
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando novas ações militares contra o Irã. O país enfrenta protestos violentos que resultaram em bolsas de mortes, segundo Organizações Não Governamentais (ONGs).
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, elevou o clima de tensão ao afirmar que, se os Estados Unidos atacarem, o Irã considerará Israel e todas as bases, navios e centros militares norte-americanos na região como alvos legítimos.
Fontes ouvidas pelos veículos de comunicação americanos Eixos, O jornal New York Times, O Wall Street Journal e O Washington Post afirma que Trump discutiu diferentes estratégias, incluindo bombardeios, mas ainda não tomou uma decisão final.
Protestos violentos no Irã pressionaram a decisão de Trump
As discussões sobre possíveis ações devem continuar nesta semana, de acordo com o Washington Post. Entre as estratégias estudadas estão medidas letais e também ações não letais, como ataques cibernéticos destinados a impedir que o governo iraniano restrinja o acesso à internet dos manifestantes. A prática que vem sendo aplicada durante os protestos.
Mesmo sem decisão definitiva, Trump considera atacar alvos não militares em Teerã, segundo o New York Times. A possibilidade de intervenção ganhou atenção horas depois de o presidente publicar em sua rede social, Verdade Social, que seu governo poderia oferecer ajuda à população iraniana. Trump afirmou que “o Irã busca a liberdade, talvez como nunca antes” e os Estados Unidos “estão prontos para ajudar”.
Desde 28 de dezembro, a organização Iran Human Rights (IHRNGO), com sede em Oslo, na Noruega, contabiliza pelo menos 192 mortos nos protestos. No entanto, no início da tarde deste domingo (11), o grupo iraniano de direitos HRANA teria atualizado o número de mortos para 466, conforme divulgado pela CNN.
Se confirmados, novos bombardeios serão somados à “Operação Martelo da Meia-Noite”, lançada pelos EUA em junho de 2025 contra três instalações nucleares iranianas. A ação foi uma resposta aos ataques iranianos contra Israel.











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