
O presidente Donald Trump voltou a criticar o sistema eleitoral dos EUA neste final de semana, alegando que as eleições americanas são “fraudadas, roubadas e motivo de chacota no mundo todo”.
Em resposta a isso, ele propôs uma reforma por meio do projeto Lei Salve a América (Lei Salve a América) e pediu o apoio dos republicanos do Congresso para aprová-lo.
Trump listou três critérios de mudanças no sistema eleitoral em seu perfil na Truth Social: a primeira seria a apresentação por todos os participantes do documento de identidade; em segundo lugar, os concorrentes deveriam comprovar a cidadania americana; e em terceiro, ele defende o fim do voto por correio, com exceção em casos de doença, deficiência, serviço militar ou viagem.
Nos últimos dias, o presidente já havia defendido a “nacionalização” das eleições americanas, tese que retiraria as autoridades dos estados sobre o processo eleitoral e deixaria a responsabilidade nas mãos do governo federal. Na mesma ocasião, ele indicou que sua administração deveria supervisionar as eleições de meio de mandato, também organizadas pelos estados.
O novo apelo surge meses antes das eleições de meio de mandato, que são cruciais para testar a influência de Trump. Essa votação definirá os próximos dois anos de sua administração.
A pressão legislativa do líder republicano também surge em meio às ações federais, incluindo a critério da procuradora-geral Pam Bondi por listas de candidatos e as investigações relacionadas às eleições conduzidas pela diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard.











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