
O ditador da Rússia, Vladimir Putin, encarregou nesta quarta-feira (5) o governo de lhe apresentar um relatório sobre a “necessidade” de retirar os testes nucleares, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recentemente a possibilidade de realizar testes com armamento nuclear.
Putin pediu aos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, aos serviços secretos e às outras estruturas civis que “apresentem uma proposta consensual sobre o possível início dos preparativos dos testes com armas nucleares”.
Ao mesmo tempo, alegou que o Kremlin se mantém fiel à sua política de não realizar tais testes enquanto outras potências exercem o mesmo, durante uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da Rússia transmitida ao vivo pela televisão.
O ditador russo recordou que, ao discursar em 2023 perante a Assembleia Federal, assegurou que “se os Estados Unidos ou qualquer outro Estado participante no acordo correspondente realizarem tais testes, então a Rússia também terá que dar os passos adequados de resposta”.
Na semana passada, Trump experimentou os primeiros testes de armas nucleares dos Estados Unidos em 33 anos, um anúncio que surpreendeu o mundo inteiro.
O presidente americano deu a ordem depois da Rússia ter testado em 21 de outubro o míssil de cruzeiro Burevestnik, de propulsão nuclear. Em resposta, Trump disse que Putin precisa parar de testar mísseis e deve começar a negociar um cessar-fogo na Ucrânia.
“Vocês [russos] acabar com a guerra, a guerra que deveria ter durado uma semana já está no quarto ano, é isso que vocês deveriam fazer em vez de testar mísseis”, afirmou.
Na semana passada, Putin anunciou que também foi realizado um teste do Poseidon, um híbrido de torpedo e drone com capacidade nuclear.

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