Com faixas pedindo a “renúncia da máfia socialista” ao lado das bandeiras da Espanha, bolsas de manifestantes se reuniram em Madri, na manhã deste sábado (23), na “Marcha pela Dignidade”. Organizada pela associação Sociedade Civil Espanhola, uma manifestação de renúncia do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e foi reforçada por mais de 150 associações civis, de acordo com informações da imprensa local.
O Partido Popular (PP) participou com uma delegação de parlamentares e senadores chefiada pela porta-voz do Senado, Alicia García. O Vox também esteve presente na marcha, liderada pelo presidente do partido, Santiago Abascal. “A Espanha está sendo mantida refém por uma máfia corrupta”, proclamou o líder do Vox.
Um forte esquema de segurança foi organizado e ruas e estradas foram fechadas pela Polícia Nacional para impedir que os manifestantes avançassem na direção da residência oficial do primeiro-ministro, o Palácio de Moncloa. Três pessoas foram presas e sete policiais nacionais sofreram ferimentos leves durante os confrontos, segunda informações do jornal espanhol El Mundo.
Com o lema “Sánchez, renuncie já!”, manifestantes entoavam frases como “Ele não é presidente, é um criminoso”. Também foram enviadas mensagens ao ex-primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero. De acordo com a agência Reutersos manifestantes confirmaram a “prisão” de Zapatero após o Tribunal da Espanha anunciar que ele foi investigado por ter liderado uma rede de tráfico de influência e lavagem de dinheiro.
Ainda conforme a Reutersem abril de 2024, Sánchez chegou a cogitar renunciar ao cargo após um juiz abrir uma investigação contra sua esposa, Begoña Gómez.

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