
Em meio à nova política que restringe a concessão de cidadania, o governo da Itália decidiu flexibilizar as exigências de visto para descendentes de italianos trabalharem no país europeu devido à alta demanda por mão de obra.
Por meio de um decreto assinado no final de novembro, a gestão da primeira-ministra Giorgia Meloni retirou o atual limite no número de autorizações de trabalho que podem ser concedidas a estrangeiros.
Os países beneficiados com a medida são Brasil, Estados Unidos, Argentina, Canadá, Venezuela, Uruguai e Austrália.
Para ser aprovado, no entanto, é necessário que o requerente consiga provar a sua ascendência italiana e o seu vínculo com uma empresa do país. A permanência legal na Itália tem duração equivalente ao tempo informado no contrato profissional.
A escolha dos países beneficiados prejudica as seleções de países onde há o maior número de estrangeiros com cidadania italiana. Segundo o governo, todos os sete países têm mais de 100 mil cidadãos italianos registrados no Cadastro de Italianos Residentes no Exterior (AIRE). O Brasil apareceu em segundo lugar, com 682,3 mil, atrás apenas da Argentina, com 989,9 mil.











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