
As Forças dos EUA resgataram o piloto americano que estava em território iraniano, segundo autoridades do governo Donald Trump. O membro da tripulação foi resgatado após 36 horas. O presidente Trump confirmou a operação bem sucedida em publicação em sua rede social Verdade Social no início da madrugada deste domingo (5).
O republicano detalhou que o resgatado se encontra “são e salvo”, apesar de ter sofrido danos. Segundo Trump, trata-se de “uma das operações de busca e resgate mais ousadas da história dos EUA”.
O aviador, que ainda não foi identificado, era um de dois membros da tripulação que voavam em uma caça F-15E Strike Eagle quando foi derrubado pelas forças iranianas na sexta-feira (3). Uma equipe militar dos EUA resgatou o outro membro da tripulação no mesmo dia.
“NÓS O PEGAMOS! Meus compatriotas americanos, nas últimas horas as Forças Armadas dos EUA realizaram uma das operações de busca e resgate mais ousadas da história dos EUA, para uma de nossas descobertas oficiais de tripulação, que também é um coronel altamente respeitado — e tenho o prazer de informar que agora está SÃO E SALVO! (…) NUNCA DEIXAREMOS UM COMBATENTE AMERICANO PARA TRÁS! (…) DEUS ABENÇOE OS ESTADOS UNIDOS A AMÉRICA, DEUS ABENÇOE NOSSAS TROPAS E FELIZ PÁSCOA A TODOS!”, afirmou Trump em publicação.
Já o Irã alega que “frustrou a tentativa dos Estados Unidos de resgatar o piloto” da caça derrubada em uma operação na qual, segundo Teerã, quatro aeronaves americanas foram atingidas.
“Em avaliações complementares realizadas por especialistas no local, determinou-se que dois aviões de transporte militar C-130 e dois helicópteros Black Hawk do Exército americano foram destruídos”, afirmou o porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, o coronel Ebrahim Zolfagari. Segundo o iraniano, a operação americana para resgatar seu piloto terminou em um “fracasso total”, conforme informou a agência de notícias Tasnim.
O porta-voz indicou que a operação foi repelida por meio de uma ação conjunta da Guarda Revolucionária, do Exército, da milícia Basij e das forças de segurança, que visa impedir o resgate após a entrada de aeronaves inimigas no centro do país.











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