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Ordem suprema que Delcy Rodríguez assuma como presidente

Redação Por Redação
4 de janeiro de 2026
Em Entretenimento
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Ordem suprema que Delcy Rodríguez assuma como presidente
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


O Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela tentou neste sábado que a vice-presidente executiva, Delcy Rodríguez, assumisse como interna, após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

“Ordena-se que a cidadã Delcy Eloína Rodríguez Gómez, vice-presidente executiva da República, assuma e exerça a condição de encarregada todas as atribuições, deveres e faculdades inerentes à carga de presidente da República Bolivariana da Venezuela, com o fim de garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação”, afirmou a presidente da Sala Constitucional, Tania D’Amelio, ao ler um comunicado transmitido em rede obrigatória de rádio e televisão.

A máxima corte do país é que Rodríguez, o conselho de defesa da nação, o alto comando militar e o Parlamento sejam notificados “imediatamente” desta decisão, sem especificar em quanto tempo deve ser realizada a cerimônia de posse.

Para a próxima segunda-feira, 5 de janeiro, está prevista a instalação de um novo período legislativo (2026-2031), dominado pelo chavismo, que não deverá ser empossado pelo presidente e outros diretores do Parlamento.

VEJA TAMBÉM:

  • EUA capturaram ditador Maduro em ataque surpresa na Venezuela

O TSJ indicou que tomou esta decisão após o que foi classificado como “sequestro” de Maduro por parte das forças militares americanas e sua posterior transferência para o território dos EUA, situação que foi qualificada como “excepcional, atípica e de força maior não prevista literalmente na Constituição” venezuelana.

O objetivo, segundo destacado, é garantir a continuidade administrativa do Estado e a defesa da nação, “sem que isso implique decidir sobre o mérito da qualificação jurídica definitiva da falta presidencial (temporária ou absoluta), nem substituir as competências de outros órgãos do Estado para realizar tal qualificação em procedimentos posteriores”.

De acordo com o artigo 234 da Constituição venezuelana, as faltas temporárias ou absolutas do presidente serão supridas pelo vice-presidente executivo por até 90 dias, prorrogáveis ​​por decisão do Parlamento pelo mesmo período.

Se uma falta se prolongar por mais de 90 dias consecutivos, diz o texto, o Legislativo decidirá pela maioria de seus membros se deverá ser considerado falta absoluta.

Legitimidade questionada

Especialistas consultados pela Agência EFE assinalam que a Constituição atual, aprovou em 1999, ampara-se na vice-presidência executiva diante da ausência do mandatário.

Nesse sentido, contempla dois cenários perante a falta de um presidente que já assumiu o cargo, embora nenhum deles corresponda à situação atual que, além disso, alertam os especialistas, ocorre com um governo de legitimidade questionado após as eleições presidenciais de 2024.

Neste sábado, Rodríguez anunciou a ativação do Conselho de Defesa da Nação, chefiado por ela, e que enviou ao TSJ o decreto de estado de comoção exterior para que declare sua constitucionalidade e entre em vigor.

Entre as faculdades deste conselho estão a de mobilizar a Força Armada Nacional Bolivariana em todo o território e assumir militarmente e de forma imediata a infraestrutura dos serviços públicos, bem como a indústria petrolífera, para garantir o seu “pleno funcionamento”.

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  • Itamaraty

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Tags: assumacomoDelcyOrdempresidenteRodríguezSupremaVenezuela
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