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Acusado de envolvimento na morte de Fernando Iggnácio é condenado por homicídio triplamente qualificado

Redação Por Redação
10 de abril de 2026
Em Notícias
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Acusado de envolvimento na morte de Fernando Iggnácio é condenado por homicídio triplamente qualificado
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Acusado de envolvimento na morte de Fernando Iggnácio é condenado por homicídio triplamente qualificado
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Acusado de envolvimento na morte de Fernando Iggnácio é condenado por homicídio triplamente qualificado Rodrigo Silva das Neves, ex-PM preso desde 2021 acusado de envolvimento no assassinato do bicheiro Fernando Iggnácio em 2020, foi condenado por homicídio triplamente qualificado a uma pena de 32 anos, 9 meses e 18 dias. A sentença foi declarada por volta das 18h. A defesa de Rodrigo afirmou que vai recorrer à decisão. Segundo a acusação, o ex-PM não foi local do homicídio, cedeu o veículo utilizado para o assassinato e, em seu apartamento, foram achadas as armas do crime. Em um diário encontrado pelo pesquisador, ele lamentou o dia em que as armas foram achadas. “O resultado foi excelente hoje, o conselho de sentença, de forma democrática, deu um importante passo no combate à máfia da contravenção, do jogo do bicho e caça-níqueis, mas a gente ainda tem um longo caminho pela frente com outros processos desmembrados em que outros coautores serão julgados, inclusive o mandante desse crime capital”, afirmou Andréa Fava, promotora que atuou durante o júri popular. Durante os debates entre o Ministério Público e a defesa do ex-PM, o MP afirmou o poder de bicheiros e contraventores de ordenar a morte de desafetos, com a ajuda de agentes públicos. “A contravenção é um dos grandes cânceres desse Estado” destacou a promotora Andréa Fava. Luiz Felipe Alves e Silva, defensor de Rodrigo, alegou que não havia provas de que o ligassem diretamente à execução, questionou a falta de exame de armas encontradas em sua casa e negou qualquer participação dele no assassinato. Rodrigo Silva das Neves, ex-PM preso desde 2021 acusado de envolvimento no assassinato do bicheiro Fernando Iggnácio em 2020, foi condenado por homicídio triplamente qualificado Henrique Coelho/g1 O júri popular de Rodrigo Silva das Neves foi retomado às 10h45 desta sexta-feira (10). Na quinta-feira (9), foram ouvidas testemunhas de acusação e defesa, entre elas o delegado responsável pela investigação da Delegacia de Homicídios e o piloto de presidente que prestou serviços à vítima. Nesta sexta, ocorreram os debates entre acusação e defesa. A sentença deve ser anunciada após a decisão do conselho de sentença sobre a acusação de homicídio qualificado. O julgamento teve início com três segundos. Além de Rodrigo, também seriam julgados Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, conhecido como Pedrinho, e Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro. Miliciano Rodrigo Silva das Neves, suspeito de matar o contraventor Fernando Iggnacio Reprodução No entanto, durante a sessão, os dois pediram a destituição do advogado que os representava, Flávio Fernandes. O defensor alegava insanidade mental de Pedro e solicitou sua absolvição, pedido que foi negado pelo juiz. Diante da decisão e da discordância com a estratégia de defesa, os dois réus optaram por dispensar o advogado. Com isso, o júri de Pedro e Otto foi suspenso e será remarcado. Rogério Andrade preso Rodrigo, Otto e Pedro responderam pela execução de Fernando Iggnácio, ocorrido em novembro de 2020. Apontado como mandante, o também bicheiro Rogério Andrade está preso, mas não integra este julgamento. A defesa de Rodrigo nega as acusações e qualquer ligação com Rogério Andrade, e afirma que a investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios, que levou à prisão dos suspeitos, foi “uma farsa”. 29 de outubro – Rogério Andrade, o maior bicheiro do Rio, é preso por mandar matar o rival, Fernando Iggnácio, executado em novembro de 2020. JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO Até a atualização desta reportagem, não havia retorno dos advogados dos demais envolvidos. Além dos três, um quarto suspeito participou do crime: Ygor Rodrigues Santos da Cruz, o Farofa. apontado como matador de aluguel, ele foi encontrado morto em novembro de 2022 no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. Relembre o crime Iggnácio, gênero e herdeiros do contraventor Castor de Andrade, foi executado em 10 de novembro de 2020 em uma emboscada no Recreio dos Bandeirantes. Ele tinha acabado de desembarcar de um helicóptero, vindo de Angra dos Reis, na Costa Verde, e foi alvejado ao caminhar até o carro. Os tiros foram de fuzil 556. Relembre como foi o crime. Segundo as investigações, a morte de Iggnácio foi encomendada por Rogério Andrade, sobrinho de Castor de Andrade e apontada por muitos como o maior bicheiro do Rio. Fernando Iggnácio, gênero do contraventor Castor de Andrade, foi executado dentro do heliporto na Zona Oeste do Rio de Janeiro Luciano Belford/Agência O Dia/Estadão Conteúdo Rogério foi preso em outubro de 2024 e transferido em novembro para o Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Mesmo após pedidos de sua defesa, o STF negou a liberdade de Andrade, que segue preso e responde a um processo separado, onde chegou a acompanhar por videoconferência uma das audiências. Em nota, a defesa de Rodrigo Silva das Neves informou que vai recorrer à decisão do Tribunal do Juri. “Cabe-nos requerer a decisão e aguardar o julgamento do HC que tramita no STJ buscando a nulidade de uma prova dos autos, que caso acolhido, transferir o réu a novo julgamento.”, escreveu o advogado Luiz Felipe Alves e Silva.
