
As cenas públicas registradas em eventos políticos nos últimos meses podem até dar a impressão de que o ditador Nicolás Maduro está confiante de escapar da ilha das investidas dos Estados Unidos contra o narcotráfico. No entanto, seu círculo próximo conta outra versão.
Fontes ligadas ao regime chavista revelaram ao jornal O jornal New York Times um clima de crescente tensão e preocupação diante da maior crise dos 12 anos de Maduro no poder.
Entrevistados contaram que uma das estratégias usadas pelo ditador nos últimos meses para se proteger de um possível ataque de precisão ou de uma incursão de forças especiais é uma mudança constante de residência e de celular.
Além disso, desde setembro, quando os Estados Unidos começaram a concentrar um contingente militar histórico no Caribe, Maduro ampliou o número de guarda-costas cubanos em sua segurança pessoal e designou mais oficiais do regime aliado envolvidos na área de contraespionagem para atuar em conjunto às forças armadas da Venezuela, segundo as fontes.
No ato político mais recente, realizado na segunda-feira, Maduro apresentou um “novo” gabinete especial, integrado por 12 aliados do chavismo, para assumir “a direção ao mais alto nível das forças políticas, sociais e da revolução bolivariana” em meio às crescentes trágicas com os Estados Unidos.
O momento foi marcado por uma imagem aparente descontraída do ditador, que ficou dias sem fazer aparições públicas e manifestou rumores de uma fuga após o ultimato de Trump durante uma ligação que teve no mês passado.











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