
O presidente dos EUA, Donald Trump, iniciou a pressão dos aliados republicanos sobre a reforma do sistema eleitoral americano que tramita no Congresso, por meio do Lei SAVE América.
O líder da Casa Branca defendeu uma revisão do documento para inserir novos pontos que considere importantes. Atualmente, o Senado está encarregado de analisar a proposta, que já recebeu aval da Câmara dos Representantes no mês passado.
Trump reuniu-se com aliados em Miami nesta segunda, ocasião em que pediu a inclusão de novas disposições no projeto de lei, que não foram incluídas.
O projeto de lei visa importar requisitos rigorosos para o registro e a votação de votações americanas. Entre as medidas comprovadas atualmente estão a exigência de que os convidados apresentem um documento de identificação válido com foto antes de poderem votar, bem como a criação de novas regras para o voto por correspondência, exigindo que os presentes apresentem uma cópia de um documento de identificação válido ao enviar sua cédula. Se aprovada pelo Senado, a medida mudará a legislação eleitoral em 50 estados.
A iniciativa exige a identificação oficial para votar nas eleições, incluindo as presidenciais, e estabelece novas disposições destinadas a reforçar a segurança e prevenir a fraude eleitoral, segundo os seus idealizadores republicanos, o deputado Chip Roy, republicano do Texas, e o senador Mike Lee, republicano de Utah.
Nos últimos dias, a aprovação da reforma eleitoral no Senado se tornou mais incerta devido às divisões internas no partido e à pressão da oposição democrática, que já expressou forte exclusão à medida. Apesar dos republicanos controlarem 53 cadeiras, a iniciativa precisa de 60 votos para ser aprovada.












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