Acusado de envolvimento na morte de Fernando Iggnácio é condenado por homicídio triplamente qualificado Rodrigo Silva das Neves, ex-PM preso desde 2021 acusado de envolvimento no assassinato do bicheiro Fernando Iggnácio em 2020, foi condenado por homicídio triplamente qualificado a uma pena de 32 anos, 9 meses e 18 dias. A sentença foi declarada por volta das 18h. A defesa de Rodrigo afirmou que vai recorrer à decisão. Segundo a acusação, o ex-PM não foi local do homicídio, cedeu o veículo utilizado para o assassinato e, em seu apartamento, foram achadas as armas do crime. Em um diário encontrado pelo pesquisador, ele lamentou o dia em que as armas foram achadas. “O resultado foi excelente hoje, o conselho de sentença, de forma democrática, deu um importante passo no combate à máfia da contravenção, do jogo do bicho e caça-níqueis, mas a gente ainda tem um longo caminho pela frente com outros processos desmembrados em que outros coautores serão julgados, inclusive o mandante desse crime capital”, afirmou Andréa Fava, promotora que atuou durante o júri popular. Durante os debates entre o Ministério Público e a defesa do ex-PM, o MP afirmou o poder de bicheiros e contraventores de ordenar a morte de desafetos, com a ajuda de agentes públicos. “A contravenção é um dos grandes cânceres desse Estado” destacou a promotora Andréa Fava. Luiz Felipe Alves e Silva, defensor de Rodrigo, alegou que não havia provas de que o ligassem diretamente à execução, questionou a falta de exame de armas encontradas em sua casa e negou qualquer participação dele no assassinato. Rodrigo Silva das Neves, ex-PM preso desde 2021 acusado de envolvimento no assassinato do bicheiro Fernando Iggnácio em 2020, foi condenado por homicídio triplamente qualificado Henrique Coelho/g1 O júri popular de Rodrigo Silva das Neves foi retomado às 10h45 desta sexta-feira (10). Na quinta-feira (9), foram ouvidas testemunhas de acusação e defesa, entre elas o delegado responsável pela investigação da Delegacia de Homicídios e o piloto de presidente que prestou serviços à vítima. Nesta sexta, ocorreram os debates entre acusação e defesa. A sentença deve ser anunciada após a decisão do conselho de sentença sobre a acusação de homicídio qualificado. O julgamento teve início com três segundos. Além de Rodrigo, também seriam julgados Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, conhecido como Pedrinho, e Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro. Miliciano Rodrigo Silva das Neves, suspeito de matar o contraventor Fernando Iggnacio Reprodução No entanto, durante a sessão, os dois pediram a destituição do advogado que os representava, Flávio Fernandes. O defensor alegava insanidade mental de Pedro e solicitou sua absolvição, pedido que foi negado pelo juiz. Diante da decisão e da discordância com a estratégia de defesa, os dois réus optaram por dispensar o advogado. Com isso, o júri de Pedro e Otto foi suspenso e será remarcado. Rogério Andrade preso Rodrigo, Otto e Pedro responderam pela execução de Fernando Iggnácio, ocorrido em novembro de 2020. Apontado como mandante, o também bicheiro Rogério Andrade está preso, mas não integra este julgamento. A defesa de Rodrigo nega as acusações e qualquer ligação com Rogério Andrade, e afirma que a investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios, que levou à prisão dos suspeitos, foi “uma farsa”. 29 de outubro – Rogério Andrade, o maior bicheiro do Rio, é preso por mandar matar o rival, Fernando Iggnácio, executado em novembro de 2020. JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO Até a atualização desta reportagem, não havia retorno dos advogados dos demais envolvidos. Além dos três, um quarto suspeito participou do crime: Ygor Rodrigues Santos da Cruz, o Farofa. apontado como matador de aluguel, ele foi encontrado morto em novembro de 2022 no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. Relembre o crime Iggnácio, gênero e herdeiros do contraventor Castor de Andrade, foi executado em 10 de novembro de 2020 em uma emboscada no Recreio dos Bandeirantes. Ele tinha acabado de desembarcar de um helicóptero, vindo de Angra dos Reis, na Costa Verde, e foi alvejado ao caminhar até o carro. Os tiros foram de fuzil 556. Relembre como foi o crime. Segundo as investigações, a morte de Iggnácio foi encomendada por Rogério Andrade, sobrinho de Castor de Andrade e apontada por muitos como o maior bicheiro do Rio. Fernando Iggnácio, gênero do contraventor Castor de Andrade, foi executado dentro do heliporto na Zona Oeste do Rio de Janeiro Luciano Belford/Agência O Dia/Estadão Conteúdo Rogério foi preso em outubro de 2024 e transferido em novembro para o Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Mesmo após pedidos de sua defesa, o STF negou a liberdade de Andrade, que segue preso e responde a um processo separado, onde chegou a acompanhar por videoconferência uma das audiências. Em nota, a defesa de Rodrigo Silva das Neves informou que vai recorrer à decisão do Tribunal do Juri. “Cabe-nos requerer a decisão e aguardar o julgamento do HC que tramita no STJ buscando a nulidade de uma prova dos autos, que caso acolhido, transferir o réu a novo julgamento.”, escreveu o advogado Luiz Felipe Alves e Silva.[/gpt3]

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