
As Forças de Defesa de Israel (FDI) denunciaram nesta terça-feira (14) que vários suspeitos cruzaram a chamada “linha amarela” – área de segurança que marca a retirada das tropas israelenses no norte da Faixa de Gaza – em violação direta ao acordo de cessar-fogo firmado com o grupo terrorista Hamas. Segundo o comunicado, os militares pretendiam afastar os indivíduos antes de abrir fogo.
“Hoje mais cedo, vários suspeitos foram vistos cruzando a linha amarela e se aproximando das tropas do IDE no norte de Gaza, em clara violação do acordo. Após várias tentativas de distanciá-los, os suspeitos se recusaram a cumprir, levando as tropas para abrirem fogo para eliminar a ameaça”, informou o Exército israelense. A nota também refutou “relatos de terroristas infiltrando uma posição do IDE”, classificando as informações como incorretas.
O comunicado salienta ainda que o Exército “exorta os residentes de Gaza a seguirem as instruções e manterem distância das tropas israelenses”. A chamada “linha amarela” é uma zona permitida delimitada por Israel para impedir movimentações não autorizadas e ataques-surpresa próximos às posições militares.
De acordo com a Agência EFE, fontes médicas palestinas afirmaram que seis pessoas morreram em três incidentes diferentes nas cidades de Gaza e Khan Yunis, todos próximos à área de segurança. Quatro das vítimas foram atingidas no bairro de Shejaiya, uma em Al Shaaf e outra em Al Foujari.











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