
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (22) que vai acrescentar uma pesquisa divulgada pelo The New York Times ao seu processo contra o jornal.
Uma pesquisa mais recente do New York Times com a Universidade de Siena, divulgada hoje, revelou que a taxa de aprovação de Trump caiu três pontos percentuais em relação ao levantamento anterior e ficou em 40%, enquanto sua desaprovação foi de 56%.
Na postagem na rede Truth Social, o presidente americano alegou que esses números são falsos.
“A pesquisa do Times/Siena, que sempre é extremamente negativa comigo, especialmente às vésperas da eleição de 2024, a qual venci com folga, será incluída no meu processo contra o falido The New York Times”, escreveu Trump.
“Nossos advogados exigiram que eles mantivessem os registros e a explicação de como ‘calcularam’ esses resultados falsos — não apenas o fato de que a pesquisa foi fortemente tendenciosa a favor dos democratas. Eles serão responsabilizados por todas as suas mentiras e irregularidades de esquerda radical!”, acrescentou o presidente. O jornal ainda não se pronunciou sobre o assunto.
A denúncia sobre a pesquisa será acrescentada a um processo de difamação que Trump apresentou à Justiça Federal da Flórida no ano passado contra o New York Times, dois repórteres e a editora Penguin Random House, pedindo indenização de US$ 15 bilhões.
Trump contesta relatos sobre ele em reportagens no NYT, relacionados ao período em que apresentou o programa de televisão “O Aprendiz”, e no livro “Lucky Loser”, de Susanne Craig e Russ Buettner, publicado pela Penguin Random House.
Também nesta quinta-feira, a imprensa dos Estados Unidos noticiou que Trump entrou com um processo de indenização de US$ 5 bilhões ao banco JPMorgan Chase, acusando-o de encerrar contas bancárias dele por motivos políticos.
Em nota publicada pela agência Reuters, o banco contestou a acusação. “Embora lamentamos que o presidente Trump tenha nos processado, entendemos que o processo não tem fundamento. Respeitamos o direito do presidente de nos processar e o nosso direito de nos defendermos”, disse o JPMorgan.

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