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Após 20 dias, criança baleada na saída da escola na Zona Oeste do Rio recebe alta: ‘Foram dias de angustia’, diz pai

Redação Por Redação
24 de março de 2026
Em Notícias
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Após 20 dias, criança baleada na saída da escola na Zona Oeste do Rio recebe alta: ‘Foram dias de angustia’, diz pai
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Após 20 dias, criança baleada na saída da escola na Zona Oeste do Rio recebe alta: ‘Foram dias de angustia’, diz pai
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Após 20 dias, criança baleada na saída da escola do Rio recebe alta A menina Heloísa da Paixão Pinho, de 10 anos, baleada no começo de março na saída da escola em Inhoaíba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, recebeu alta nesta segunda-feira (23) após 20 dias internada no Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande. Ela saiu da unidade depois de passar por cirurgia e tratamento intensivo. Segundo o hospital, Heloísa sofreu uma lesão vascular grave na perna esquerda, provocada por um projétil de arma de fogo. Por causa da perda de sangue e do risco de isquemia, ela chegou em estado crítico, precisou ser entubada e passou por uma cirurgia de emergência. De acordo com o coordenador médico da pediatria do Hospital Rocha Faria, Helder Souza, a resposta rápida da equipe foi decisiva. “Um paciente foi recebido em estado grave, assistido prontamente e encaminhada para cirurgia. Depois, melhora para o CTI, onde recebeu suporte integral da pediatria. Com a evolução, foi possível iniciar fisioterapia motora, essencial para recuperar a mobilidade”, explicou o médico. A cirurgiã responsável pelo primeiro procedimento, Luana Gouvêa, afirmou que a equipe optou por operar imediatamente, mesmo o hospital não sendo referência em cirurgia vascular. “Em danos por arma de fogo, especialmente em crianças, cada minuto conta. Transferi-la poderia comprometer o tempo de resposta. Uma intervenção rápida evitou sequelas graves ou até risco de vida”, disse. Durante a internação, Heloísa passou por novas cirurgias e iniciou uma reabilitação com fisioterapia, conseguindo voltar a caminhar com auxílio de andador. Agora, segundo os médicos, ela seguirá com acompanhamento na pediatria e na cirurgia-geral. O pai da menina, Geovane da Paixão, comemorou a alta. “Foram dias de angústia. Agora, com ela em casa, seguimos com mais segurança. Tiago recebimento de como seria (a vida dela após ser alvejada).” A pequena Heloísa da Paixão Pinho após receber alta médica g1 Três meninas foram baleadas na saída da escola Heloísa, a irmã, Marília Letícia, de 14 anos, e outra criança de 10 anos foram atingidas na Rua Horizontina durante a saída da escola. Na ocasião, segundo a polícia, houve um tiroteio em uma comunidade próxima. Elas foram levadas para o Hospital Rocha Faria. a outra menina, com danos leves, recebida alta no mesmo dia; Marília, após 3 dias; Heloísa, em estado mais grave, internada há 20 dias. A irmã também seguirá em acompanhamento e reabilitação. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que tenta esclarecer de onde partiram os disparos que atingiram as meninas. Heloísa foi aplaudida pelos funcionários do Hospital Rocha Faria ao receber alta médica g1
Após 20 dias, criança baleada na saída da escola do Rio recebe alta A menina Heloísa da Paixão Pinho, de 10 anos, baleada no começo de março na saída da escola em Inhoaíba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, recebeu alta nesta segunda-feira (23) após 20 dias internada no Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande. Ela saiu da unidade depois de passar por cirurgia e tratamento intensivo. Segundo o hospital, Heloísa sofreu uma lesão vascular grave na perna esquerda, provocada por um projétil de arma de fogo. Por causa da perda de sangue e do risco de isquemia, ela chegou em estado crítico, precisou ser entubada e passou por uma cirurgia de emergência. De acordo com o coordenador médico da pediatria do Hospital Rocha Faria, Helder Souza, a resposta rápida da equipe foi decisiva. “Um paciente foi recebido em estado grave, assistido prontamente e encaminhada para cirurgia. Depois, melhora para o CTI, onde recebeu suporte integral da pediatria. Com a evolução, foi possível iniciar fisioterapia motora, essencial para recuperar a mobilidade”, explicou o médico. A cirurgiã responsável pelo primeiro procedimento, Luana Gouvêa, afirmou que a equipe optou por operar imediatamente, mesmo o hospital não sendo referência em cirurgia vascular. “Em danos por arma de fogo, especialmente em crianças, cada minuto conta. Transferi-la poderia comprometer o tempo de resposta. Uma intervenção rápida evitou sequelas graves ou até risco de vida”, disse. Durante a internação, Heloísa passou por novas cirurgias e iniciou uma reabilitação com fisioterapia, conseguindo voltar a caminhar com auxílio de andador. Agora, segundo os médicos, ela seguirá com acompanhamento na pediatria e na cirurgia-geral. O pai da menina, Geovane da Paixão, comemorou a alta. “Foram dias de angústia. Agora, com ela em casa, seguimos com mais segurança. Tiago recebimento de como seria (a vida dela após ser alvejada).” A pequena Heloísa da Paixão Pinho após receber alta médica g1 Três meninas foram baleadas na saída da escola Heloísa, a irmã, Marília Letícia, de 14 anos, e outra criança de 10 anos foram atingidas na Rua Horizontina durante a saída da escola. Na ocasião, segundo a polícia, houve um tiroteio em uma comunidade próxima. Elas foram levadas para o Hospital Rocha Faria. a outra menina, com danos leves, recebida alta no mesmo dia; Marília, após 3 dias; Heloísa, em estado mais grave, internada há 20 dias. A irmã também seguirá em acompanhamento e reabilitação. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que tenta esclarecer de onde partiram os disparos que atingiram as meninas. Heloísa foi aplaudida pelos funcionários do Hospital Rocha Faria ao receber alta médica g1[/gpt3]

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