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Para o poeta Sebastião Moreira Duarte, da Academia Maranhense de Letras, se “o lugar de Catulo no cancioneiro popular não pode sequer ser posto em dúvida”, a sua literatura precisa ser olhada com ressalvas. “Ele é um gênio nas metáforas, um criador telúrico de belíssimas imagens poéticas e tem a facilidade de rimar que têm os cantadores populares”, comenta. “O seu lirismo é, porém, o de um ultrarromântico temporão.”
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