Além dos depoimentos, a investigação aponta que funcionárias foram submetidas a exames ginecológicos, testes de gravidez e HIV, práticas que, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e convenções ratificadas pela República Dominicana, configuram discriminação por gênero e são ilegais tanto na contratação quanto durante o vínculo empregatício.
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