo da imagem e contextualizá-la com o contexto do Visconde de Itaúna, junto com as próprias grandes reformas do Dodsworth. Ela tava inserida ali, aa derrubada da casa tava inserida nesse contexto. Então, a gente recupera não só a foto, como a própria história da casa: onde ela estava, como ela vai embora, qual é o processo e porque o registro dela aconteceu”, acrescenta. Livro reúne imagens raras Demolição de imóveis da região da Praça Onze Arquivo Geral do Rio/Divulgação O conjunto de fotos mostra ainda várias imagens derradeiras e raras da Praça Onze durante as obras para Presidente Vargas. As imagens foram encontradas durante a pesquisa para o livro ‘Achados e Perdidos: imagens inéditas do Rio de Janeiro (1937-1945)’, que foi disponibilizado para o público nesta segunda-feira (9) (veja mais no link). Presidente do Arquivo, Elizeu Santiago afirma que, com a divulgação das imagens através do livro, outras descobertas podem surgir. “Quantos pesquisadores, quantos curiosos não vão identificar a casa de um antepassado, a casa de um avô, de um bisavô, a um local em que já reuniu uma história de um familiar. Então eu acho que esse livro é uma obra que dialoga com a população e dialoga com a memória das pessoas, dialoga com a memória das famílias que habitaram toda a cidade”, afirmou. Nas páginas do livro, além das transformações urbanas na Pequena África, há imagens do início da Avenida Brasil, a expansão dos subúrbios, a urbanização da Pavuna e da Zona Sul, a finalização da Esplanada do Castelo, a inauguração do Jardim de Alah, entre outros recortes que ajudam a compreender como a cidade se redesenhou nesse período. Pelo telefone e primeiros desfiles Tia Ciata Reprodução/ TV Globo A casa de Tia Ciata abrigou reuniões de bambas que resultaram na composição de, entre várias obras, da música que ficou conhecida como o primeiro samba: “Pelo telefone”, registrado por Donga e Mauro de Almeida, em 1916. Hoje, muitos historiadores que estudam o período acreditam que a música nasceu de uma composição coletiva, em uma roda na casa de Tia Ciata, articulando motivos e versos criados e improvisados por vários frequentadores. Atualmente, descendentes de Ciata organizam um centro cultural voltado para a memória do samba e ancestralidade. Apesar de terem acontecido após a morte de Ciata, as primeiras competições competitivas de escolas de samba guardam forte relação com o território onde ela morou. Eles aconteceram na Praça Onze, em 1932, que era desde o fim do século 19, o grande território do samba urbano e da Pequena África, onde se concentravam como tias baianas e vários ranchos e cordões. Quando ocorreu a demolição da Praça Onze, escolas de samba como Mangueira e Portela escreveram às autoridades para tentar impedir o processo. Os documentos também estão guardados no Arquivo-Geral do Rio, assim como cartas de nomes como Vinícius de Moraes, Cândido Portinari, Manuel Bandeira, e Roquete Pinto, que pediam para que não fosse demolida a Igreja de São Pedro dos Clérigos, que também foi destruída na região. Avenida Presidente Vargas completa 80 anos[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: ArquivoGeralcasaCiataencontrafotonasceuondeRiosambatia
Postagem Anterior

VÍDEOS: RJ1 de segunda, 9 de fevereiro de 2026

Próxima Postagem

Operação da Core no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, provoca intenso tiroteio na região

Próxima Postagem
Operação da Core no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, provoca intenso tiroteio na região

Operação da Core no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, provoca intenso tiroteio na região

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d