• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Alcolumbre resiste à prorrogação da CPMI do INSS

Redação Por Redação
25 de março de 2026
Em Notícias
A A
Alcolumbre resiste à prorrogação da CPMI do INSS
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que concedeu liminar determinando a prorrogação da CPMI do INSS, intensificou a pressão sobre o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), e expôs a dificuldade política no andamento da comissão. Apesar da ordem judicial, há resistência nos bastidores e uma tentativa de reverter a decisão no plenário da Corte. Os ministros do Supremo vão definir se referendam ou derrubaram a determinação de Mendonça nesta quinta-feira (26).

A prorrogação, que depende formalmente da leitura do requerimento, tornou-se ponto de tensão. Na avaliação de parlamentares da oposição, o impasse vai além da divergência institucional e pode estar ligado a interesses políticos e até a conexões hipotéticas com investigados.

A decisão de Mendonça determinou o prazo de 48 horas para a leitura do requerimento de prorrogação e, em caso de descumprimento, autorizou a própria comissão a seguir em funcionamento. Na prática, até o momento, a medida escapou a possibilidade de bloqueio político.

Ainda assim, Alcolumbre pediu parecer à Advocacia do Senado e aposta na possibilidade de reversão da liminar pelo plenário do STF. O caso deve ser analisado pelos ministros nesta quinta-feira (26).

O debate em torno da CPMI evidencia uma disputa mais ampla entre Congresso e Judiciário, mas também revela dificuldades internas no Legislativo. A resistência à prorrogação ocorre em um momento em que a comissão busca aprofundar investigações que já apontam para irregularidades de grande escala no sistema previdenciário.

Nos bastidores, interlocutores do Senado avaliaram que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, ainda dispõe de caminhos jurídicos e políticos para tentar evitar ou, ao menos, esvaziar os efeitos da decisão do STF que determinou a prorrogação da CPMI.

A primeira frente é técnica: a Advocacia do Senado pode recorrer ao próprio STF, por meio de embargos de declaração, questionando pontos de decisão e buscando ganhar tempo ou limitar seus efeitos práticos. Embora esse tipo de recurso não suspenda automaticamente a ordem, ele abre espaço para reinterpretações e eventual revisão pelo plenário.

No campo institucional, Alcolumbre também pode sustentar que a prorrogação de uma comissão parlamentar é um tema interno do Legislativo — o chamado interna corporis. Nesse caso, o argumento é de que cabe ao Congresso decidir sobre seu funcionamento, prazos e prioridades, sem interferência direta do Judiciário.

Diante disso, a maioria do plenário do STF também pode acatar o argumento e retirar a decisão de Mendonça.

Enquanto o liminar do ministro garante a continuidade formal dos trabalhos, o cenário político indica que a comissão deve enfrentar obstáculos práticos e resistência nos bastidores.

Mesmo que a prorrogação tenha sido confirmada pelo STF e formalizada no Congresso, há mecanismos para esvaziar a comissão na prática. Os partidos retardam ou evitam a indicação de membros, dificultando a instalação dos trabalhos, ou agindo para derrubar o quórum necessário. A ausência sistemática de parlamentares em sessões também pode inviabilizar depoimentos e votações.

Para o senador Eduardo Girão (Novo-CE), uma tentativa de questionar a decisão pode agravar a crise institucional. “Se o próprio presidente não cumpre, é como entregar a chave do Senado para o Supremo”, afirmou.

Girão também afirma que a resistência de Alcolumbre em prorrogar a CPMI levanta dúvidas sobre conflito de interesses. “Por que Davi Alcolumbre não prorrogou até agora? Ele está há meses empurrando isso com a barriga, mostrando que não quer essa CPMI”, disse.

VEJA TAMBÉM:

  • CPMI do INSS: decisão de Mendonça limita ação de Alcolumbre e acirra tensão entre Poderes

  • Alfredo Gaspar

    Relatório preliminar já tem 228 indiciados e não cita Lula e nem Bolsonaro

Pressão aumenta com foco em novos nomes

Além disso, Girão menciona a possibilidade de convocação e quebra de sigilo de pessoas que transitavam pelos gabinetes no Senado, incluindo figuras associadas ao escândalo, como o Careca do INSS. “A gente quer investigar. Quer ouvir, quer quebrar sigilos. É por isso que não quer a CPMI?”, questiona.

As declarações refletem a estratégia de parte da comissão de ampliar o alcance das investigações, incluindo políticas que podem ter facilitado o esquema de descontos indevidos.

Após a revelação de que o lobista conhecido como “Careca do INSS” teria circulado pelos gabinetes no Senado, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, determinou a imposição de sigilo de 100 anos sobre registros de entrada e informações relacionadas às visitas nas dependências da Casa.

Na prática, esse tipo de sigilo restringe o acesso público a dados administrativos, como agendas, registros de visitantes e circulação interna, sob a justificativa de proteção de informações pessoais ou confidenciais. A medida está prevista na Lei de Acesso à Informação, mas seu uso tem sido alvo de controvérsia quando aplicado a casos com potencial interesse público.

A decisão ocorre em meio ao avanço das investigações sobre fraudes no INSS e após relatos de que o lobista — apontado como operador do esquema — teria iniciado contato com diferentes gabinetes parlamentares. Com o sigilo, esses registros deixam de ser acessíveis por décadas, o que, na prática, dificulta a depuração externa e o acompanhamento pela imprensa.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: AlcolumbreAndré MendonçaCPMICpmi do inssDavid AlcolumbreEduardo GirãoinssJudiciárioprorrogaçãoresisteSenadoSTF
Postagem Anterior

FKA twigs processa Shia LaBeouf por acordo de confidencialidade ilegal

Próxima Postagem

Quem é Mohammad Ghalibaf, cogitado pelos EUA para liderar o Irã

Próxima Postagem
Quem é Mohammad Ghalibaf, cogitado pelos EUA para liderar o Irã

Quem é Mohammad Ghalibaf, cogitado pelos EUA para liderar o Irã

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

VENDA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

INVESTIGAÇÕES ULTRA SIGILOSAS 11 2825-4686

Ponte Net 98 8103-4969

https://redebcn.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-28-at-10.23.20-1.mp4

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

BCN PORTAL DE NOTÍCIAS

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d