
Os EUA avaliam uma gama de opções militares disponíveis para atacar o Irã, em meio a uma tensão crescente entre os países. Segundo o jornal O jornal New York Timeso presidente Donald Trump recebeu nos últimos dias uma lista ampliada de ações possíveis com o objetivo de gerar novos danos às instalações nucleares e de mísseis do país ou enfraquecer o líder supremo iraniano.
Essas novas opções incluem até mesmo a possibilidade de as forças americanas em incursões em realizações dentro do Irã, segundo fontes familiarizadas com o assunto.
O governo Trump também considera novos ataques contra o programa nuclear iraniano, meses após as operações de junho do ano passado, bem como contra alvos mais simbólicos, como a sede da milícia responsável por grande parte da repressão aos protestos iniciados em dezembro.
Outra opção avaliada seria atacar alvos militares e outras figuras de liderança, ação que teria como objetivo provocar forte instabilidade no alto escalonamento do regime a ponto de criar as condições necessárias para que as forças de segurança iranianas ou outras forças removessem o líder supremo de 86 anos, o aiatolá Ali Khamenei.
Segundo o Times, Israel também estaria informando os EUA para realizar uma nova operação conjunta, com foco no programa de mísseis balísticos do Irã, que, segundo autoridades de inteligência, o país se reconstruiu em grande parte desde a guerra de 12 dias em junho do ano passado.
Uma fonte da Casa Branca disse ao Tempos que Trump está ciente de que uma operação militar no Irã será muito mais complexa do que a realizada pelos EUA na Venezuela. Na quarta-feira, o secretário de Estado Marco Rubio disse ao Senado que imaginava que “seria ainda muito mais complexo” gerenciar uma mudança de regime no Irã do que na Venezuela.
Por essa razão, Trump ainda está avaliando uma gama de opções que podem ser realizadas em conjunto ou em alguma combinação, ditas as fontes.
As forças americanas treinam há tempos para missões especializadas, como entrar em países como o Irã, disseram aos funcionários que se deslocam para atacar instalações nucleares ou outros alvos de alto valor.











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