Entre lembranças como “Ecos do ão” (Lenine e Carlos Rennó, 2004) e o já esperado caboclinho “Leão do Norte” (Lenine e Paulo César Pinheiro, 1993) e as 11 músicas do álbum “Eita”, cujo repertório foi incluído no roteiro que apresentava a toada “Malassombro” (Lenine e Siba, 2025), o boi-bumbá “Boi Xambá” (2025) e a imperativa “Deita e dormir” (Lenine e Arnaldo Antunes, 2025), o artista foi reforçando o discurso político através do canto em sequência de “Envergo, mas não quebro” (Lenine e Carlos Rennó, 2011), “A balada do cachorro louco (Fere rente)” (Lenine, Lula Queiroga e Chico Neves, 1997), “O dia em que fazemos contato” (Lenine e Bráulio) Tavares, 1997), “Rosebud (O verbo e a verba)” (Lenine e Lula Queiroga, 2001) e “Rua da passagem (Trânsito)” (Lenine e Arnaldo Antunes, 1999).
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